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Hábitos saudáveis para cultivar ao longo do ano

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Ana Melo

Hbitos saudveis para cultivar ao longo do ano

O começo do ano é uma ótima oportunidade para adotar novos hábitos saudáveis que podem fazer a diferença na sua vida. Se você já pensou em ter hábitos mais saudáveis e começar a pensar em um consumo mais consciente, agora é a hora de tentar colocar em prática! Confira a seguir alguns hábitos para deixar a vida mais leve e contribuir para um consumo mais sustentável.

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Hábitos saudáveis para cultivar ao longo do ano:

Beba bastante água

Acho que todo mundo está cansado de ouvir que beber água é importante, mas, de fato, é mesmo! Existem diversos aplicativos para lembrar o usuário a beber água, porém, a maneira mais simples é sempre manter uma garrafinha de água cheia por perto e sempre beber um pouco toda vez que olhar para ela. É bem simples essa dica, e funciona!

Faça exercícios

O corpo sofre bastante com o sedentarismo e, em período de pandemia, foi notável como o corpo fica dolorido com pequenos esforços. Hoje, mais do que nunca, é aconselhável escolher algum tipo de exercício físico para fazer em casa por uns 30 minutinhos por dia. Além de contribuir para uma rotina mais saudável, o exercício físico influencia diretamente no nosso humor, liberando endorfina, o hormônio do prazer e bem estar. 

Meditação

Não precisa ser nada muito elaborado para começar a meditar. Que tal fazer antes de dormir, usando uma meditação guiada? A meditação guiada é uma opção para quem tem dificuldade de se concentrar e relaxar. Você verá que a qualidade do seu sono irá aumentar.

Um dia da Semana Sem Carne 

A digestão de carnes, principalmente as vermelhas, são mais demoradas e exige um esforço maior do organismo para digerir esse alimento, por isso é normal sentir o corpo pesado e sonolento após o consumo desses alimentos. Escolher um dia da semana para evitar carne é uma boa opção para explorar receitas novas e dar um descanso para o seu corpo de alimentos mais pesados.

Dar preferência à materiais reutilizáveis

Podemos fazer algumas mudanças no nosso dia a dia para ter um consumo consciente como ter uma garrafa reutilizável na bolsa invés de comprar sempre uma garrafinha de água na rua. Levar canudos de aço inox ou silicone na bolsa e recusar os canudos de estabelecimentos. Levar ecobags sempre que for fazer compras e deixar uma sempre na mochila, entre outras infinidades de atitudes que fazem a diferença quando se trata de redução de lixo. 

Um dia exclusivo para auto cuidado

Escolha um dia da semana para tomar aquele banho relaxante, hidratar o cabelo, fazer as unhas, comer algo gostoso, assistir sua série favorita. Faça o que te traz prazer e nada de cobranças! Apenas se mime e aproveite seu momento. 

Praticar um novo hobbie

Um novo hobbie sempre é estimulante! Tente algo que sempre achou legal e quis fazer, mas sempre deixou em segundo plano. 

Listas de objetivos e metas 

A melhor forma de realizar um sonho, é colocando a ideia no papel! Veja a diferença entre meta e objetivo , e defina os passos para concretizar seus sonhos!

Tente sair um pouco da zona de conforto

Sabemos que sair da nossa caixinha gera desconforto, entretanto, não se arriscar para coisas novas irá fazer com que você deixe oportunidades maravilhosas de lado simplesmente por medo! Então, saia sozinho; programe aquela viagem que você sonha em fazer mas não quer ir sozinho; conheça mais pessoas pela internet; divulgue e venda seu trabalho na internet; comece um projeto novo. Arrisque-se mais!

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Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
Reprodução/Instagram

Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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