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Homem morre após inalar fumaça dentro de porta-malas de viatura; veja vídeo

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Homem morre após abordagem da PRF em Sergipe

Um homem de 38 anos morreu após uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-101 no município de Umbaúba, no litoral de Sergipe, nesta quarta-feira (25.05). A vítima foi identificada como Genivaldo de Jesus Santos.

Imagens da ação foram compartilhadas nas redes sociais e mostram a vítima sendo algemada no chão e depois colocada pelos agentes no porta-malas da viatura. De dentro do carro sai fumaça.

 

 

Santos chegou a ser socorrido, mas teve a morte confirmada pelo hospital de Umbaúba. Em nota encaminhada ao G1, a PRF informou que abriu um procedimento disciplinar para averiguar a conduta dos policiais envolvidos. O comunicado afirma ainda que técnicas de imobilização e instrumentos de menor potencial ofensivo foram empregadas para conter a Santos que, segundo a PRF, estava agressivo.

O sobrinho da vítima, Wallyson de Jesus, disse ao G1 que a vítima foi abordada por agentes da PRF quando pilotava uma motocicleta.

“Eu estava próximo e vi tudo. Informei aos agentes que o meu tio tinha transtorno mental. Eles pediram para que ele levantasse as mãos e encontraram no bolso dele cartelas de medicamentos. Meu tio ficou nervoso e perguntou o que tinha feito. Eu pedi que ele se acalmasse e que me ouvisse”, afirmou.

De acordo com Jesus, os policiais ignoraram os apelos, fizeram o uso de spray de pimenta e colocaram a vítima dentro do porta-malas da viatura. O caso é investigado pela Polícia Civil.

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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