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Grupo de Trabalho debate retomada de ações conjuntas para prevenção às drogas

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A Comissão Especial sobre Drogas Ilícitas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (CSDI/TJMT) realizou a primeira reunião do ano 2022 do Grupo de Trabalho de Prevenção e Tratamento da Dependência Química. O encontro convocado pelo presidente da Comissão, desembargador Mário Kono ocorreu na tarde desta quinta-feira (17.03), no Auditório Licínio Monteiro, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) com o objetivo de tratar da retomada do trabalho de prevenção junto às escolas.
 
“Depois de ficarmos parados praticamente dois anos, trabalho que precisou ser interrompido devido à pandemia da Covid-19 e o fechamento das unidades de ensino, já é passada a hora de traçarmos planos para o eixo da prevenção e tratamento da dependência química”, informa o desembargador, que aponta a prevenção como um dos eixos mais importantes para se combater o uso e o tráfico de droga. “Muito difícil combater o problema depois que começa, por isso temos que trabalhar a prevenção, focando nas crianças e nos jovens”.
 
De acordo com o presidente da Comissão uma das propostas é ampliar o projeto escolar do Programa Justiça em Estações Terapêuticas e Preventivas, que foi criado pela juíza Amini Haddad Campos, titular do Juizado Especial Criminal Unificado de Várzea Grande (Jecrim-VG), cujo intuito é envolver crianças e estimulá-las a permanecer no ambiente escolar com espaços voltados para o fomento do conhecimento e do despertar de habilidades e criatividade intelectual.
 
O Grupo de Trabalho de Prevenção e Tratamento da Dependência Química é formado por vários segmentos envolvidos na questão como prefeituras e suas secretarias, Governo do Estado, Assembleia Legislativa, associações terapêuticas e o judiciário.
 
O coordenador da Polícia Comunitária, delegado Jefferson Dias Chaves, participou do encontro e disse que atendendo ao pedido do desembargador Mário Kono irá propor a inclusão do “Programa de Cara Limpa contra as drogas” nas ações da Comissão Especial sobre Drogas. “O trabalho preventivo é o papel primordial da Polícia Comunitária da PJC e o programa leva palestras orientativas e educacionais para todo o Estado.
 
A gerente do programa, Laura Lea Correa da Costa, informa que o trabalho já é realizado há 14 anos tendo adolescentes do Ensino Médio como público alvo. “O Judiciário sempre foi nosso parceiro. Os desembargadores Mário Kono e Marcos Machado conhecem nosso programa e sempre estamos à disposição do Tribunal para unirmos forças, pois quanto mais jovens conseguirmos salvar do mundo das drogas, melhor”.
 
Participaram da reunião promotores de Justiça, integrantes de comunidades terapêuticas, Associação de Alcoólicos Anônimos, representantes das áreas de saúde e educação e juízes que integram a Comissão Especial Sobre Drogas do TJMT: Cristiane Padim, Aristeu Vilela, Túlio Duailibi, Maria Rosi de Meira Borba, Emerson Cajango e João Bosco Soares da Silva.
 
Esta matéria contém recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. 
ParaTodosVerem – Descrição da imagem:
Imagem 1 – Foto colorida do auditório. Ao fundo bandeiras do Brasil e do Estado de mato Grosso, na parede há uma projeção. A mesa de autoridades está no palco do auditório. Os participantes da reunião estão sentados em cadeiras azuis enfileiradas.
Imagem 2 – Foto colorida do desembargador Mário Kono. Ele está sentando em uma cadeira preta, no centro da mesa de autoridades, e usa um microfone apoiado na mesa. Traja terno azul marinho e camisa listrada branca e azul, sem gravata.
 
 
Alcione dos Anjos/Fotos Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Curso de Formação aborda ferramentas tecnológicas para ensino presencial e remoto

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A tecnologia está mais presente do que nunca como um recurso facilitador e integrador de ensino e aprendizagem na realidade que se apresenta após as transformações no ambiente de trabalho. Neste cenário, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) deu início nesta segunda-feira (27 de junho) ao Curso de Formação de Formadores – Nível 2, voltado para ferramentas tecnológicas para o ensino presencial e remoto.
 
Com aulas práticas, a capacitação dará a habilidade necessária a juízes e juízas não somente para o exercício docente, mas também para o exercício profissional como um todo. Foi o que explicou a vice-diretora da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos.
 
