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História de Comodoro
Saiba mais sobre o surgimento da cidade de Comodoro
A denominação Comodoro se deve ao conteúdo de alta relevância, de nobreza, de superioridade do termo empregado pela Marinha.
A colonização na região começou com os incentivos dos governos federal e estadual para a ampliação da fronteira agrícola. Por ser ponto limítrofe entre os Estados de Mato Grosso e Rondônia, foi se formando um núcleo de povoamento que, inicialmente, denominou-se Nova Alvorada, tornando-se distrito a 6 de junho de 1977.
A colonização de Nova Alvorada foi idealizada por Raimundo Costa Filho, o fundador da cidade de Colíder. Comodoro é fruto de um projeto de colonização surgido em 1983, idealizado por José Carlos Piovesan, atraindo pessoas de todas as partes do país. O nome Comodoro foi escolhido através de uma lista que o colonizador da localidade fez junto à própria família.
Através da Lei nº 4.091 de 13 de julho de 1979, transferiu a sede de Nova Alvorada para o distrito de Novo Oeste. A Lei nº 4.636, de 22 de março de 1985, criou o distrito de Comodoro, transferindo para este a sede antiga de Novo Oeste.
O município foi criado a 13 de maio de 1986, pela Lei Estadual nº 5.000.
English – HISTORY
The Commodore name is due to the content of high relevance, of nobility, superiority of the term used by the Navy.
Colonization in the region began with the incentives of federal and state governments to expand the agricultural frontier. For it lies between the neighboring states of Mato Grosso and Rondonia, was to form a nucleus of settlement, which originally was called New Dawn, becoming district on 6 June 1977.
The colonization of New Dawn was designed by Raimundo Costa Filho, the founder of the city of Colíder. Commodore is the result of a colonization project emerged in 1983, designed by José Carlos Piovesan, attracting people from all parts of the country. The Commodore name was chosen from a list that the settler of the town made by the family.
By Law No. 4091 of 13 July 1979, transferred the seat of New Dawn for the District of New West. Law No. 4636 of 22 March 1985, created the District of Commodore, transferring to it the old headquarters of the New West.
The council was created on May 13, 1986, by State Law No. 5000.
Español – HISTORIA
El nombre Commodore es debido al contenido de alta relevancia, de la nobleza, la superioridad de la expresión utilizada por la Marina.
La colonización de la región comenzó con los incentivos de los gobiernos federal y estatal para ampliar la frontera agrícola. Para que se encuentra entre los estados vecinos de Mato Grosso y Rondonia, era formar un núcleo de asentamiento, que originariamente se llamaba Nuevo Amanecer, convirtiéndose en el distrito el 6 de junio de 1977.
La colonización del Nuevo Amanecer fue diseñado por Raimundo Costa Filho, el fundador de la ciudad de Colíder. Commodore es el resultado de un proyecto de colonización surgió en 1983, diseñado por José Carlos Piovesan, atrayendo a personas de todas partes del país. El nombre Commodore fue elegido de una lista que los colonos de la ciudad realizados por la familia.
Por la Ley N º 4091 de 13 de julio de 1979, trasladó la sede de Nuevo Amanecer para el Distrito de New West. La Ley N º 4636, de 22 de marzo de 1985, creó el Distrito de Commodore, trasladando a éste la antigua sede del nuevo Oeste.
El Consejo fue creado en Mayo 13, 1986, por la Ley Estatal N º 5000.
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Experiência em Comodoro inspira debate sobre educação prisional
A experiência desenvolvida na Cadeia Pública de Comodoro, apresentada durante a III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena, promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Secretarias de Estado de Educação e Justiça , despertou reflexões sobre a importância de ampliar o compartilhamento de iniciativas exitosas entre as unidades prisionais do estado.
Com o tema “Letras que Libertam: Educação e Leitura no Sistema Prisional”, a professora e facilitadora Luana Pâmela Cordeiro de Sousa Belmont apresentou na tarde desta quarta-feira (3) os resultados do trabalho de alfabetização e incentivo à leitura realizado junto às pessoas privadas de liberdade da unidade de Comodoro, evidenciando o potencial transformador da educação no processo de ressocialização.
Durante sua exposição, a educadora relatou que decidiu atuar de forma mais intensiva na alfabetização após constatar que alguns custodiados não sabiam sequer assinar o próprio nome.
“Fiquei incomodada com o fato de algumas pessoas não saberem nem assinar o nome. Muitas vezes existe a ideia de que o sistema prisional não é um espaço para adquirir conhecimento, mas encontrei pessoas com muita vontade de aprender. Elas queriam escrever o próprio nome, os nomes dos filhos e participar dos projetos de remição pela leitura”, contou.
Atualmente, cerca de 120 pessoas privadas de liberdade participam das atividades de remição pela leitura na unidade prisional. Paralelamente, dez estudantes integram as turmas de alfabetização, organizadas de acordo com os diferentes níveis de aprendizagem.
Segundo a professora, o trabalho é desenvolvido com metodologias adaptadas à realidade dos alunos e busca fortalecer não apenas a alfabetização, mas também a autonomia e a autoestima dos participantes.
“Eu sempre digo que é impossível alguém passar pelas aulas sem aprender pelo menos o básico. Quero que saiam dali com condições de buscar uma oportunidade de trabalho, conversar com os filhos e ter mais independência. Trabalhamos a partir da realidade deles, do próprio nome, das experiências que carregam”, explicou.
A apresentação evidenciou o impacto positivo das ações educacionais desenvolvidas dentro do sistema prisional e suscitou discussões entre os participantes sobre a possibilidade de reunir experiências exitosas em um banco de boas práticas. A iniciativa permitiria registrar, compartilhar e difundir projetos que vêm apresentando resultados positivos em diferentes unidades prisionais de Mato Grosso, fortalecendo as políticas de educação e ressocialização.
Para Luana, independentemente do contexto em que esteja inserida, a educação continua sendo uma das mais importantes ferramentas de transformação social.
“A educação é um instrumento poderoso. Ela cria oportunidades, amplia horizontes e permite que as pessoas construam novas perspectivas para suas vidas”, afirmou.
A III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena é realizada pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do TJMT, em parceria com a Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (Coeja) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e o Núcleo de Educação no Sistema Penitenciário (NESP) da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT). O evento é coordenado pelo juiz auxiliar do GMF/TJMT, Pierro de Faria Mendes, responsável pelo Eixo Práticas Educativas.
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