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Governo realiza esforço concentrado nas áreas de maior risco de incêndio

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O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, disse, nesta segunda-feira (3) que, nesse período de seca na Amazônia, um dos maiores desafios é o combate às queimadas na floresta.

“Toda a Amazônia Legal nos preocupa, no entanto, nossos esforços estão mais concentrados nas áreas que são de maior risco de incêndio, que são  aquelas que foram desmatadas. As árvores que foram tombadas estão secas e os ilegais aproveitam para fazer a limpeza do terreno usando fogo”, afirmou Mourão no Programa Por Dentro da Amazônia, que vai ao ar às segundas-feiras na Rádio Nacional.

Hamilton Mourão registrou que, todos os anos, quando chega o período da estiagem, fatores naturais como o clima e a vegetação mais secos e quase nenhuma chuva favorecem o aparecimento dos focos de incêndio na Amazônia.

“Diferente da queimada natural, o incêndio florestal é fogo fora de controle que, além de destruir a vegetação nativa, mata animais, causa problemas à vida das pessoas e aqui, causa problemas respiratórios e, no momento que estamos enfrentando essa pandemia do coronavírus, podem ser agravados pela fumaça oriunda das florestas. E óbvio, sérios prejuízos financeiros não só as pessoas que vivem na Amazônia, mas ao nosso País como um todo”, afirmou o presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal.

Segundo ele, equipes de bombeiros e brigadistas, em conjunto com os fiscais da Operação Verde Brasil 2, estão intensificando o trabalho de acompanhar e de deter qualquer foco de incêndio.

“Equipes de bombeiros e brigadistas treinados em conjunto com os fiscais da nossa Operação Verde Brasil 2 também estão intensificando o trabalho de acompanhamento e de deter qualquer foco de incêndio que apareça”, disse.

A Operação Verde Brasil 2 foi iniciada em maio com o objetivo de prevenir e reprimir delitos ambientais na Amazônia Legal. A coordenação é da vice-presidência da República.

Hamilton Mourão lembrou ainda que, no dia 15 de julho, o governo publicou um decreto que suspende as queimadas por 120 dias, em todo o território nacional, ressalvados os casos em que são praticadas pelas populações tradicionais para abrirem seus roçados.

O vice-presidente da República disse que a cultura do fogo ainda existe no campo, e não é uma tarefa fácil de ser enfrentada. “Mas é uma questão que não podemos deixar de lado e é fundamental para que possamos demostrar para a sociedade brasileira e a comunidade internacional não só a nossa capacidade, mas principalmente, o nosso comprometimento com a preservação floresta”, afirmou.

Hamilton Mourão lembrou que apesar de muitos incêndios serem iniciados pelo desconhecimento de alternativas seguras, boa parte deles é intencionalmente praticada de forma criminosa.

De acordo com ele, está sendo feita uma campanha educativa sobre queimadas. “É importante que todos se conscientizem, que todos trabalhem para que essa ilegalidade não ocorra”, ressaltou.

Confira AQUI o programa Por Dentro da Amazônia

Militares no combate ao incêndio

Neste sábado (1°), como parte da Operação Verde Brasil 2, militares do 66º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército apoiaram integrantes da 2ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso no combate a incêndio florestal, no sul do município de Cáceres (MT).

A ação ocorreu em área de fazendas próximas ao Parque Estadual Guirá. Os militares contiveram o fogo na Fazenda Flórida, área de preservação localizada ao sul de Cáceres. As equipes utilizaram sopradores, bomba costal, abafadores e a técnica de fogo contra fogo, para efetivo combate às chamas.

Guardiões da Amazônia

Desde junho, o combate aos crimes ambientais de desmatamento, queimadas e garimpo ilegal na região da Amazônia ganhou um aliado, o Aplicativo Guardiões da Amazônia. O aplicativo de celular foi lançado pela 17ª Brigada de Infantaria de Selva para apoiar a Operação Verde Brasil 2.

A ferramenta permite que o cidadão registre, com foto e coordenada geográfica, o local exato de uma queimada ou a denúncia dos outros crimes ambientais. A informação é repassada ao órgão fiscalizador para que sejam tomadas as providências. A denúncia pode ser feita de forma anônima. Quem preferir se cadastrar tem a garantia de que não terá os dados expostos.

O aplicativo está disponível nas versões Android e IOS.

 

Fonte: Brasil.gov

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PM baleado na cabeça em assalto no Rio tem melhora na saúde

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bala na cabeça
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Policial foi baleado no Rio de Janeiro

O PM da UPP Rocinha que foi baleado na cabeça  durante um assalto nesta quarta-feira (30) no bairro do Recreio melhorou seu estado de saúde após passar por uma cirurgia no Hospital Miguel Couto, na Gávea. O cabo Cleiton Rodrigues Teixeira ficou em estado muito grave após o crime, mas, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, atualmente está estável.

Na cirurgia, feita na noite de ontem, os médicos retiraram a bala que ficou alojada na cabeça do PM. Eles tiveram que drenar um coágulo que se formou no cérebro dele e cuidar de uma grave fratura em seu crânio provocado pela perfuração do projétil.

Segundo testemunhas, o cabo foi baleado por volta das 11h, quando interviu em um assalto que estava acontecendo na Avenida das Américas, na altura do cartório do Recreio, na Zona Oeste do Rio. Ele, que estava de folga, gritou “parado, polícia” para o bandido, que reagiu e o baleou. A arma do policial teria travado.

Um outro PM, do 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes), que também estava de folga, passava pelo local e atirou contra o assaltante. O criminoso foi baleado, tentou fugir, mas foi capturado por agentes do programa Recreio Presente. Um pedestre que estava na região também ficou ferido.

Os três baleados foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra. De lá, o cabo da UPP Rocinha foi transferido para o Miguel Couto, onde permanece internado. Tanto o assaltante quanto a vítima de bala perdida também estão estáveis.
A Polícia Civil disse que o criminoso está preso sob custódia. A 16ª DP (Barra da Tijuca) investiga o caso, que foi registrado como tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte). A polícia cogita a participação de um segundo assaltante no crime.

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