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Hoje, 05 de Setembro, é o dia da Amazônia!

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Da Assessoria

Juacy da Silva

Juacy da Silva

Notícia veiculada pelo jornal e site THE HILL, de Washington, EUA na data de hoje, informa que “ O Presidente Bolsonaro, do Brasil, poderá perder (não comparecer) à Reunião do Clima (SUMMIT), que discutirá as queimadas na Amazônia, devido a uma cirurgia que vai realizar.

 

Esta reunião antecede ou tem eventos paralelos `a Assembleia Geral da ONU que deverá ocorrer a partir de 24 deste mês em Nova York, quando, tradicionalmente o Presidente do Brasil abre os trabalhos dela.

 

Por iniciativa do Secretário Geral da ONU, António Guterres, de Portugal, as questões ambientais, as mudanças climáticas e o problema do desmatamento e das queimadas na Amazônia em geral e Amazônia brasileira em particular, serão debatidas na referida Assembleia Geral, demonstrando que existe uma preocupação mundial com esta questão.

 

O Governo Bolsonaro pode perder uma excelente oportunidade para discutir a Questão da Amazônia,  principalmente para “esclarecer” aspectos controvertidos de suas posturas em relação a questão ambiental em geral, das queimadas, demarcação de terras indígenas, áreas de reserva florestal e de proteção ambiental.

 

Complementando este assunto, ontem, quarta-feira, 04 de setembro 2019, das 5:00 da tarde até meia noite, a rede de TV CNN realizou o que aqui nos EUA e denominado de “Town Hall”, quando cidadãos, representando os diversas segmentos populacionais, se reúnem para debater livremente, mediados por jornalistas/ancoras da TV, questões importantes que devam ser abordadas por candidatos a candidato a Presidente da República. Dez, dos 20 pré-candidatos, com melhor desempenho nas pesquisas de opinião, durante 40 minutos cada um ou cada uma, discutiram a CRISE CLIMÁTICA GLOBAL e como os EUA podem voltar a liderar o processo de redução do aquecimento global e o combate `as mudanças climáticas.

 

Por diversas vezes, alguns candidatos falaram sobre a questão das queimadas na Amazônia, demonstrando que a realidade da Amazônia está sendo discutida internacionalmente e não apenas no Brasil e nos países que integram a Pan-Amazônia. Será que essas discussões internacionais podem resvalar sobre a soberania nacional em relação `a Amazônia?

 

Como vemos, a Amazônia continua na pauta das discussões internacionais! Afinal, todos os países se comprometeram a reduzir os índices de poluição em geral e  atmosférica em particular, oriunda de diversas origens: poluição industrial,  poluição agropecuária, poluição urbana e do trânsito, poluição das queimadas, poluição dos rios, lagos e dos oceanos e outras formas de poluição e degradação ambiental que estão provocando as MUDANÇAS CLIMATICAS no mundo todo, afetando bilhões de seres humanos e a biodiversidade. Só não vê e nem percebi quem não quer ou tem uma visão muito limitada da realidade e seus desdobramentos no horizonte temporal.

 

Afinal, se o Brasil é signatário do Acordo de Paris, tem a obrigação de cumprir as cláusulas contidas no mesmo e a realizar as ações que se comprometeu dentro dos prazos estabelecidos, incluindo “Desmatamento zero e queimadas zero” na Amazônia e, por  extensão, outro bioma que está sendo destruído impiedosamente pela ganância de uns poucos, em detrimento da grande maioria do povo brasileiro.

A falta de cumprimento deste acordo já está acarretando e poderão acarretar sérios problemas e prejuízos econômicos para o Brasil, principalmente relativos ao comércio internacional com diversos países, incluindo os integrantes da União Europeia, Canadá e outros mais, que estão cobrando ações mais efetivas por parte dos Governo brasileiro

É mais do que urgente que o Governo Federal, os Governos estaduais e municipais definam uma política ambiental nos âmbitos de atuação das três esferas de governo e tambem defina os espaços de participação da sociedade civil organizado. E que esta política contemple planos nacionais, estaduais e municipais de meio ambiente em todos os aspectos que o mesmo deve contemplar, incluindo definição de objetivos de curto, médio e longo prazos, fontes de financiamento para tais ações.

 

Só neste contexto é que um Plano Integrado de longo prazo para a Amazônia tem sentido. Ações emergenciais não resolvem os problemas recorrentes, como do desmatamento e das queimadas na Amazônia, são apenas formas de agradar tangencialmente a população ou tentar melhorar a imagem do governo.

