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iFood anuncia promoção especial para a Black Friday, com refeições a R$ 0,99

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iFood oferece refeições por R$ 0,99 em promoção especial nesta Black Friday

Nesta sexta-feira (27), o iFood, líder em delivery de comida na América Latina, anuncia a promoção mais esperada de sua Black November: a partir das 14h, mais de 20 mil itens de restaurantes parceiros em todo o Brasil estão disponíveis a R$ 0,99 na plataforma do iFood.

Os usuários do iFood contarão com milhares de opções em categorias como comida brasileira, churrasco, tapiocas, sushi, massas, hambúrgueres, pizzas, esfihas, lanches, bebidas, além de açaís, sorvetes, doces e sobremesas, entre outros combos especiais de parceiros como Habib’s, Cacau Show, Oakberry, Divino Fogão e Ragazzo.

Segundo Felipe Pereira, diretor de Marketing do iFood, a expectativa é que a empresa supere o registro de 1,4 milhão de pedidos diários, recorde de pedidos na plataforma registrados na data em 2019. Ele ainda reforça que o aumento de pedidos representa um avanço de 150% de sua capacidade logística no mês, também comparado com o mês no ano anterior.

Para celebrar o mês de novembro, o iFood também apresentou a sua nova campanha “Viver É”, que traz trechos do tradicional samba “O Que é O Que é Viver e Não Ter a Vergonha de Ser Feliz” como pano de fundo para resgatar o espírito otimista e alto astral, típico do povo brasileiro.

Todos os dias de novembro os consumidores do iFood conferiram uma variedade de opções de comidas com descontos super especiais: açaí, doces e sorvetes com até 70%; hambúrgueres leve 2 pague 1, várias opções de sushi a R$ 1, pratos a R$ 9,99, dia do R$ 15 off em restaurantes selecionados, entrega grátis e muitos cupons.

Já a categoria de Mercado apresentou o Festival de Descontos , com a oferta de cupons para compras de refrigerantes e cervejas especiais, e descontos para compras mensais e produtos de limpeza. Para facilitar e tornar ainda mais atrativo as compras de emergência e conveniência ou realizar o supermercado do mês, os consumidores contaram com opções de entregas grátis para compras acima de R$ 100 e cupom de R$ 25 para sua primeira compra na seção.

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

Edição: Aline Leal

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