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Ih, desceu! Mulheres contam os maiores perrengues que tiveram com a menstruação

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Toda mulher cis já passou por perrengues ao menstruar
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Toda mulher cis já passou por perrengues ao menstruar

Quem nunca passou por um perrengue ao menstruar ? Seja manchando a calça, esquecendo o  absorvente em casa ou tendo aquela cólica que acabou com o dia, a menstruação muitas vezes vem acompanhada de perrengues. O iG Delas reuniu relatos de mulheres que sofreram com perrengues ao menstruar, confira e se solidarize. 


Não esqueça do casaco, ele pode te salvar

Mirella*, de 23 anos, conta que nunca sai sem casaco nesta época depois de quase ter vivido uma vergonha pública. “Uma vez eu estava no ensino fundamental, eu saí da escola e fiquei sentada na calçada conversando com as minhas colegas. Quando levantei minha calça estava toda suja! Uma amiga me ofereceu um casaco, amarrei na cintura e fui embora. Depois desse dia sempre que eu estou menstruada levo um casaco para amarrar na cintura caso aconteça um vazamento”, conta. 

O mesmo aconteceu com Joana*, de 20 anos. Nessas horas um casaco pode salvar do constrangimento, ajudando a esconder a mancha. O problema é quando você não tem o casaco. “No meu primeiro semestre da faculdade, meu absorvente meio que desencaixou e saiu vazando tudo. Detalhe: a cadeira era branca nem eu e nem minhas amigas tinha uma blusa de frio neste dia”, conta. 

“Tive que pôr o caderno para descer as escadas e o ônibus demorou meia hora para chegar. Fiquei com super vergonha de sentar na cadeira do ônibus e ter que levantar novamente e passar por esse constrangimento, sem contar na cólica que eu estava sentindo”, diz. 

Dois meses menstruando

Camilla Cetrone, de 22 anos, começou a menstruar aos 10 anos, mas o começo foi um pouco traumático. “Nos dois anos seguintes passei os meses de junho e julho (sim, tinha até hora marcada) menstruando sem parar e com fluxo muito intenso. Nessa época, eu precisava umas mais de 1 absorvente noturno o tempo todo, e mesmo assim não dava conta”, diz. 

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“Vivia manchando sofás e as cadeiras da sala de aula (era sempre a última a sair porque sabia que ia manchar, ficava muito desconfortável). Mesmo que estivesse calor, eu usava uma blusa amarrada na cintura para evitar passar vexame nos lugares ou virar alvo de piadinhas. Cheguei a ter anemia nesses períodos porque perdia muito sangue! Com o tempo isso estabilizou, mas sempre fico com um pé atrás porque criei um trauma com isso”, conta. 

Perrengue no Enem

Juliana Silva, de 25 anos, conta que passou por um belo perrengue durante o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. “Menstruei no meio da prova. A menstruação veio uma semana mais cedo do que o costume. Tive que me virar com papel higiênico, minha sorte foi que desceu no fim da prova, acho que por causa do nervosismo isso rolou”, diz. 

Constrangida por um colega

Julia Bervanger, de 21 anos, passou por um perrengue corriqueiro, mas que a marcou por ser constrangida por um mau colega. “Eu trabalhava com um cara que eu odiava, ele era machista, um bolsominion safado, falava de mulher sem um pingo de vergonha, mexia com as meninas do trabalho e dava em cima das funcionárias. Um belo dia, eu saio correndo do trabalho para faculdade quando ele aparece atrás de mim, me chamando para avisar que minha calça estava suja… Mais especificamente na minha bunda. Foi o auge do constrangimento. Além do mico, tenho certeza que ele falou isso para todos os homens”, conta.

Na cadeira do delegado

Andreza*, de 21 anos, trabalhava com inquéritos policiais e acabou tendo um constrangimento com a menstruação no pior lugar possível. “Estava menstruada, fui na sala do delegado para ajudar ele em alguns inquéritos. Ele saiu para almoçar e eu sentei na cadeira dele para enxergar melhor o computador. Quando levantei a cadeira estava manchada. Tentei limpar, mas não tive muito sucesso. A vergonha foi enorme”, conta. 

Menstruação irregular, a maior inimiga da mulher

Karina Crisanto, de 23 anos, sempre teve menstruação irregular, sendo surpreendida nos piores momentos. “Não sei quando ela vai descer, em um certo dia no meu antigo trabalho, tinha ido de vestido, enquanto eu estava sentada, trabalhando, senti a menstruação descendo… E eu de vestido! Minha sorte é que ele era escuro e tinha bolsa um colete alongado, que cobriu, mas foi muito constrangedor, tive que pegar um absorvente com a minha colega”, conta. 

A repórter também sofreu com perrengue

Além de manchar a calça e sofrer com cólicas, eu tive um perrengue em que quase fui atropelada. Tinha almoçado com minha mãe, era o primeiro dia de menstruação e precisava comprar absorventes noturnos. Minha mãe foi trabalhar e eu fui até uma loja de conveniência comprar os absorventes. 

