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IFMT doa 60 protetores “face shields” para auxiliar no combate à pandemia de Covid-19

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O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) fez a doação de mais 60 protetores faciais (Face Shields) para que sejam utilizados pelos profissionais que estão na linha de frente de combate a pandemia do novo Coronavírus em Jaciara. A entrega dos equipamentos de proteção foi feita pela professora da instituição Kayena Delaix Zaqueo, na última quinta-feira (02).

A secretária municipal de Saúde, Suely Cristina Castro, agradeceu a parceria com o IFMT , que já somam a entrega do segundo lote, na primeira foram 50 unidades. Na ocasião, a gestora acrescentou que todas as ajudas são bem vindas neste momento.

“Estamos vivendo algo que jamais imaginávamos viver. Um vírus silencioso e aos poucos foi se alastrando por todo o mundo e são nesses gestos que buscamos inspiração para continuar nessa batalha”, disse a secretária.

Os protetores faciais são fabricados a partir de um projeto desenvolvido no Centro de Referência de Campo Verde sob coordenação do professor Pedro Henrique Pereira do curso de Tecnologia de Desenvolvimento de Sistemas (TADS).

No laboratório maker da instituição estão sendo produzidos dois modelos de protetores faciais, usando a tecnologia de impressão 3D e também do corte a laser, usando materiais como usando PETG (um tipo de pet) para o suporte e PS (poliestireno) cristal na viseira.

Fonte: AMM

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CIDADES

Vítimas de violência doméstica poderão fazer denúncia em farmácias de Tapurah

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Uma campanha envolvendo todas as áreas da Secretaria Municipal de Assistência Social de Tapurah pretende incentivar as vítimas de violência doméstica a denunciarem agressões nas farmácias. Pela campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica, basta mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou o farmacêutico entenda tratar-se de uma denúncia e em seguida acione a polícia e encaminhe o acolhimento da vítima.   

A ação é voltada para as mulheres que têm dificuldade para prestar queixa de abusos, seja por vergonha ou por medo. “É uma ação para salvar vidas. Os casos de violência contra as mulheres aumentaram no período da quarentena, mas há subnotificação, visto que as mulheres não conseguem sair para ir à delegacia. Até mesmo fazer uma chamada para o 180 passa a ser arriscado pela proximidade constante com o agressor”, explica a Secretária Municipal de Assistência Social, Jô Luza. 

Todas as farmácias de Tapurah, são parceiras na iniciativa. Segundo o material da campanha, atendentes e farmacêuticos seguirão protocolos preestabelecidos para lidar com a situação e não necessariamente serão chamados a testemunhar nos casos. 

A campanha é incentivada também pela Prefeita Maria Martelli “O isolamento social tem sido mais um desafio no combate à violência contra a mulher. Por isso, novas ferramentas foram criadas. A vítima, muitas vezes, não consegue denunciar as agressões. Por isso, é preciso agir com urgência”, disse a prefeita Maria. 

Entre março e abril deste ano, já em meio à pandemia do novo coronavírus, os casos de feminicídio cresceram 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com um levantamento feito em 12 estados e divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No mesmo levantamento, o FBSP apontou queda na abertura de boletins de ocorrência ligados à violência doméstica. Para a entidade, os dados do levantamento demonstram que, ao mesmo tempo em que estão mais vulneráveis durante a crise sanitária, as mulheres têm tido mais dificuldade para formalizar queixa contra os agressores. 

DISQUE 180 

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 presta uma escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência. O serviço registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgão competentes, bem como reclamações, sugestões ou elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento. 

O serviço também fornece informações sobre os direitos da mulher, como os locais de atendimento mais próximos e apropriados para cada caso: Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros. 

A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. São atendidas todas as pessoas que ligam relatando eventos de violência contra a mulher. O Ligue 180 atende todo o território nacional e também pode ser acessado em outros 16 países. 

Fonte: AMM

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