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Governo vai trabalhar para manter abastecimento e baixar o preço do arroz, afirma ministra

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“O governo vai trabalhar para manter o abastecimento e baixar o preço do arroz no País”, afirmou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, durante reunião do Conselho de Governo, nessa terça-feira (8). De acordo com a ministra, a situação do setor vem sendo monitorada de perto pelo Mapa e não há previsão de falta do produto. “O arroz não vai faltar. Agora ele [o preço do arroz] está alto, mas nós vamos fazer ele baixar. Se Deus quiser, vamos ter uma super safra no ano que vem”.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Mapa, a produção de arroz estimada para a próxima safra (2020/21) é de 12 milhões toneladas, um incremento de 7,2% em relação à safra anterior. Para a safra 2020/21, que começa a ser comercializada em março de 2021, é esperada uma produção maior, com arrefecimento de preços no próximo ano.

A Conab informa que o País possui, atualmente, estoque para suprir o consumo interno. A companhia aponta que a alta de preços do arroz no varejo brasileiro é resultado da intensa valorização do grão no mercado.

Ainda de acordo a Companhia, historicamente, o segundo semestre, por se tratar de período de entressafra, possui cotações mais elevadas para o arroz. Entretanto, como a cotação interna já ultrapassa a paridade de importação dos principais mercados produtores do grão, é pouco provável que haja sustentação do atual patamar de preços no médio prazo.

Alíquota de importação

Em entrevista à emissora CNN Brasil, Tereza Cristina disse que o ministério vai encaminhar para o Comitê Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), um pedido para zerar a alíquota de importação para permitir a entrada de 400 mil toneladas de arroz até o dia 31 de dezembro de 2020.

“A próxima safra começa a ser plantada hoje e esse arroz começa a ser colhido em meados de janeiro. Teremos uma safra bem maior, pois o agricultor vai plantar mais arroz porque teve um preço que remunerou a atividade. Então, ano que vem teremos um estoque bem maior do arroz”, disse a ministra.

Segundo a ministra, o Mapa também acompanha o desempenho de outros produtos, como a soja e o milho. “Estamos acompanhando e na hora certa agiremos para que não tenha falta de produtos. Até agora não temos nenhum tipo de problema”, ressaltou.

Na avaliação da Conab, além do aumento da demanda na pandemia, a valorização do produto pode ser explicada pelos elevados patamares de preço internacional anteriores à crise do Covid-19; pela desvalorização do Real perante o Dólar; a expressiva exportação de janeiro até julho deste ano; a menor disponibilidade de importação de arroz dos parceiros do Mercosul; e a redução de área plantada no Brasil com esta cultura nas últimas duas safras, resultado das baixas rentabilidades identificadas nos últimos anos.

 

Com informações do Ministério da Agricultura

Fonte: Brasil.gov

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Embaixadora das Filipinas é obrigada a deixar o Brasil após agredir empregada

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Embaixadora das Filipinas
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Embaixadora das Filipinas é obrigada a deixar o Brasil após agredir empregada

A embaixadora das Filipinas no Brasil, Marichu Mauro, foi convocada de volta ao país da Ásia após ter sido  flagrada por câmeras de segurança agredindo uma empregada doméstica na residência diplomática, em Brasília. A informação foi compartilhada no Twitter pelo secretário de Relações Exteriores do país, Teodoro Locsin Jr.

“A embaixadora das Filipinas no Brasil foi chamada de volta imediatamente para explicar os maus-tratos contra sua equipe”, disse Locsin.

Ainda não há confirmação se a embaixadora já deixou o Brasil. O secretário não deixou claro também se ela vai perder o cargo ou se será substituída. Marichu é diplomata de carreira e foi nomeada embaixadora no Brasil em 2018.

Ela também já atuou em cargos na Bélgica e Itália, além de também representar o país asiático junto a Venezuela como embaixadora não residente, assimo como da Guiana, Colômbia e Suriname.

Em nota, o Departamento de Relações Exteriores filipino informou que a doméstica, de 51 anos, deixou a capital brasileira no dia 21 de outubro e também está de volta às Filipinas.

“O DFA está entrando em contato com ela para garantir seu bem-estar e cooperação na investigação. O DFA garante ao público que conduzirá uma investigação rigorosa”, afirmou.

Fonte: IG Mundo

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