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Homem compra tijolos pensando ser maconha: “Não existe mais traficante honesto”

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policial segurando tijolo
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O homem comprou dois tijolos comuns pensando ser maconha

Nesta quinta-feira (26), em Minas Gerais , um traficante foi preso após comprar tijolos comuns pensando que eram de maconha . A polícia acompanhou o trâmite para a troca do material. Além desse, outros três homens e uma mulher foram presos. As informações são do jornal Correio Braziliense .

O caso aconteceu durante uma operação das Polícias Civil e Militar em quatro cidades do Sul de Minas. Segundo os agentes, o trabalho começou por causa de denúncias anônimas e, além do tráico de drogas, a operação também prendeu pessoas por violência doméstica e roubo.

Durante a operação, também foram apreendidos 35 papelotes de cocaína e duas pedras da mesma droga, que não estavam fracionadas, dois tabletes de maconha, cigarros, balança de precisão, materiais para embalar a droga, dois celulares, um veículo e mais de R$3,5 mil. 

Tijolos 

De acordo com os policiais, uma das pessoas que foram detidas teria comprado um tijolo comum pensando que era de maconha e teria pago cerca de R$ 1,5 mil. O homem de 35 anos foi preso em Bom Jesus da Penha, junto com esposa dele, de 24.

“Durante a investigação, captamos a transação e o homem estava muito bravo com outro traficante, que vendeu o tijolo falso. Ele estava cobrando uma postura ética desse traficante. ‘Não existe mais traficante honesto hoje em dia’. Ele tinha dado o prazo para outro traficante fazer a troca desse tijolo”, ressalta delegado.

Ainda de acordo com a polícia, o homem seria um dos articuladores do tráfico da região. Ele é de Nova Resende e estaria morando em Bom Jesus da Penhas. “Ele achou que estando em uma cidade menor, não seria descoberto”, afirma.

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Médico relata que ele e colegas sofreram perseguição por não apoiar cloroquina

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sergio cimerman
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Sergio Cimerman

O médico infectologista  Sérgio Cimerman declarou, na tarde deste domingo (17), durante coletiva de imprensa para comentar sobre a aprovação da Coronavac pela Anvisa, que ele e diversos outros médicos foram alvo de ameaças por não defenderem tratamentos sem comprovação científica, como a cloroquina, a ivermectina e o tratamento precoce.

“Na luta da nossa especialidade, agora eu vou abrir aos jornalistas, estamos sofrendo ameaças de morte constantes por parte de negacionaistas (…) não só eu como todos os diretores da sociedade brasileira de infectologia, que não apoiamos a cloroquina, ivermectina e o tratamento precoce”, afirmou.

Ele ainda afirmou que, apesar das ameaças, não deixou de acreditar na ciência e fazer o que é o certo.

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“Nós não nos furtamos até hoje de fazer a ciência e nós vamos continuar, com ameaças de morte ou não, seguindo na luta”, complementou.

Dados da vacina 

Após aprovação da Anvisa, o governo do estado de São Paulo detalhou, neste domingo (17),  como vai ser o plano de distribuição e aplicação da Coronavac, imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

O diretor do Instituto Butantan,  Dimas Covas, confirmou o envio das doses prontas da CoronaVac para o Ministério da Saúde. De acordo com o diretor, das 6 milhões de doses, 4.636.936 serão enviadas para o governo federal. As outras 1.357.640 serão distribuídas pelo estado de São Paulo.

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