Por causa da quantidade intensa de menstruação e também da cólica forte, ao sair do meu prédio, minha pressão caiu. Fui até a loja, comprei o absorvente passando mal e fiquei fora da loja, tomando vento gelado para não desmaiar. Consegui voltar para casa vendo tudo preto (inclusive atravessei a rua e quase fui atropelada) e subi até minha casa. Fiquei bem, descobri uma anemia por causa da menstruação. Felizmente nunca mais tive nada parecido.

Fonte: IG Mulher

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Amor na vida real: 4 pedidos de namoro fora dos clichês tradicionais

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Jeitos criativos de pedidos estão ganhando força!
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Jeitos criativos de pedidos estão ganhando força!

Buquê de rosas, cesta de chocolate, balões no quarto, de joelhos… Normalmente, os pedidos de  namoro que são retratados nos filmes e séries são exatamente assim, certo? Mas além do clichê, as surpresas criativas e sempre inesperadas são muito bem-vindas e também têm o seu quê de romântico. 

Às vezes, até acontece a tentativa de ser muito romântico e seguir o “protocolo”, mas nem sempre sai do jeitinho que as pessoas imaginam! Pedimosa quatro mulheres que contassem suas histórias com pedidos de namoro. Tem pedido na Páscoa, comendo hambúrguer e outras situações fora dos clichês românticos tradicionais.

Na onda do cheddar

“Talvez não seja inusitado, porém, um pouco desastroso. Fomos até a nossa hamburgueria preferida e já está sentindo um nervosismo no ar. Assim que chegaram as batatas, ele fez o pedido e eu fiquei tão nervosa (porque não achava que estava pronta) e deixei o celular dele cair num pote de cheddar! Eu ainda respondi não por nervosismo”.

– Thaís, empreendedora, 24 anos. 

Foi uma despedida… da vida de solteira!

“Em 2019, eu e ele (Lucas) passamos em uma universidade portuguesa para fazer mestrado. Próximo a isso, teve o meu aniversário e ele fez o pedido durante a festa, dizendo que estávamos indo embora. Fiquei completamente confusa por ele ter começado a falar, ainda mais quando começou a falar em tom de despedida, nunca tínhamos falado sobre isso. Até que ele se ajoelhou e até hoje não me lembro de ter ouvido realmente as palavras da boca dele (risos). Parecia que eu estava em um mundo completamente paralelo, tanto que ele teve que pedir para que eu respondesse (risos). Eu não tinha ideia que ele ia fazer isso, mas ele tinha conversado com os meus pais e os dele, e mais para o fim da festa minha mãe começou a contar para todas as pessoas. Até hoje ele me diz que estava super nervoso a festa inteira e por estar com a aliança no bolso da calça ficava me evitando porque, às vezes, eu pegava na mão dele, ou ele achava que eu tinha visto algo (não desconfiei de absolutamente nada). No final eu disse sim, ainda em choque enquanto toda a minha família e amigos gritavam no salão de festas”.

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– Gabriela Guimarães, produtora de conteúdo, 26 anos

Surpresa de páscoa

“Na páscoa de 2015, nas trocas de ovos de chocolates com o namoradinho da época, ganhei um Kinder Ovo e ele insistiu para que eu abrisse na hora. Fiquei bem “Pra que meu filho? Eu hein”, aí acabei abrindo e dentro do ovo tinha um par de alianças e assim foi o pedido de namoro. Observação: Estava muito bem embalado, não dava para perceber que tinham mexido”.

– Anna Clara, publicitária, 22 anos. 

Com gostinho de cerveja

“Eu e meu namorado estamos juntos há quase 2 anos, mas somos amigos há 6 anos. Começamos a ficar em 2019 e fomos para uma balada com amigos. A balada é em um prédio e eu tinha deixado minha bebida em um andar enquanto estava em outro, que era um restaurante. Disse que esqueci minha bebida no último andar e ele se ofereceu pra buscar. Quando voltou, eu disse “obrigada, já podemos namorar”. Ele já queria namorar comigo, mas eu estava com medo porque tinha acabado de sair de outro relacionamento. Aí ele riu e disse: “Então, quer namorar comigo?”, e eu disse que sim. Ele disse “Apesar que esse pedido foi meio estranho”, e eu disse “Não, eu gostei”. Ele pediu de novo e eu aceitei. Os dois estavam bêbados, então o legal é que vários amigos que estavam juntos sempre lembram de algo diferente. A gente não sabe muito bem que ordem as coisas aconteceram, mas foi desse jeito. Por estar bêbada eu fiquei perguntando toda hora se a gente tava namorando mesmo, porque pensei que podia ter imaginado o pedido”.

– Cecília, jornalista, 22 anos.

Fonte: IG Mulher

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