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Hospital Estadual Santa Casa é referência no tratamento de crianças diagnosticadas com Covid-19

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Mesmo não fazendo parte do grupo de risco, crianças também têm sido infectadas pelo novo coronavírus. A direção do Hospital Estadual Santa Casa, referência no atendimento de crianças diagnosticadas com Covid-19, percebeu um pequeno aumento no número de casos.

Os dados do último boletim epidemiológico mostram que foram registrados 2.257 casos e 17 óbitos pela doença entre crianças de zero a cinco anos em Mato Grosso. Somente no Hospital Estadual Santa Casa, no período de junho a agosto, 150 crianças receberam o diagnóstico positivo para doença.

Gilvania Quitéria da Silva, 34 anos, moradora do bairro Jardim Vitória, está com o filho de apenas seis meses internado. A mãe explicou que na primeira consulta realizada em uma unidade de saúde municipal, não foi feito o teste da Covid-19 e a infecção foi atribuída ao nascimento dos primeiros dentes de leite. Já na segunda tentativa de diagnóstico, o médico disse que criança estava com virose. O resultado positivo para coronavírus veio após o atendimento realizado no Hospital Estadual Santa Casa.

“Eu levei meu filho no posto e os médicos falaram que era o dente, depois levei ele na UPA e o médico falou que era uma virose, mas não fez o teste da Covid, nem pegou no meu filho. No sábado, minha tia indicou a Santa Casa, eu trouxe ele para fazer o exame e deu positivo para coronavirus. Meu filho tinha febre e vomitava muito”, explicou a mãe.

De acordo com a médica Carina Coutinho, responsável pela ala pediátrica da Covid-19 do Hospital Estadual Santa Casa, as crianças geralmente apresentam sintomas leve, sem nenhuma complicação grave, algo semelhante a uma gripe.

“O quadro clinico das crianças com Covid-19 é muito variável, pode ser desde sintomas leves até sintomas mais graves. A maioria desses pacientes tem apresentado sintomas leves de resfriado comum: Tosse, coriza, febre dor e garganta. Crianças com algum tipo de comorbidade tem apresentado sintomas mais graves: falta de ar e dores na região tórax”, explicou a médica.

Ainda de acordo com as explicações da médica da pediátrica, “estamos vendo o número de crianças infectadas aumentar”, mas em comparação com os adultos, os organismos do público infantil respondem positivamente ao tratamento, que leva de 10 a 14 dias”

Ângela Ribeiro Messias, é mãe da pequena da pequena Ana Sofia Ribeiro, 7 anos, e veio do município de Confresa, a 1.160 km de Cuiabá. A mãe disse que menina apresentou febre, fez o teste da Covid-19 e o resultado foi positivo para doença. Devido a falta de estrutura na unidade de saúde da sua cidade, ela foi transferida para ser tratada no Hospital Estadual Santa Casa.

“Ela teve muita febre, esse foi o único sintoma que ele apresentou. Na minha família apenas eu tive Covid-19, mas tem dois meses. Na minha cidade não tem especialista em criança para o tratamento da Covid-19, por isso buscamos atendimento aqui. O serviço é ótimo, estou sendo muito bem atendida com a minha filha, todos os profissionais são atenciosos, adorei toda essa estrutura, não tenho do que reclamar”, disse a mãe da menina.

A diretora do Hospital Estadual Santa Casa, explicou que embora tenha sido registrado um pequeno aumento no número casos da Covid-19 em crianças, tudo está bem controlado e que parte dessa demanda são dos pais que testaram positivo para doença no Centro de Triagem.

“Nossa demanda vem casada com os pais que já positivaram pra doença e trazem os filhos para serem testadas aqui na Santa Casa.  Aqui é o local referenciado pelo ministério da Saúde para o tratamento de crianças, estamos com uma média de seis a oito crianças na UTI”, explicou a diretora.

Serviço

Para o tratamento de crianças diagnosticadas com Covid-19, o Hospital Estadual Santa Casa conta com uma equipe de 25 médicos especialistas em pediatria. A unidade fica localizada na Rua Clóvis Hugueney, número 141, no bairro Dom Aquino, próximo à Praça do Seminário.

Fonte: GOV MT

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Secretário de Fazenda participa de debate sobre o risco de crise estrutural nas finanças dos estados

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O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, participa nesta quarta-feira (30), como palestrante, de um webinar para debater ‘O risco de uma crise estrutural nas finanças dos Estados’, promovido pelo Foro Inteligência. Além do titular da Fazenda em Mato Grosso debaterão também os secretários Henrique Meirelles (São Paulo), Décio Padilha da Cruz (Pernambuco), Rafael Tajra Fonteles, (Piauí) e Renê Garcia (Paraná). Os secretários discutirão a implosão das finanças estaduais e o risco de a crise financeira se tornar crônica.

“Acreditamos que o convite para participarmos desse importante debate, deve-se principalmente por causa das medidas contenção de gastos, ajustes fiscal e tributário, levados à efeito desde o início da gestão do governador Mauro Mendes e que agora começam a apresentar resultados positivos”, aponta o secretário Rogério Gallo

O debate online tem início previsto para as 18h (no horário de Mato Grosso). As inscrições são gratuitas e online: https://mailchi.mp/0c46b2fda62b/lyp6wekvlo.  Até o final da tarde desta terça-feira haviam cerca de 500 inscrições. A previsão dos organizadores é alcançar mil pessoas na audiência ao vivo.

O Foro poderá ser visto ao vivo pelo Facebook e pelo Zoom, e posteriormente, no canal da Insight Inteligência no YouTube. As melhores palestras do Foro poderão ser lidas na revista Insight Inteligência.

https://www.facebook.com/events/318902762524100/

https://www.insightinteligencia.com.br/foro/

Foro Inteligência

O Foro Inteligência reúne o BRICS Policy Center e a Insight Comunicação, com o apoio do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da PUC-Rio e da Casa de Afonso Arinos e tem como uma de suas principais propostas promover debates sobre temas mais profundos. O webinar desta quarta-feira será o primeiro a ser promovido pelo Foro.

Segundo um dos curadores do Foro Inteligência, o professor do IRI, Marcio Scalercio, entusiasta de primeira hora da iniciativa, não somente os temas serão estratégicos e pouco abordados ou com abordagem diferente, buscando não só a conexão com o exterior, mas fazer do Rio uma caixa de ressonância da produção de conhecimento país: “Vamos fazer do Rio a verdadeira capital dos debates fundamentais e multidisciplinares”.

Fonte: GOV MT

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