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Guedes recua na taxação de livros: “desafio alguém a mostrar que disse isso”

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O ministro da Economia , Paulo Guedes , afirmou nesta terça-feira (4) que nunca foi favorável a uma taxação sobre livros . Cerca de um ano após defender a cobrança de impostos , ele respondeu ao deputado federal Marcelo Freixo (PSOL – RJ)

“Jamais tive projeto de taxar livros. Desafio alguém a mostrar isso. Inventam uma mentira e ficam repetindo até funcionar. É possível que a defesa do Imposto Sobre Valor Agregado (IVA), uma assessoria que tínhamos aqui (Vanessa Canado) tenha dito que ele é geral para todos os setores”


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Atualmente, os livros estão isentos da cobrança de impostos e tributos, apesar de todos os outros insumos para sua produção, como o papel e a tinta, serem tributados. A proposta de reforma tributária, enviada por Guedes e Bolsonaro presencialmente ao Congresso em julho do ano passado, prevê a cobrança. 

proposta do governo prevê a unificação dos impostos federais PIS e Cofins e, no lugar, a criação de um novo tributo sobre consumo chamado Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

A alíquota proposta para a CBS é única, de 12%, inclusive para livros, que hoje são imunes à cobrança de impostos. O texto ainda não foi apreciado pelo Congresso.

Em agosto de 2020, Freixo confrontou Guedes sobre essa taxação, ao que ele respondeu: “Tenho certeza que o deputado tem dinheiro para comprar livros e pagar o imposto, ele está preocupado com as classes mais baixas. Mas a população mais pobre está mais preocupada em sobreviver do que frequentar livrarias como nós. Vamos doar os livros para as pessoas mais pobres, e não isentar o deputado Marcelo Freixo”.

A Receita Federal vem defendendo que os livros podem perder a isenção tributária porque são consumidos pelas faixas mais ricas da população, que ganham mais de 10 salários mínimos mensalmente . Com a arrecadação extra, a Receita diz que o governo poderá financiar outras políticas públicas, como ocorre em medicamentos, na área de Saúde, e em Educação.

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Número de fusões e aquisições em 2021 supera 2020

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Número de fusões e aquisições em 2021 supera 2020
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Número de fusões e aquisições em 2021 supera 2020

O mercado de fusões e aquisições está em alta. Segundo dados da Bloomberg, o primeiro trimestre deste ano acumulou um recorde de US﹩ 1,1 trilhão em negócios firmados no mundo todo. Foi o melhor começo de ano para o setor desde 1998.

Um levantamento da empresa de consultoria Alvarez & Marsal também confirma esse cenário promissor para M&A. No primeiro trimestre houve um aumento de 26% no número de transações em relação à média trimestral de 2020. A expectativa é que em todo o ano de 2021 o número de processos de M&A cresça 25%.

Fusões e Aquisições

As startups não ficaram de fora desse boom em fusões e aquisições. Segundo um estudo da Distrito, foram registradas 77 operações somente no começo deste ano. Em todo o ano de 2020, foram realizados 100 processos de fusões e aquisições, o que mostra que 2021 poderá superar esse número.

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