POLÍTICA NACIONAL

Haddad diz que está em um grupo no WhatsApp com Evo Morales

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Fernando Haddad%2C ex-presidente de São Paulo
Reprodução/TV Cultura

Fernando Haddad, ex-presidente de São Paulo

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse em entrevista ao programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (6) que está em grupos de WhatsApp nos quais ele troca mensagens com o ex-presidente boliviano Evo Morales.

O comentário foi feito pelo petista enquanto ele falava sobre a fundação do PT, que, segundo ele, surgiu para se contrapor a uma visão de esquerda que era muito prevalente na década de 1970.

Durante sua fala, Haddad disse que é crítico a governos de esquerda que mudam as “regras do jogo” para se perpetuarem no poder. Um dos exemplos foi o de Morales. “Se o PT fosse dessa forma, eu já estaria fora. Eu não ficaria em uma agremiação que pensa dessa forma”, completou.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaristas e Centrão defendem governo por cheques de Michelle

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Governo do presidente Bolsonaro está sendo afetado por cheques pagos a Michelle

O Centrão e grupos bolsonaristas se uniram em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após a divulgação de  pagamentos feitos por Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, à primeira-dama Michelle Bolsonaro por meio de cheques.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo , a conta de Michelle recebeu entre 2011 e 2016 um repasse de até R$ 89 mil. A revelação foi feita após uma apuração da revista Crusoé mostrar que a primeira-dama já tinha recebido uma quantia de R$ 72 mil . O valor, no entanto, foi ainda maior.

Os dois grupos ignoram a falta de explicação sobre como se deram os supostos empréstimos, já que a a quebra de sigilo mostrou que não há depósitos do presidente na conta de Queiroz que comprovem a ajuda financeira.

Após a divulgação do caso, auxiliares do presidente passaram esta sexta-feira (7) tentando dizer que os valores eram irrelevantes e que não seria possível lembrar de todas as movimentações bancárias. Eles não responderam, no entanto, como os supostos empréstimos foram feitos.

“Depósitos? De jeito nenhum. Vocês estão forçando a barra demais. Precisa bem mais do que isso pra configurar alguma coisa”, disso Cabo Junio Amaral (PSL-MG).

“Não vejo nada de ilegal em alguém depositar um cheque. Nessa época, cheque comia solto. Alguém reclamou de alguma desonestidade quanto aos cheques?”, respondeu Bibo Nunes (PSL-RS).

Para os integrantes da oposição ao governo federal, as novas revelações levam de novo a investigação da rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para próximo do Palácio do Planalto. Á época, o então deputado estadual da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) recebeu de volta parte dos salários pagos a seus assessores parlamentares.

“Há dois dados da vida política do clã Bolsonaro: relação íntima com as milícias e esquema financeiro a partir da política. Pra haver evolução política, desdobramentos, há que se ter outro quadro de forças”, disse Orlando Silva (PC do B-SP). “As elites seguem sustentando o governo. Assim não há mudança. Até porque não há alternativa posta”, completou.

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