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Guerra na Ucrânia: carrinhos de bebê vazios simbolizam crianças mortas

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Carrinhos de bebês vazios são colocados em rua para simbolizar crianças mortas na guerra da Ucrânia
Reprodução/CNN Portugal

Carrinhos de bebês vazios são colocados em rua para simbolizar crianças mortas na guerra da Ucrânia

Os ucranianos encontraram uma maneira impactante e ao mesmo tempo sutil de mostrar ao mundo o horror da guerra no país. Dezenas de carrinhos de bebês vazios foram colocados na cidade de Lviv. Eles representam o número de crianças mortas após a invasão da Rússia.

Além dos carrinhos, brinquedos de crianças foram colocados no local. A iniciativa foi da prefeitura de Lviv. Ao todo, 109 carrinhos de bebê simbolizavam cada criança morta no conflito.

Nesta sexta-feira, o principal representante russo nas conversas sobre um cessar-fogo na Ucrânia e sobre um acordo que pavimentará as relações entre Moscou e Kiev , Vladimir Medinsky, afirmou que os dois lados estão “no meio do caminho” sobre os termos de uma eventual desmilitarização ucraniana, e apresentam posições similares em outros temas centrais.

Ao mesmo tempo, o presidente russo, Vladimir Putin,  manteve a retórica elevada em conversas com líderes da Alemanha e França, e acusou a Ucrânia de cometer “crimes de guerra” no atual conflito.

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Discurso de Putin

Por outro lado,  o presidente da Rússia, Vladimir Putin , discursou nesta sexta-feira (18) em um estádio lotado em Moscou e invocou até a Bíblia para justificar a invasão à Ucrânia.

O evento ocorreu por ocasião do oitavo aniversário da anexação da Crimeia e foi marcado por cânticos nacionalistas e pessoas exibindo a letra “Z”, que passou a ser estampada em equipamentos das Forças Armadas russas e virou símbolo dos apoiadores da guerra.

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*(com informações da Agência O Globo)

Fonte: IG Mundo

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ONU cita Brasil em relatório sobre trabalho análogo à escravidão

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Relatório da ONU indica trabalho forçado na China e no Brasil
Marcelo Casal Jr/Agencia Brasil

Relatório da ONU indica trabalho forçado na China e no Brasil

Um relatório elaborado e divulgado nesta terça-feira (16) pelo Relator Especial da ONU sobre Formas Contemporâneas de Escravidão, Tom Obokata, cita o Brasil como um dos países em que se observa a problemática.

De acordo com o documento, a agricultura e a pecuária “criam uma demanda por mão de obra barata” e, com isso, colocam grupos minoritários em condições semelhantes às de trabalho análogo à escravidão. No caso do Brasil, são os afrodescendentes de baixa renda.

“Na região amazônica brasileira, a escravidão está intrinsecamente ligada a atividades econômicas que estão causando devastação ambiental, incluindo extração ilegal de madeira e mineração”, diz o relatório.

Até o momento, o governo brasileiro não se manifestou sobre o relatório.

China

O relatório da ONU também indica que “é razoável concluir” que grupos minoritários foram submetidos a trabalhos forçados na região de Xinjiang, na China. O governo chinês nega as acusações.

Segundo o documento, as descobertas foram feitas por meio de “uma avaliação independente das informações disponíveis”.

“O Relator Especial considera razoável concluir que o trabalho forçado entre os uigures, cazaque e outras minorias étnicas em setores como agricultura e manufatura vem ocorrendo na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, na China”, afirma um trecho do documento.

Segundo o relatório, existem 2 sistemas “exigidos pelo Estado” em Xinjiang. Um deles se trata de um sistema de centro de educação e treinamento profissionalizante, onde as minorias são “detidas e submetidas” ao trabalho.

No outro sistema, os trabalhadores rurais são transferidos para empregos de baixa remuneração, com a oferta de uma melhora de vida. Esse tipo de processo também foi identificado no Tibete.

“Embora esses programas possam criar oportunidades de emprego para minorias e aumentar seus rendimentos, conforme é alegado pelo Governo, o Relator Especial considera que indicadores de trabalho forçado apontam que a natureza involuntária do trabalho prestado pelas comunidades afetadas estiveram presentes em muitos casos”, diz o relatório.

Em resposta ao documento da ONU, o ministério das Relações Exteriores da China disse que as acusações são “mentiras e informações fabricadas pelos Estados Unidos e países ocidentais”.

“Algumas forças manipulam questões relacionadas a Xinjiang e inventam informações falsas chamadas de ‘trabalho forçado’, que são, em essência, uma tentativa de minar a prosperidade e a estabilidade de Xinjiang e conter o desenvolvimento e a revitalização da China sob o pretexto dos direitos humanos. Seus planos nunca terão sucesso”, disse o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin, nesta quarta-feira (17).

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Fonte: IG Mundo

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