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Hospital Sírio Libanês em Brasília fecha pronto-socorro por 15 dias

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No comunicado divulgado nesta segunda-feira, a unidade justifica que a suspensão temporária ajudará a manter o atendimento aos pacientes internados e em estado grave
Foto: Agência Brasil

No comunicado divulgado nesta segunda-feira, a unidade justifica que a suspensão temporária ajudará a manter o atendimento aos pacientes internados e em estado grave

O Hospital Sírio Libanês em Brasília não atenderá novos pacientes pelos próximos 15 dias ou até que o nível de ocupação de leitos por covid-19 caia. No comunicado divulgado nesta segunda-feira, a unidade justifica que a suspensão temporária ajudará a manter o atendimento aos pacientes internados e em estado grave, dada a crescente superlotação de leitos.

Há exceções para “pacientes referenciados (por indicação médica ou de outros serviços hospitalares) ou cuja condição de saúde seja de extremo risco”, segundo o informe. Cirurgias eletivas e de exames invasivos também serão adiados.

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“As demandas geradas por pacientes com COVID-19, no entanto, vêm avançando em ritmo acelerado, exigindo cada vez mais a utilização de suporte avançado. Diante deste cenário, e para a manutenção da excelência assistencial no cuidado aos pacientes que já se encontram internados sob nossos cuidados, o Hospital Sírio-Libanês em Brasília entendeu ser necessário restringir temporariamente a entrada de pacientes pelo seu Pronto Atendimento na Capital Federal. A medida valerá por 15 dias ou até que a ocupação atinja níveis seguros”, diz o comunicado.

Serviços ambulatoriais em alas para pacientes sem sintomas de Covid-19, consultas e serviços do Centro de Medicina Diagnóstica e dos Centros de Oncologia seguem em funcionamento.

Fonte: IG SAÚDE

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Passa de 300 o número de UBSs sem vacinas contra a Covid-19 em São Paulo

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Após receber as denúncias, as reclamações são encaminhadas para uma unidade do Ministério Público para que as providências legais sejam tomadas
Rovena Rosa/Agência Brasil

Após receber as denúncias, as reclamações são encaminhadas para uma unidade do Ministério Público para que as providências legais sejam tomadas


Mais de 300 Unidades Básicas de Saúde (UBS) não tinham mais vacinas contra a Covid-19 na cidade de São Paulo nesta segunda-feira (21) até às 17 horas. Segundo a plataforma “De Olho na Fila” , a falta de doses aumentou ao longo do dia. Às 13h20, eram 155 os locais sem funcionar.

A zona mais afetada foi a Norte, onde o que equivalente a 91% do total de postos estão inoperantes. A segunda região mais afetada é a Sul, com 81% dos locais de vacinação fechados. Já a Leste tem 83 unidades fechadas, o que equivale a 44% do total.

As regiões Oeste e Centro não foram tão afetadas e quase todos os postos por lá estão operando, de acordo com a plataforma da prefeitura. Há, no entanto, um posto fechado na Zona Oeste e dois locais sem vacina na região central.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, este é um problema pontual causado pela alta demanda após a abertura de novos grupos de vacinação. “Para atender a demanda, estão sendo feitos remanejamento/abastecimento de doses entre as unidades vacinadoras do município, para garantir a vacinação nos territórios”, afirmou em nota.

Na última sexta-feira (18), a capital paulista passou a permitir que pessoas com 18 anos ou mais pudessem se inscrever na fila de espera para doses remanescentes — conhecida como “xepa da vacina”. A medida gerou uma corrida para o cadastro e longas filas.

Fonte: IG SAÚDE

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