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Guirlanda de Natal: ideias criativas para se inspirar e fazer a sua

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Reprodução: Alto Astral

Guirlanda de Natal: ideias criativas para se inspirar e fazer a sua

Antes da chegada do Natal , decorar a casa para as celebrações já dá um gostinho do que está por vir e é a parte favorita de muita gente. Melhor ainda quando você tem a oportunidade de criar os próprios enfeites, transmitindo a sua personalidade para os itens, de forma econômica. As guirlandas de Natal são ótimas opções para entrar no clima e botar a mão na massa. Confira algumas inspirações incríveis e escolha sua preferida agora mesmo!

6 modelos de guirlanda de Natal para copiar

Feltro

Guirlanda de Natal: ideias criativas para se inspirar e fazer a sua
Foto: Reprodução/Pinterest

O material permite a criação de diversos estilos e símbolos, por isso, pode ser uma boa pedida para a sua guirlanda de Natal. A dica é apostar nos elementos característicos da celebração, como o Papai Noel e as renas.

Bolas de natal

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Foto: Reprodução/Pinterest

Os objetos são decoração quase obrigatória na árvore de Natal , mas por que não apostar neles também em guirlandas? O resultado fica lindo e é muito fácil de fazer em casa.

Flores

Guirlanda de Natal: ideias criativas para se inspirar e fazer a sua
Foto: Reprodução/Pinterest

As flores dão um toque extra de charme e delicadeza à decoração de Natal, ficando maravilhosas nas guirlandas. Vale investir nas espécies típicas dessa época do ano ou na sua flor favorita para compor o arranjo.

Pinhas

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Foto: Reprodução/Pinterest

Outro elemento clássico do Natal que, com uma dose de criatividade, pode compor guirlandas fora do comum! As pinhas trazem mais sofisticação e sobriedade à decor , sendo perfeitas e mais discretas para a entrada da casa.

Artesanato

Guirlanda de Natal: ideias criativas para se inspirar e fazer a sua
Foto: Reprodução/Pinterest

Caso você seja adepta ao artesanato, a sugestão é apostar nesses dons e montar a sua própria guirlanda de Natal personalizada. Use e abuse da criatividade para obter uma decoração que seja a sua cara (e da sua família).

Rolhas

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Foto: Reprodução/Pinterest

Mais uma opção incrível para fazer a sua guirlanda de Natal e economizar . No exemplo acima, as rolhas de vinho se unem em uma só peça e são finalizadas com um laço vermelho. Além de criar resultados únicos, essa opção é sustentável, podendo ser aplicada a diversos materiais recicláveis que você já possui em casa. Aproveite!

Texto: Redação Alto Astral | Edição: Milena Garcia e Renata Rocha

Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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