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Guerra: Zelensky diz que Rússia lançou 2.275 mísseis em três meses

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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky
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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia lançou 2275 mísseis ao longo dos três meses de conflito entre os dois países, acrescentando que “a grande maioria [dos mísseis] visava alvos civis”. Os russos teriam feito mais de três mil ataques no período.

“No total, desde 24 de fevereiro, o Exército russo lançou 1.474 ataques com mísseis contra a Ucrânia, usando 2.275 foguetes de diferentes tipos”, disse Zelensky, em uma mensagem de vídeo divulgada nesta terça-feira e publicada por agências de notícias locais. “Que outro país resistiu a tal escala de ataques?”, questionou.

O presidente ucraniano afirmou que, “quando as autoridades do país dizem aos parceiros ocidentais que precisam de armas antimísseis modernas, aviões de combate modernos”, querem evitar novas mortes em decorrência da guerra.

Segundo Zelensky, se o país tivesse recebido as armas que foram solicitadas, elas poderiam ter “preservado a vida de muitas pessoas”.

“E se assim for, então temos direito à assistência completa e urgente, especialmente armas”, defendeu Zelensky, destacando que o objetivo seria o de “proteger os valores de todos os países do mundo livre e a liberdade comum”.

“Cada uma das minhas negociações internacionais, cada discurso perante parlamentos ou outras audiências estrangeiras está necessariamente relacionado a esta questão.”

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Fonte: IG Mundo

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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