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Governo reúne estratégias de especialistas para o combate às drogas

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Neste mês, a Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, do Ministério da Cidadania, lançou três cartilhas que reúnem informações estratégicas sobre o combate às drogas e os efeitos do tabagismo no país.

São três documentos, elaborados em parceria com especialistas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que abordam temas considerados essenciais no universo da prevenção às drogas e tratamento da dependência química.

Conheça o conteúdo de cada cartilha:

InfográficoCartilha 1 – Parar de Fumar, um Guia de Auto-Ajuda

Logo no início, o documento aborda, com dados de autoridades internacionais, as consequências em escalas mundial e nacional que o uso do tabaco traz para a saúde. A cartilha também explica brevemente quais as substâncias presentes no tabaco e que doenças são causadas pelo tabagismo.

Após essa introdução, o documento inicia as orientações para aquelas pessoas que desejam parar de fumar, alertando para estágios e dificuldades que o tabagista enfrenta quando decide livrar-se do vício, bem como as estratégias para contornar crises de abstinência e outros obstáculos.

A Organização Pan-Americana de Saúde estima que mais de 8 milhões de pessoas morrem a cada ano em decorrência do uso do tabaco, que possui cerca de 7 mil substâncias, sendo a nicotina responsável pela dependência, e as outras, responsáveis por patologias diversas.

Cartilha 2 – Estratégias para o gerenciamento de casos complexos de dependência química

O documento explica que a dependência química é uma doença ocasionada por múltiplos fatores que envolvem aspectos médicos, psicológicos, familiares e sociais. Dessa forma, torna-se essencial o gerenciamento de cada caso, com identificação dos fatores e dos determinantes que promovem e mantêm a dependência para cada indivíduo.

As etapas, objetivos, princípios básicos, estratégias e práticas utilizadas no gerenciamento de casos são os pontos centrais dessa cartilha, com orientações para equipes profissionais ou serviços (médicos, psicológicos e de assistência social) que lidam com dependentes químicos.

A dependência química pode coexistir com outras condições clínicas ou psíquicas, o que pode tornar o tratamento mais longo. Quanto mais afetados estão os diversos domínios da vida da pessoa em busca de recuperação, mais complexo tende a ser o tratamento.

Cartilha 3 – Argumentos contra a legalização da maconha

A cartilha debate o porquê de a legalização do uso da maconha não ser uma boa ideia. O documento se propõe a avaliar aspectos racionais e científicos, estabelecer relações entre políticas de controle de uso da maconha e políticas de controle de uso de outras drogas de abuso, especialmente as lícitas.

São avaliados os dados disponíveis e os problemas relacionados à legalização de uma droga com base na experiência de países que flexibilizaram as leis em relação à maconha. A cartilha apresenta os argumentos pró-legalização e apresenta os contrapontos.

Atualmente, o Brasil não está nem entre os trinta maiores consumidores de maconha do mundo. Em função disso, somos um mercado extremamente promissor para os grupos interessados na legalização.

A dependência da maconha ocorre em cerca de 9% dos usuários dessa droga, que parecem mais vulneráveis do que outros. Além disso, estima-se que o uso constante da maconha aumente em aproximadamente duas vezes o risco de esquizofrenia.

Acesse a Cartilha 1

Acesse a Cartilha 2

Acesse a Cartilha 3

Com informações do Ministério da Cidadania

Fonte: Brasil.gov

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Justiça revoga prisão domiciliar do ex-deputado Eduardo Cunha

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Ex-deputado Eduardo Cunha
Antonio Cruz/Agência Brasil

Ex-deputado Eduardo Cunha

O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), revogou hoje (6) a prisão domiciliar do ex-deputado federal Eduardo Cunha. 

O magistrado atendeu ao pedido de habeas corpus protocolado pela defesa no processo que está relacionado à Operação Sepsis, investigação que apurou o suposto pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS). 

Na decisão, o desembargador disse que Cunha está preso há mais de quatro anos e não há riscos para o andamento do processo. 

“Ocorre que, passado mais um ano de sua prisão domiciliar, constato não haver mais necessidade de manutenção de sua prisão domiciliar, notadamente, pelo tempo que em que a medida constritiva foi determinada, em razão de não se ter notícia do descumprimento das obrigações impostas e, também, pela demora em se marcar o julgamento da apelação já interposta em favor do requerente”, decidiu. 

Na semana passada, em outra decisão, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, revogou outro mandado de prisão contra o ex-deputado. 

Na decisão, a 8ª Turma determinou que Cunha está proibido de deixar o país e deve entregar à Justiça todos os passaportes que possui. 

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