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“Governo poderia ter sido mais ágil na questão da vacinação”, diz Pacheco

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado
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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse nesta segunda (1º), em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura , que faltou “agilidade” por parte do governo federal para assinar contratos e assegurar vacinas contra a Covid-19. No entanto, o senador afirmou confiar nas políticas públicas do  Ministério da Saúde.

“A minha análise agora, nos 30 dias como presidente do Senado, é que nós temos uma realidade, a de que o Brasil produz vacina, e que nós temos que permitir o aumento da escala de produção de vacinas e de aquisição pela iniciativa privada para podermos vacinar os brasileiros.

Segundo Pacheco, é preciso trabalhar por meio de soluções concretas para enfrentar a pandemia. Apesar de reforçar que confia e colabora com o Ministério da Saúde, disse que “não concorda com tudo”.

“Eu confio no que disse o ministro da Saúde, na apresentação que ele nos fez de que teremos 25 milhões de doses em março, e em abril teremos 45 milhões de doses só com Fiocruz e Butantan. Eu tenho que me apegar nisso, nas políticas públicas reais que vão resolver o problema”, complementou.

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DF: Mulher tira arma de policial e atira para o alto em delegacia

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 DF: Mulher tira arma de policial e atira para o alto em delegacia
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DF: Mulher tira arma de policial e atira para o alto em delegacia

Uma mulher foi presa neste sábado (17) em Brasília pela Polícia Militar do  Distrito Federal após agredir a mãe e a irmã em Planaltina. Após a prisão, a agressora sacou a arma de um policial civil, dentro da delegacia onde foi conduzida, e realizou disparos para o alto. As informações são do jornal Correio Braziliense .

De acordo com oficiais, o motivo da revolta foi a assinatura do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). A mulher discutiu com policiais ao se negar a assinar o documento. Após a negativa, os agentes a cercaram para conduzi-la a prisão.

Neste momento, a mulher tomou a arma de um policial e realizou o disparo para o alto. Segundo informações da polícia, a trava do coldre apresentou uma falha que permitiu o saque da arma pela detida.


Após o ocorrido, a situação foi controlada por um grupo de policiais. A acusada se rendeu , entregou a arma e deitou-se no chão. Ninguém ficou ferido.

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