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Headhunter dá dicas de estilo para a entrevista de emprego virtual

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Headhunter dá dicas de estilo para a entrevista de emprego virtual
Reprodução: Alto Astral

Headhunter dá dicas de estilo para a entrevista de emprego virtual

Em tempos de home office e pandemia, as entrevistas de emprego online estão ganhando cada vez mais força. Portanto, em algum momento, talvez você já tenha se questionado sobre como se apresentar para uma empresa na entrevista virtual. Qual o melhor cenário? E quanto à roupa ?

Assim, pensando em auxiliar você nesse processo, a Headhunter Dani Verdugo, da THE Consulting, separou para o Alto Astral algumas dicas infalíveis para você não errar e deixar a melhor “primeira impressão” possível!

Pegue o papel e caneta, e venha aprender como fazer suas escolhas, com base nessas dicas valiosas de quem entende tudo do assunto, e arrasar!

Planeje o melhor cenário

Antes mesmo de pensar no dress code , é essencial encontrar um local que esteja limpo, organizado, com boa acústica e à prova de interrupções. É importante também testar seus equipamentos, funcionalidades da plataforma que será utilizada e internet antes da entrevista.

Lembre-se: vale utilzar as mensagens-chave como ponto de apoio para respostas, e não como um guia a ser ensaiado. Entrevistas ensaiadas tendem a ser menos objetivas.

Respeite o seu estilo

A sua personalidade é um dos fatores que serão observados na entrevista. Portanto, independentemente de se apresentar de maneira mais ou menos formal, é essencial imprimir a sua personalidade na hora de escolher o look para a ocasião. Uma peça, acessório, corte de cabelo ou barba já são suficientes.

Você viu?

Aposte no básico

Cores neutras, peças estruturadas, cabelos penteados, unhas bem feitas, dão o tom de um profissional que está se cuidando e que se preparou para aquele momento.

Maquiagem e aparência saudável

Maquiagem leve com tons de nude e rosê ajudam a compor uma imagem que transmita elegância, além da aparência saudável. Para os homens que tiverem pele muito oleosa, a dica é garantir que ela esteja seca e limpa. Se a pele for muito seca, vale passar um hidratante no rosto.

Evite

Com base nas recomendações acima, a dica da especialista é evitar cores fortes, estampas marcantes e acessórios em excesso para arrasar na entrevista online!

Boa sorte!

Fonte : Dani Verdugo, empresária e headhunter que atua com Executive Search na THE Consulting.

Fonte: IG Mulher

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Especialista explica como tornar o retorno à escola um processo tranquilo

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Professora e aluna de máscara
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Professora e aluna de máscara


Muitas crianças e adolescentes retornam às aulas presenciais nesta segunda-feira (2).  Isoladas em casa e com o ensino remoto desde março de 2020 , devido à pandemia pela Covid-19, voltar ao convívio social não é como voltar de férias nem mesmo como a primeira ida à escola. Além das máscaras e protocolos de higiene, neste período muitas crianças foram educadas sobre o distanciamento social e os riscos de proximidade – que fazem parte do protocolo para volta às aulas

Muitas crianças e adolescente perderam pessoas em sua vida – o Brasil soma, pelo menos,  45 mil órfãos  pelo coronavírus – e este fator também deve ser levado em consideração quando se fala do retorno às aulas . Para entender mais sobre quais comportamentos devem servir de alerta aos pais e educadores, bem como medidas que podem ser tomadas, o iG Delas conversou com a psicóloga Nanda Perim.

A escola é uma piscina

“A grande diferença da adaptação escolar antes e agora são duas. Primeiro que as crianças estão há muito tempo dentro de casa, sem conviver com outras crianças. Com um convívio mais intenso com os pais – e isso faz uma diferença grande. Então é uma adaptação mais intensa. A segunda grande diferença é que os pais provavelmente não podem entrar na escola.”

A especialista fala que a escola é uma piscina com água gelada que a criança precisa se acostumar e traz o questionamento sobre jogar a pessoa de uma vez ou respeitar o ritmo dela. “Você jogar essa criança em uma piscina de água gelada e ir embora, essa criança vai sofrer e criar uma uma sensação de insegurança naquele ambiente. Não vai querer ir, alguns dias depois não vai querer nem entrar, nem colocar uniforme ou chegar perto da escola.”

Você viu?

Apesar da cultura que normaliza o choro das crianças, independente do tempo e do que ele possa ocasionar (como vômito), a especialista diz que ele é um sinal de alerta, se não o primeiro, de que a adaptação não está fluindo. Além disso, a apatia merece uma atenção especial e não deve ser confundida com bom comportamento.

De acordo com Nanda, provavelmente a criança está anestesiada porque o cérebro dela ficou com tanto medo e ela não soube lidar, que desligou. Por fim, a agitação também é um ponto de alerta sobre não conseguir enfrentar a situação.

Crianças enlutadas

Com mais de 500 mil mortos pela Covid-19 no Brasil, muitas crianças e adolescentes que vão retornar para as escolas estão vivendo um luto. Assim, apesar do clima de comemoração pela volta às aulas, é importante lembrar este contexto não só na recepção, mas nos dias letivos que seguem. A especialista ressalta a importância da instituição docente conhecer a realidade e o que aconteceu com o aluno neste período em que as aulas foram remotas.

“Eu recebi a mensagem de uma mãe de gêmeos que tinha acabado de perder o marido e, na adaptação, ficou o primeiro dia de aula e não perguntaram nada. Os meninos ficaram chorando o dia inteiro e, quando a mãe foi buscar na escola, a professora falou que um deles devia ser autista porque ele é muito esquisito. Então, olha essa recepção, a mãe e as crianças enlutadas. O que elas recebem: um rótulo. Um diagnóstico totalmente antiético, anti-profissional. Assim, a maior preocupação tem que ser em contextualizar a realidade dessas crianças para adaptar.”

A especialista destaca que cada criança tem seu tempo, mas que, dentro dessas condições, provavelmente o período de adaptação dure cerca de dois ou três meses. Neste tempo, o esperado é que elas não queiram ir alguns dias, ou ficar um período menor do que o programado, tenham dificuldade em dividir os brinquedos e outras interações sociais. Nanda aponta que é preciso paciência e acolhimento neste processo.

“Eu sugiro que as escolas façam vídeos apresentando os professores, a sala de aula, aquela escola, para a criança chegar na escola já ambientalizada. São vários detalhes que podem fazer toda a diferença. Uma coisa que os pais podem fazer é ter uma rotina na parte da manhã, um ritual de ir pra escola. Então a criança vai começar a se acostumar com a temperatura da água antes de sair de casa. Você vai dar vários avisos, vai botar o uniforme na frente da criança porque vai começar a conversar sobre como a escola é legal, por que é legal, o que tem de legal lá. O vídeo ajuda nisso: ‘Lembra da professora? Você vai encontrar ela lá. Lembra daqueles brinquedos? Você vai encontrar eles lá.’ Então, todo um ritualzinho antes de sair de casa para essa criança não chegar tão crua na porta da escola”, conclui.

Fonte: IG Mulher

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