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Homem forja sequestro e se suja com próprio sangue para deter divórcio

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 Caso foi registrado na delegacia de Boituva
Reprodução/Google Street View 2.6.2022

Caso foi registrado na delegacia de Boituva

A delegacia de Boituva (SP) prendeu um homem de 47 anos após ele se sujar com o próprio sangue e forjar seu sequestro. A motivação? Comover a esposa, que pediu o divórcio. Ele vai responder por “comunicação falsa de crime”.

O caso aconteceu em Boituva, no interior de São Paulo, na manhã da última segunda-feira (30/5). Ele saiu de casa no domingo e a esposa recebeu mensagens de WhatsApp no dia seguinte. Na conversa, uma pessoa dizia que ia matar o homem.

Sujo de sangue

Aterrorizada pelas mensagens, mulher foi até a delegacia dizendo que o marido foi sequestrado. A Polícia Civil passou a investigar o caso. O homem foi encontrado no acostamento de uma estrada com as roupas sujas de muito sangue e se queixando de dores. Ele relatou que tinha passado a noite amarrado em uma árvore, mas teria conseguido fugir.

Mais tarde os policiais foram no local do possível sequestro e encontraram uma sacola com agulhas e seringas, além de papéis com anotações do crime. O homem acabou confessando que tirou o próprio sangue e sujou suas roupas para impedir a separação. Ele não teve ferimentos.

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Vídeo: tropas russas bombardeiam conjunto habitacional em Donetsk

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Rússia bombardeou bloco de apartamentos nos arredores de Donetsk
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Rússia bombardeou bloco de apartamentos nos arredores de Donetsk

Tropas russas bombardearam um conjunto habitacional situado no vilarejo de Pisky, nos arredores de Donetsk, capital ucraniana. Imagens aéreas divulgadas nesta quinta-feira mostram os blocos de apartamentos sendo atingidos pelos mísseis. No local ocorrem intensos confrontos entre a  Rússia e a Ucrânia desde a semana passada.

Os vídeos mostram um total de 19 explosões. Algumas delas fazem surgir um “flash” na proximidade do impacto e também efeitos residuais nos arredores.

As imagens dos bombardeiros foram checadas pela rede de televisão britânica SkyNews. De acordo com a emissora, um especialista em armas afirmou que os militares russos podem ter usado bombas termobáricas.

Utilizadas em espaços urbanos, essas armas, também chamadas de bombas a vácuo, têm um potencial maior de causar mortes de civis.

O efeito destrutivo do explosivo é potencializado através de um mecanismo que permite a bomba capturar o oxigênio ao redor do artefato. Como resultado, têm-se explosões mais fortes, com temperaturas mais elevadas e que causam uma maior onda de choque.

A detonação desses artefatos acontece em duas etapas. Na primeira delas, uma explosão convencional leva ao rompimento de um recipiente que carrega um aerossol. A substância se dispersa no ar, como uma nuvem, com componentes de combustível e metal.

Em seguida, uma outra carga explosiva é detonada e transforma o gás em uma bola de fogo. O oxigênio da área no entorno é queimado e produz-se uma onda de choque mais destrutiva, com pressões e temperaturas extremas.

Apesar do uso desse tipo de armamento ser amplamente condenado por organizações de Direitos Humanos, bombas termobáricas não são proibidas pelo Direito Internacional.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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