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Governo de MT inaugura nova unidade da Polícia Militar e fortalece segurança no Centro Político Administrativo

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Nesta terça-feira (14.09), a partir das 17h30, a Polícia Militar realizará a solenidade de inauguração da nova sede da 4ª Companhia Independente de Segurança Institucional da PM (4ª CIPMSI), na Praça das Bandeiras, em Cuiabá. 

Na ocasião, o tenente-coronel Frederico Correa Lima Lopes, que comanda a unidade, vai explicar o funcionamento do Projeto Águia, idealizado pelo Governo do Estado para fortalecer o patrulhamento da Polícia Militar por meio do monitoramento eletrônico interligado de 40 câmeras de segurança em toda área do Centro Político Administrativo.

A 4ª CIPMSI ainda conta com o Memorial da Segurança Pública, com objetos históricos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar. 

Instalada na Praça das Bandeiras, a nova unidade irá reforçar a segurança na região da Avenida Rubens de Mendonça e principalmente no Centro Político Administrativo, local onde há uma maior concentração de órgãos públicos e de servidores do Estado. 

Serviço 

Inauguração da 4ª Companhia Independente de Segurança Institucional  

Local: Avenida Historiador Rubens de Mendonça, na Praça das Bandeiras, Cuiabá  

Horário: 17h30 

Fonte: GOV MT

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Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso entram em greve pedindo 20% de reajuste

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Professores, administradores e funcionários de escolas, do governo de Mato Grosso, anunciaram paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (28/10) – Dia dos Servidores Públicos – contra o que eles chamam de “calote do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores da educação, o que resultaria num reajuste salarial de 20%.

O valor, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), membro do Fórum Sindical, foi um dos signatários do movimento dos servidores, mais de 700 escolas de Mato Grosso tiveram suas atividades suspensas nesta quarta.

O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse que o governo não paga o reajuste integral dos servidores desde 2018. Ele destaca que a inflamação registrada é superior a 10%, nos últimos 12 meses. Afirma que o governo deve fazer um reajuste no próximo ano, mas que não atingirá a totalidade da inflação.“Vai ficar pela metade, tivemos um aumento da alíquota previdenciária e o governo não sinaliza em pagar os valores defasados”, disse.

Fora a cobrança da RGA, os professores exigem o cumprimento da Lei 510 de 2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários, a convocação dos aprovados no concurso público, reforma das escolas em condições precárias e aplicação de leis que asseguram recursos para a educação.

“A lei 510 foi, inclusive, uma greve que fizemos pela exigência da parcela fixa. O governo, junto com o Ministério Público, pediu a inconstitucionalidade da lei, mas outros setores, como o Tafe e Sema, o governo fez o pagamento dos percentuais. Ou seja, pra educação a tratativa é uma, pros outros setores a tratativa é outra”, recorda.

Além disso, os profissionais aproveitam para protestar também contra a volta as aulas na pandemia, o fechamento de escolas e a falta de políticas públicas para auxiliar estudantes que foram prejudicados por conta da covid-19.

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