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Guedes deve ceder prorrogação do auxílio emergencial

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Edu Andrade/ ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

Cada vez mais isolado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve ceder e liberar a prorrogação do auxílio emergencial. De acordo com a coluna de Carla Araújo no Uol, essa possibilidade é cada vez maior.

A equipe econômica é contra a renovação por ela ameaçar o teto de gastos e poder gerar uma alta no endividamento. Além disso, o argumento de que a pandemia já está mais controlada também é utilizado.

Com a  última rodada do auxílio emergencial sendo paga, o benefício está chegando ao fim. Na segunda-feira (18), o  presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que a prorrogação deve ser decidida ainda nesta semana. “Se Deus quiser nós resolveremos nessa semana a questão da extensão do auxílio emergencial”, declarou.

De acordo com fontes ouvidas pela coluna, há algumas propostas em estudo. O próprio auxílio emergencial pode ser prorrogado, ou programas sociais podem ser unidos para compor um valor maior.

Uma nova proposta, divulgada pelo Estadão/Broadcast, prevê que o Auxílio Brasil deve ser unido ao auxílio emergencial,  totalizando parcelas de R$ 400 pagas até o final de 2022. A proposta, porém, ultrapassa o teto de gastos.

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Decreto exclui Casa da Moeda de programa de desestatização

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O presidente Jair Bolsonaro editou, nesta segunda-feira (6), um decreto que acolhe recomendação do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos para excluir a empresa pública Casa da Moeda do Programa Nacional de desestatização (PND).

De acordo com o Ministério da Economia, a medida provisória que encerrava a exclusividade do órgão na fabricação de papel moeda, moeda metálica, impressão de selos e títulos da dívida pública perdeu sua eficácia sem ser convertida em lei.

“Por este motivo, entendeu-se que há restrição em se efetivar eventual parceria com a iniciativa privada para essas atividades, enquanto se mantiver tal exclusividade”, reforçou o comunicado.

Ainda segundo a pasta, a exclusão no PND e a revogação da qualificação no âmbito do PPI são decisões que devem ser analisadas pelo corpo técnico do ministério e pelo conselho, que se manifesta por meio de resolução, a ser convalidada por decreto do presidente da República.

Em outubro, o governo federal já havia anunciado que decidiu retirar a Casa da Moeda do seu portfólio de privatizações.

Edição: Paula Laboissière

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