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Guias de turismo do Nordeste podem se inscrever em curso gratuito sobre atrativos naturais

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Estão abertas as inscrições para o curso gratuito de Especialização Técnica em Atrativos Turísticos Naturais a guias de turismo que atuam na Região Nordeste. A qualificação, promovida pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo em parceria com Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) é voltada para profissionais cadastrados no Cadastro de Prestadores de Serviços Turístico do MTur (Cadastur), habilitados como “Guia Regional”.

As inscrições podem ser feitas até 7 de fevereiro clicando AQUI.

Confira o edital completo AQUI.

Ao todo, serão ofertadas 875 vagas. Cada candidato deverá realizar a inscrição para o estado no qual está habilitado a desenvolver atividades profissionais, de acordo com o Cadastur. O resultado da seleção será divulgado no dia 28 de fevereiro no site do IFPB.

A capacitação terá um total de 200 horas, sendo 160 horas de atividades teóricas, que ocorrerão no modelo a distância, e 40 horas de atividades práticas, incluindo até duas visitas técnicas presenciais, que acontecerão em datas agendadas com antecedência.

OUTROS CURSOS 

Está prevista ainda a oferta de cursos de especialização em Atrativos Turísticos Culturais e Naturais para guias das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul. As qualificações serão realizadas em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), respectivamente, e devem ter a abertura das inscrições anunciada em breve.

Também seguem abertas as inscrições para o curso gratuito “Prevenção à COVID-19 em Serviços de Alimentação”, promovido pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Universidade Federal da Paraíba. A iniciativa visa capacitar os trabalhadores da área para oferecerem alimentos seguros em um ambiente livre da contaminação pelo coronavírus. Inscreva-se AQUI.

Com informações do Ministério do Turismo

Fonte: Brasil.gov

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MEC corta R$ 619 milhões de colégios e universidades federais

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Universidade Federal de Alagoas
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Universidade Federal de Alagoas

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) anunciaram nesta sexta-feira que as instituições federais de ensino perderam, juntas, mais de R$ 600 milhões do orçamento discriminado em junho.

As universidades federais tiveram um corte de R$ 217 milhões na última sexta-feira (24) e R$ 220 milhões no começo do mês. Metade desse dinheiro, segundo a Andifes, foi remanejado para o Programa de Garantia de Atividade Agropecuária. Já os colégios da rede federal perderam R$ 92 milhões agora e outros R$ 92 milhões no começo do mês. Juntos, os cortes somam R$ 619 milhões.


O Proagro é um programa do governo federal que garante o pagamento de financiamentos rurais de custeio agrícola quando a lavoura amparada tiver sua receita reduzida por causa de eventos climáticos ou pragas e doenças sem controle. Ele tem como foco principalmente os pequenos e os médios produtores, mas pode ser utilizado por todos dentro do limite de cobertura.

“Nestas portarias, os valores das emendas do relator do orçamento, da rubrica RP9 (o chamado ‘orçamento secreto’), que somam aproximadamente R$ 17,2 milhões, não foram afetadas por nenhum remanejamento”, observa a Andifes, em nota.

Com isso, todo o orçamento das instituições que estavam bloqueados não serão recuperados. Isso significa que eles tiveram outras destinações e o contingenciamento virou, de fato, um corte.

O orçamento discriminado é aquele no qual o governo federal consegue cortar porque não são gastos obrigatórios — como salários e aposentadorias. No entanto, essa verba é fundamental para o funcionamento das universidades. É com ela que se paga contas de água, luz, segurança e manutenção, além de investimentos em pesquisa, bolsas e auxílios a estudantes carentes.

“Foram retirados recursos que impactam em todas as nossas ações. A manutenção das nossas escolas, a realização de atividades de pesquisa, de ensino, de extensão, de assistência estudantil que garanta a permanência e êxito dos nossos estudantes”, afirma Cláudio Alex Jorge da Rocha, presidente do Conif e reitor do IFPA.

Atualmente, são 618 campi de colégios federais espalhados pelo país, e inclui institutos federais (que possuem educação básica e superior), Cefets, escolas técnicas de ensino profissionalizante e os colégios Pedro II, no Rio.

Em 2015, o orçamento para os gastos discricionários era o dobro de 2021. Com isso, além das contas básicas, também ficam prejudicadas as compras de materiais para pesquisa, manutenção dos prédios e o pagamento de bolsas que garantem a permanência dos estudantes pobres.

O orçamento de assistência estudantil, que chegou a ser de R$ 1 bi em 2014, caiu para R$ 460 milhões em 2021. Enquanto isso, o número de estudantes mais do que dobrou: passou de 373 mil para 819 mil. Já a Andifes sinalizou, em nota, que se reuniu com representantes do MEC e foram informados dos detalhes técnicos da decisão tomada pela equipe econômica do governo.

“Os diretores da Andifes, inclusive fazendo menção a vários dos debates ocorridos na sessão do conselho pleno desta quinta-feira (23), deixaram clara a gravidade da situação e a inviabilidade do funcionamento das instituições sem a recomposição dos orçamentos. Novos movimentos e ações da Andifes em face desse gravíssimo deslocamento de recursos da educação pública superior serão em breve noticiados”, informou o grupo.

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