 

Mais importante ainda, nossos governantes precisam dialogar, vale dizer ouvir mais com a população, incluindo todos os setores da sociedade e não apenas os grandes empresários ou os marajás da República, jamais colocarem-se como verdadeiros semideuses ou ditadores que apenas “comunicam” suas decisões aos governados, deixando o ônus, os prejuízos de seus erros, omissos ou má gestão para os contribuintes, como é o caso do VLT em Cuiabá e de milhares de outras obras, verdadeiros elefantes brancos, que estão paralisadas pelo Brasil afora.

 

No caso do VLT em Cuiabá e Várzea Grande, que era para server para as obras da COPA de 2014, já foram gastos mais de R$ UM BILHÃO de reais e tudo está perdido, recursos esses mais que suficientes para resolver os problemas da saúde e da educação em Mato Grosso. Toda a corrupção e má gestão envolvendo essas obras paralisadas continuam sendo um escárnio para a população, de forma impune!

 

Democracia sem participação popular é um simulacro e serve apenas para defender os interesses dos grupos minoritários que vivem e se enriquecem `as custas ou `a sombra do poder, deixando de lado, excluindo a grande maioria da população que continua vivendo na pobreza e na miséria.

 

Juacy da Silva, professor universitario, sociólogo, mestre em Sociologia. [email protected] E-mail [email protected] Blog www.professorjuacy.blogspot.com

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A hora da colheita

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Francisney Liberato

Francisney Liberato

Aquele que espera pelo que plantou nunca se decepcionará. Ainda que demore, o tempo certo para que todas as coisas se cumpram, não se atrasa.

 

Qual seria o momento ideal para uma colheita? Se você é um agricultor e planta o milho, quanto tempo é necessário para colhê-lo? O momento certo da colheita traz outros fatores indispensáveis para o sucesso do plantio.

 

Segundo especialistas do ramo, antes de começarmos a pensar na colheita, é relevante que se planeje o plantio. Você precisa analisar o solo adequado para se plantar o milho, avaliar se o solo precisa de correções para que a plantação seja bem-sucedida.

 

É importante deixar o espaçamento adequado para o plantio. A depender do tipo do milho, alguns podem necessitar de mais espaços, já outros tipos, não; saber escolher bem as sementes; cuidar para que as pragas não invadam e destruam a sua plantação; suprir com irrigação necessária; colocar a temperatura apropriada. O milho precisa de muita iluminação da luz solar. Guardadas as variações das espécies dos milhos, a colheita pode acontecer em cerca de três meses ou levar até dez meses.

 

Então, qual é o tempo necessário para colheita do milho? Conforme acima dito entre três e doze meses. De todo modo, o milho precisa de tempo, entre a sua preparação até chegar o momento da colheita.

 

Já temos debatidos em outros textos sobre o plantio e sempre dei ênfase, na lição de quem planta, colhe; quem não planta, não colhe. Quem planta banana, colherá banana. Quem planta melancia, colherá melancia. Não tem como ser diferente disso, é a lógica do plantio e da colheita.

 

Além dos fatores já mencionados, é importante frisarmos de que todo plantio depende de tempo para a sua maturidade.

Na nossa vida comportamental, muitos não plantam nada, e pretendem colher; outros plantam errado e desejam colher o certo. Além do mais, é necessário tempo para que o fruto esteja maduro. Ninguém em sã consciência planta a semente hoje e espera que o fruto nasça amanhã

Qual é o momento da colheita? Depende, pois assim como o milho, que existem de vários tipos e espécies, e cada qual com o seu tempo de maturidade, nós, como seres humanos não somos diferentes disso, pois, cada indivíduo tem a sua particularidade e o seu tempo para se tornar maduro. Contudo, infelizmente, alguns nunca conseguirão obter a maturidade e gozar da colheita correta.

 

Levando em consideração a criatura ímpar que é o ser humano, a variação de cada um, o solo em que ele está vivendo, o ambiente, os cuidados que têm com a sua plantação, o zelo para que a plantação dê resultados satisfatórios, é difícil o dizer o tempo exato da colheita.

 

O momento da colheita não sabemos quando será. Porém, de um cenário eu tenho certeza, quem planta, colhe, pode ser que a colheita demore um pouco, além do seu esperado, porém, no momento exato, você colherá os frutos desejados.

 

*Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

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