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Governo do Acre inicia atendimentos médicos a desabrigados

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre(Sesacre) iniciou os atendimentos médicos às famílias desabrigadas e desalojadas devido à enchente que atingiu o município de Sena Madureira. Para tanto, foi montada uma força tarefa que, por meio do Programa Saúde Itinerante, oferecerá, também, atendimento laboratorial e assistência social.

“Viemos para atender essas famílias que estão desabrigadas e desalojadas, ofertando atendimento médico, laboratorial e assistência social. Sendo todo um esforço do governo do Estado por meio da Sesacre que está atuando nesta força-tarefa”, informou, por meio do site do governo local, a coordenadora do Programa Saúde Itinerante, Rosemary Fernandes.

Os atendimentos estão sendo feitos na creche Criança Feliz. As consultas clínicas, pediátricas e exames laboratoriais, atualização da caderneta de vacina das crianças e entrega de medicamentos estão sendo executados pelas equipes da Atenção Primária, Saúde Itinerante, Vigilância em Saúde da Sesacre e pelas Secretarias da Cidadania e de Saúde do município.

Em uma outra frente de ações, o Corpo de Bombeiros está distribuindo donativos às famílias que estão precisando de socorro urgente no município. Os donativos (mais de 400 cestas básicas, além de água potável e kits de limpeza) foram arrecadados por meio da campanha do SOS Acre.

As cheias e os alagamentos que têm atingido a região agravaram os cenários das epidemias de dengue e de covid-19. Segundo a Sesacre, 606 casos de infecção pelo novo coronavírus foram registrados apenas neste sábado (27). Com isso, o número de infectados está em 57.337.

Até o momento, o Acre registra 157.236 notificações de contaminação pela doença, sendo que 98.966 casos foram descartados e 933 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 46.623 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 289 pessoas seguem internadas.

Nesta semana o governo federal reconheceu o estado de calamidade pública em dez cidades do estado e disponibilizou R$ 450 milhões para o Ministério do Desenvolvimento Regional apoiar estados e municípios no enfrentamento aos desastres naturais que vêm ocorrendo no país. Os recursos são utilizados para ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais.

Além disso, o governo federal vai liberar o saque de recursos do FGTS para as famílias das dez cidades que tiveram a situação de calamidade reconhecida: Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Mâncio Lima e Rodrigues Alves.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também anunciou que o banco fará uma pausa na cobrança do pagamento de diversas linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas impactadas pelas enchentes nesses municípios.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Número de acessos móveis no Brasil cresce e fecha 2020 com 234 milhões

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O Brasil fechou o ano de 2020 com 234 milhões de acessos móveis, segundo relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O total representou um aumento de 7,39 milhões em relação a 2019, o equivalente a 3,26%. Acesso móvel é o nome dado para os chips de celular, que podem ser usados para serviços de voz ou de conexão à Internet.

Com isso, houve uma inversão da tendência de queda que vinha marcando esse tipo de serviço desde 2015, quando o Brasil bateu os 284,17 milhões de acessos. O número, acima da população nacional, ocorre pelo fato de parte das pessoas ter mais de um acesso, ou seja, mais de um chip ou uma conta de telefone celular.

Na avaliação da Anatel, esse acréscimo teve relação com a pandemia do novo coronavírus. “Com a transferência forçada de atividades para a modalidade online, em especial as aulas de crianças e de adolescentes, houve um aumento na compra de dispositivos para permitir a realização dessas atividades. O celular é o dispositivo mais barato de acesso à internet, e muitos desses aparelhos já são vendidos atrelados à contratação de um novo plano”, diz o relatório.

Densidade

Quando analisados os números de acessos por 100 habitantes, índice denominado “densidade” pelo relatório, as regiões mais atendidas são o Sudeste (105,71), Centro-Oeste (102,2) e Sul (96,9). As densidades são menores no Nordeste (86,58) e Norte (85,37).

Os estados com mais acessos por 100 habitantes são Distrito Federal (116,37), São Paulo (110,22), Rio de Janeiro (103,86), Minas Gerais (98,96) e Rio Grande do Sul (98,96). Já os com os menores índices são Maranhão (74,94), Alagoas (81,49), Pará (82,06), Paraíba (85,24) e Roraima (85,95).

Modalidade de cobrança

Pelo primeiro ano, os acessos pós-pagos superaram os pré-pagos, com pouco mais de 50%. Os pós-pagos são mais presentes na Vivo (57,14%) e os pré-pagos são mais frequentes na Oi (62,67%).

Operadoras

Atualmente, a operadora com mais acessos móveis é a Vivo (78,53 milhões). Em seguida vêm Claro (60,20 milhões), TIM (51,43 milhões) e Oi (36,65 milhões). No caso da OI, a parte de telefonia móvel da companhia está sendo negociada com as outras três operadoras. A Vivo lidera em 2.400 municípios, a Claro em 1.286, a TIM em 1.056 e a Oi em 777 cidades.

Repercussão

Na avaliação da integrante do Conselho de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações (CDUST) Marina Pita, os dados podem levar ao engano uma vez que o relatório não deixa claro que se trata de chips, e não de conexões móveis.

“Os dados são simplesmente de chips ativos habilitados à conexão. Se a pessoa proprietária do chip fez uso de pacote de dados móvel, isso é algo que a Anatel não sabe porque não há obrigações de as operadoras informarem neste sentido. A Anatel não está contabilizando planos ativos e sim chips. Se a pessoa usou o chip apenas para receber ligações, a Anatel desconhece”, avalia Pita.

Em nota à reportagem da Agência Brasil, a assessoria da Anatel confirmou se tratar de chip habilitado, não incluindo que tipo de atividade é realizada pelo usuário.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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