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Hospital universitário federal é o único a oferecer exames de Holter e Mapa pelo SUS

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O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap), da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que faz parte da rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), adquiriu 20 novos equipamentos e passou a ser o único hospital público do Mato Grosso do Sul a fazer exames de Holter e de Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (Mapa) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

São nove gravadores de Holter, dez gravadores de Mapa e uma central de Mapa. Esses aparelhos serão utilizados em diagnóstico de doenças cardíacas, beneficiando pacientes, além de apoiar a formação de estudantes e residentes da área de Saúde.

Foram investidos R$ 185 mil por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).

“Nosso objetivo é cada vez mais melhorar nosso atendimento com equipamentos modernos e serviços que possam trazer mais opções de tratamento à população e, por sua vez, também contemplem nossos acadêmicos e residentes com conhecimento e pesquisa. O oferecimento dos exames de Holter e Mapa pelo Humap com certeza fará uma grande diferença na assistência de nossa população”, afirmou o superintendente do hospital, Cláudio César da Silva.

Para que servem os aparelhos

O exame de Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (Mapa) é usado para a verificação da pressão arterial de forma mais aprofundada, avaliando o paciente por 24 horas. Esse exame é de fundamental importância para o acompanhamento de pacientes com hipertensão arterial, permitindo, por exemplo, o diagnóstico de hipertensão mascarada, falsa impressão de normotensão e na avaliação da eficácia do tratamento hipertensivo.

Já o sistema Holter registra a atividade elétrica do coração de maneira contínua por 24 horas, possibilitando identificar arritmias cardíacas, muitas vezes ausentes no eletrocardiograma comum de consultório. É um exame essencial para o acompanhamento de pacientes com suspeita ou diagnóstico de arritmias e doença coronariana.

Com informações do Ministério da Educação

Fonte: Brasil.gov

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Dois anos de muitas conquistas

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Com o intuito de reduzir a demanda e oferta de entorpecentes no país, enfrentando o tráfico e gerando um tratamento eficaz para os dependentes e os reinserindo na sociedade, a Política Nacional sobre Drogas completou dois anos. Assinada em 11 de abril de 2019, pelo Presidente Jair Bolsonaro, a lei trouxe mudanças significativas para o Brasil, como o aumento de comunidades terapêuticas.

Atualmente, o país conta com 485 comunidades. Neste ano, para o tratamento de dependentes químicos, devem ser habilitadas mais 492 unidades, com 13 mil vagas. No decurso desses dois anos, mais de 55 mil pessoas foram recebidas nas instituições.

Após o sancionamento da nova política, de 2018 para 2019, houve um aumento de vagas financiadas, de 2.900 para quase 11 mil.

Além disso, para auxiliar no atendimento aos que precisam, foi criado o Mapa Virtual das Comunidades Terapêuticas, que oferece a localização de todas as unidades cadastradas junto ao Governo Federal.

“Completamos dois anos de implementação de um marco legal de extrema relevância, que mudou a forma de encarar as diversas facetas desse flagelo mundial, desde as ações de redução da oferta e da demanda até os cuidados com os usuários em situação de dependência química”, afirmou o ministro da Cidadania, João Roma.

Acesse o Mapa Virtual das Comunidades Terapêuticas

Com informações do Ministério da Cidadania

Fonte: Brasil.gov

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