Mato Grosso
Hospital Central inicia operação com Gestão Einstein nesta segunda-feira
Após 34 anos de espera e uma inauguração simbólica em dezembro, o Hospital Central do Estado de Mato Grosso, sob gestão do renomado Einstein Hospital Israelita e vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), inicia oficialmente suas operações nesta segunda-feira (19.1). A unidade, que representa um marco na saúde pública mato-grossense, começa seus atendimentos ambulatoriais focada em pacientes encaminhados via Sistema Estadual de Regulação (Sisreg).
Neste primeiro dia de funcionamento, cerca de 30 pacientes estão agendados para consultas em especialidades cruciais: urologia, cirurgia pediátrica e ortopedia pediátrica. A previsão é atender 10 crianças e 20 adultos, marcando o início de uma nova era para os serviços de alta complexidade no estado.
O Hospital Central, que teve sua construção paralisada por mais de três décadas, foi entregue com uma estrutura ampliada de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída, abrigando o que há de mais moderno em tecnologia para atender a população gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Acesso exclusivo via regulação
O secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, ressaltou o caráter histórico da data e fez um importante esclarecimento sobre o funcionamento da unidade. “É um dia histórico para a Saúde Pública de Mato Grosso com o início do funcionamento do Hospital Central. Lembramos a todos que o local não funciona como unidade de porta aberta, sendo o acesso realizado apenas por meio da regulação do SUS, por se tratar de casos de alta complexidade”, explicou.
A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, destacou o foco da equipe na qualidade e segurança do paciente. “A gente vem trabalhando muito com as questões de qualidade e segurança. Temos uma infraestrutura que colabora muito para tudo isso, um grande investimento em tecnologia, então a gente espera trazer muita qualidade e segurança, que os pacientes possam ser atendidos de forma bastante efetiva e tendo resolução dos seus casos”, afirmou. Inicialmente, a equipe fará a avaliação clínica e os exames de apoio necessários para preparar os pacientes para futuras cirurgias.
Infraestrutura avançada para alta complexidade
A estrutura do Hospital Central é impressionante, contando com 287 leitos totais, sendo 191 de enfermaria e 96 de cuidados intensivos – destes, 60 são leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Seu Centro Cirúrgico dispõe de 10 salas cirúrgicas e 1 sala híbrida com hemodinâmica. Entre os equipamentos de ponta, destacam-se um sistema robótico para cirurgias minimamente invasivas, dois tomógrafos, dois equipamentos de ressonância magnética, um aparelho de hemodinâmica para diagnóstico, um equipamento para eletroencefalografia, um equipamento de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) e um sistema para endoscopia.
Na primeira semana, as atividades se concentrarão nos atendimentos ambulatoriais de Urologia, Ortopedia Pediátrica e Cirurgia Pediátrica, com foco na avaliação clínica e uso da infraestrutura diagnóstica. A expectativa é que as especialidades e serviços sejam gradualmente ampliados, conforme o faseamento contratual, até que a unidade atinja sua plena capacidade operacional, prometendo transformar a oferta de saúde de alta complexidade para os mato-grossenses.
Mato Grosso
Lei Seca prendem seis condutores por embriaguez e apreende 31 veículos
A fiscalização começou à 1h e se estendeu até as 5h. As duas ações somaram 175 abordagens e 177 testes de alcoolemia realizados. No total, 31 veículos foram removidos, sendo 26 carros e 5 motocicletas.
Além disso, foram lavrados 68 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 11 relacionados ao consumo de álcool, 30 por falta de licenciamento ou registro junto ao órgão de trânsito, 11 por falta de Carteira de Habilitação (CNH), entre outras irregularidades.
Essas operações fazem parte do reforço ao policiamento durante o período de Carnaval, dentro do programa Tolerância Zero.
Nos casos de prisões por embriaguez, além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade, a multa inicial é de R$ 2,9 mil, podendo chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência, com suspensão da CNH, entre outras implicações legais.
A Operação Lei Seca é uma ação coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Sistema Socioeducativo, da Polícia Penal, do Corpo de Bombeiros Militar, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá.
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