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Grupo que foi pescar no pantanal e estava no barco que afundou está desaparecido; buscas seguem na madrugada

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Um grupo de 12 amigos de Rio Verde, Goiás, está entre os desaparecidos no naufrágio do Barco-Hotel Carcará, que afundou no Rio Paraguai, próximo à cidade de Corumbá (1.020 km de Cuiabá), durante um temporal no final da tarde desta sexta-feira (15.10).

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A empresária Thamiris Furquim, de 31 anos, parente do grupo de amigos goianos e que também estava no  barco disse ao portal g1 que está apreensiva por não saber o que aconteceu com os amigos e parentes.

Esta é uma das última fotos feitas pelo grupo que está desaparecido.

Ela estava na embarcação e salvou-se por milagre.

Segundo a empresária, o grupo saiu de Rio Verde no dia 8 de outubro para fazer uma pescaria no Pantanal e estava encerrando o passeio quando aconteceu a tragédia. “Eles estavam indo pegar os carros para ir embora, faltando 5km para chegar na cidade deu uma ventania e o barco virou, foi inesperado”, relatou.

12 mergulhadores do Corpo de Bombeiros continuam no resgate aos corpos.

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SP: PMs que usaram sirene para comprar sorvete são investigados

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PM usou sirene de viatura para comprar sorvete em Barueri (SP)
Reprodução/redes sociais

PM usou sirene de viatura para comprar sorvete em Barueri (SP)

A Polícia Militar de São Paulo instaurou um procedimento administrativo para investigar a conduta de uma oficial que teria ligado a sirene da viatura para abrir caminho no trânsito do município de Barueri, na Grande São Paulo, para comprar sorvete. O caso repercutiu após a própria oficial Ligia Lima publicar um vídeo da ação em suas redes sociais. Após o episódio viralizar, o vídeo foi apagado.

No final do vídeo, a PM está acompanhada de outro policial, que não foi identificado. Ela abre a porta traseira da viatura e coloca os saquinhos de supermercado sobre o banco do carro e ironiza: “Parabéns para vocês que acompanharam o ‘stories’ até aqui, mas não era nada, não (…) Achei que não ia dar tempo de comprar meu sorvete. Achei que ia fechar”, diz, sorrindo.

Após a repercussão negativa do caso, a PM desativou suas redes sociais e publicou uma mensagem irônica. “Os caras comem traveco e ninguém enche o saco. Eu como sorvete e tenho que ouvir. Kkk”, escreveu.

Em nota enviada ao iG,  a Polícia Militar informa que instaurou um procedimento administrativo pela Corregedoria em desfavor da equipe exibida nas imagens.

“Os policiais foram ouvidos e a Corregedoria trabalha no esclarecimento dos fatos e responsabilização dos envolvidos. A Polícia Militar não compactua com desvios de conduta e as responsabilidades em todas as esferas de direito estarão discorridas na conclusão da apuração.”

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