“Este curso é específico para ser professor. Os juízes e juízas que estão aqui estão se capacitando em ferramentas tecnológicas, métodos modernos de ensino. Essa é uma característica da Esmagis, de formação, não somente inicial, mas continuada para que os magistrados e magistradas estejam sempre atualizados e possam repassar esses conhecimentos.”
 
Um dos instrutores do curso é o juiz federal Vladimir Santos Vitovsky, que disse que desde março do ano passado percebeu-se a necessidade de sistematizar melhor o acesso às novas ferramentas tecnológicas.
 
“Com o tempo foi-se sistematizando e vendo-se novas possibilidades que independentemente da pandemia as novas ferramentas tecnológicas têm a oferecer, mesmo com o retorno do ensino presencial. A tendência é que haja ensino híbrido, que misture o presencial, síncrono com o telepresencial, tanto síncrono como assíncrono. Daí a importância deste curso porque sistematiza todas essas ferramentas, vê as novas possibilidades e vê não só como meros recursos mas como novas formas pedagógicas. São novas metodologias decorrentes desse novo cenário que a gente tem. Então é uma forma da gente sistematizar e não mais de transpor o que era do presencial para o remoto, mas de inovar, progredir e tendo novas pedagogias com a exploração desses mecanismos”, comentou Vladimir Santos Vitovsky.
 
A juíza Henriqueta Chaves Alencar Ferreira Lima, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Cuiabá, é uma das alunas da capacitação. Para a magistrada, o curso vem desenvolvendo metodologias ativas de ensino rompendo um pouco a perspectiva do método tradicional.
 
“A gente aprende a ensinar aprendendo também. A pandemia veio, de certa forma, trazer desafios para que a gente possa evoluir nessa perspectiva. Nesse módulo específico vamos aprender técnicas, com aulas práticas, de como se utilizar da tecnologia em prol dessas metodologias ativas. É muito comum hoje a gente fazer lives, webinários, aulas híbridas ou 100% on-line e poder otimizar essa perspectiva de metodologia ativa que você dialoga com aluno e traz um aluno para construir conhecimento é algo muito enriquecedor. O curso vem sendo uma experiência maravilhosa”, afirma a juíza.
 
O professor Fernando de Assis Alves também ministra o curso e diz que a pandemia trouxe mais necessidade de estarmos trabalhando com uso de recursos tecnológicos, contudo, a maioria das pessoas não tinha competência necessária para isso. “A proposta do Nível 2 desta formação é trazer esse aprofundamento com o uso dos recursos tecnológicos tanto para o espaço de aula presencial quanto não presencial otimizando, potencializando a questão da utilização no exercício docente de forma coerente e adequada. A prerrogativa é que eles já têm uma formação básica, que é Nível 1 do curso, e esse aprofundamento vem numa série de linhas diferentes e essa é uma delas que desenvolvemos”, explica.
 
Para proporcionar amplo espaço de conhecimento, por meio da capacitação, a Esmagis-MT realiza a integração com a Escola dos Servidores do Poder Judiciário oportunizou vagas para esta formação. O assessor pedagógico da Escola dos Servidores Sady Folch é um dos servidores que está entre os alunos.
 
“As ferramentas tecnológicas hoje são de suma importância, inclusive o próprio Ensino a Distância que se lança dentro dessa plataforma. É preciso que o professor tenha a capacidade de ter uma didática, de saber conduzir uma sala de aula, o que aprendemos no primeiro módulo. Neste teremos o domínio sobre essa tecnologia porque quem está na outra ponta, seja magistrado ou servidor, espera essa boa condução para que o capacite para que então reverta todos os benefícios que espera o Poder Judiciário”, conclui.
 
O Curso de Formação de Formadores – Nível 2 ocorre até esta terça-feira (28 de junho), na Escola dos Servidores, em Cuiabá, para os formadores que concluíram o nível 1 do curso.
 
#Pracegover
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto1: Imagem horizontal com o juiz federal, a desembargadora Helena Bezerra e o professor Fernando de Assis na sala onde é realizado o curso. Eles estão em pé, a magistrada ao centro. De frente para eles pode-se ver telas de computadores ligadas.
Foto2: Juiz federal Vladimir Santos Vitovsky ministrando a aula. Atrás dele aparece um telão com imagem em vídeo da aula. O magistrado está em pé, segurando microfone e falando aos juízes, que estão sentados de frente para ele, cada um em seu computador para a aula prática.
Foto 3: Instrutor Fernando de Assis Alves fala aos juízes e juízas. Ele está em pé, com microfone na mão direita e está entre as mesas da sala.
 
Dani Cunha (texto e fotos)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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