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Governo do Estado trabalha na reestruturação dos consórcios intermunicipais em Mato Grosso

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Os consórcios intermunicipais começam a ser reestruturados em Mato Grosso. Nesta quarta-feira (13.01), representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e prefeitos da região do Araguaia se reuniram para reforçar a importância destes consórcios. Esta primeira reunião ocorreu com os consórcios Norte Araguaia e Portal do Araguaia. Novas reuniões serão realizadas até o início de março com prefeitos dos demais consórcios intermunicipais.

O secretário César Miranda, da Sedec, explicou que os consórcios intermunicipais vão otimizar as ações dos municípios e o desenvolvimento de Mato Grosso.

“O trabalho da Sedec é muito abrangente – agricultura, indústria, comércio, e reúne órgãos importantes para as gestões municipais. Apoiamos o empreendedorismo e, unindo forças, podemos fazer um Estado maior e melhor. Porém, é fundamental que os municípios se organizem nos consórcios para viabilizar projetos”, frisou.

Mato Grosso tem 141 municípios, 123 deles tem menos de 30 mil habitantes. Por isso, o Governo do Estado apoia a reestruturação dos consórcios. “Os pequenos municípios, muitas vezes, não têm condições de executar algumas ações e o consórcio dá essa possibilidade de unir e realizar”, diz Celso Banazeski, secretário adjunto de Desenvolvimento do Ecossistema Empreendedor da Sedec. 

Atualmente, Mato Grosso tem 15 consórcios, dez ativos. Para Leonardo Farias Zampa, prefeito de Novo São Joaquim (a 485 km de Cuiabá), os consórcios são interessantes para dar força aos municípios. “Muitas ações e recursos podem ser acessados por meio dos consórcios e eles também barateiam custos”, afirmou.

Consórcios

Os consórcios intermunicipais são parcerias entre municípios para a realização de ações conjuntas, incrementando a qualidade dos serviços públicos prestados à população. Surgiram como forma de superar a atomização de municípios e recobrar escalas produtiva e financeira adequadas.

Participaram da reunião o secretário estadual de Educação, Allan Porto, além de representantes da Vice-Governadoria, Secretaria de Estado de Educação, Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

Fonte: GOV MT

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Formação continuada terá como base o diagnóstico de cada escola

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Gestores e coordenadores das 15 Diretorias Regionais de Ensino de Mato Grosso (DREs)/Cefapros debatem essa semana, na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), os desafios do ano letivo de 2021. A pauta principal é a formação continuada com base no diagnóstico de cada escola.

Superintendente de Relacionamento Escolar da Seduc, Alcimaria Ataídes da Costa explica que esses diretores dos 15 polos pensam metas a partir dos indicadores que possuem.

“O formador vai in loco. Quando ele chegar à unidade vai pensar, junto com os professores, formas de melhorar a qualidade e os resultados da educação”.

As DREs seguirão com professores formadores de língua portuguesa, matemática e pedagogia para atender as séries iniciais do Ensino Fundamental.

A novidade é o formador em tecnologia, responsável por aproximar os profissionais das ferramentas disponíveis para melhorar o ensino, principalmente neste momento pandêmico. 

Secretário adjunto Executivo da Seduc, Amauri Monge explica que as Diretorias Regionais concentram nos formadores de português e matemática com o objetivo de melhorar os índices de alfabetização e aprendizagem.  

“Não estamos inventando nada. Buscamos as boas práticas na educação do Brasil e do mundo. E uma delas é focar nas práticas pedagógicas”, frisa.

Diagnóstico

A Coordenadoria de Currículo e Avaliações da Seduc apresentou os resultados das avaliações diagnósticas realizadas no retorno das atividades escolares em agosto do ano passado.

“O tema, como usar os resultados para definir a demanda de formação continuada, foi apresentado aos participantes. As DREs vão levantar os cursos de formação baseados nos resultados dessa avaliação”, explica a coordenadora Brígida Couto Mendes.

Conforme o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, é fundamental trabalhar a formação do professor e como está a prática pedagógica dele em sala de aula.

“Esse novo momento que a educação vem passando aponta que nossos desafios são maiores que em outros tempos. A Seduc é um órgão parceiro e vai dar as ferramentas necessárias para recuperarmos a aprendizagem dos nossos estudantes, tão impactada com a pandemia”, assinala.

Para a diretora da DRE em Alta Floresta (803 km ao norte da Capital), Edileuza Maçaneiro, os desafios são imensos. Ela enfatiza que para romper os obstáculos, as Diretorias Regionais estão recebendo orientações de todos os setores da Seduc.

“É uma equipe preparada diante de um grande desafio. A expectativa é a ampliação dessa equipe, mas com esses formadores já é de grande relevância”, comemora.

Diretor da DRE em Primavera do Leste (231 km ao sul da Capital), Dilson Thomaz reforça que o encontro é muito importante por ser um diálogo direto entre as diretorias e a sede da Seduc. “E também estamos tendo sugestões de como desenvolver o trabalho de formação junto às escolas”, salienta.

Fonte: GOV MT

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