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Governo constrói 10 pontes de concreto no Vale do Araguaia

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), avança na construção de 10 pontes de concreto na região do Vale do Araguaia, em Mato Grosso. As obras são realizadas em quatro rodovias estaduais que cortam a região e vão contribuir para o desenvolvimento do Estado.

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, as pontes de madeira são consideradas entraves logísticos para o escoamento da produção e transporte – e a substituição por pontes de concreto vai assegurar a diminuição desses obstáculos e maior fluidez do trânsito nessa região.

Na MT-326, no trecho que compreende o entroncamento da BR-158 até o município de Cocalinho, na divisa com Goiás, são executadas quatro pontes de concreto.  As pontes são construídas sobre os rios Borecaia e vazante, Corixinho, Corixão, e Água Preta. São investidos aproximadamente R$ 25 milhões para execução de todas as obras.

Obra sobre o córrego Canastra I

A ponte sobre o Rio Borecaia e vazante é a maior sendo executada nesse trecho, com extensão total de 190 metros. A obra já está na reta final, em fase de acabamento e foram investidos R$ 11 milhões para sua execução.

Já a ponte sobre o Rio Corixinho terá 75 metros de extensão e 55% dos serviços já foram executados. Ao todo, são investidos quase R$ 5 milhões nesta obra. Outra ponte é construída sobre o Rio Corixão e terá 60 metros de extensão. Aproximadamente 66% dos serviços já foram executados.

Também está em construção a ponte sobre o rio Água Preta, que terá uma extensão total de 50 metros e aproximadamente R$ 3,4 milhões são investidos na execução da obra.

MT-100

Na MT-100 estão em construção três pontes de concreto sobre os Córregos Sete Voltas e Pitomba, no município de Araguaiana, além do Rio Claro, em Alto Araguaia. São investidos quase R$ 10 milhões para a execução das três obras.

Obra sobre o córrego Canastra I

A maior das três pontes é a construida sobre o Córrego Sete Voltas, com extensão de 60,55 metros. O investimento feito é de R$ 4 milhões. Já a ponte sobre o Córrego Pitomba tem extensão de 30,5 metros e o valor da obra é de R$ 1,5 milhão. As duas obras facilitarão a ligação do município de Araguaiana com Barra do Garças.

Já a ponte sobre o Rio Claro tem extensão de 40,55 metros. O valor da obra é de R$ 2,7 milhões e vai permitir a ligação da MT-100 sentido BR-364.

MT-020 e 109 

Já na MT-020, em Canarara, estão em construção duas pontes de concreto, sobre os Córregos Canastra I e II.  Ambas as pontes têm extensão de 31 metros e são investidos R$ 3,5 milhões na execução das duas obras.

Ainda em Canarana, mas na MT-109, está sendo construída a ponte sobre o Rio Tanguro. A ponte terá uma extensão de 31 metros e atualmente são realizados os serviços de infraestrutura.

Obra da ponte sobre o rio Tanguro

Ponte sobre o Rio das Mortes

Além das pontes já em obras, está prevista a construção da ponte de concreto sobre o Rio das Mortes, na MT-326, que vai interligar os municípios de Cocalinho e Nova Nazaré. A ordem de serviço para início da obra já foi emitida e a ponte terá 483 metros, sendo considerada a maior ponte dessa estrutura já construída em Mato Grosso.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso tem crescimento de quase 20% na receita tributária nos 4 primeiros meses de 2020

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O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, apresentou nesta terça-feira (11.08), à Assembleia Legislativa, o relatório sobre as metas fiscais do 1º quadrimestre deste ano. A apresentação aconteceu durante audiência pública na Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO), do Poder Legislativo.

No primeiro quadrimestre deste ano, a receita tributária cresceu 19,1% este ano, comparada ao mesmo período de 2019. O ICMS, principal tributo arrecadado pelo Estado, teve um crescimento nominal de 16,2%, chegando a R$ 3,8 bilhões.

De acordo com o relatório apresentado, a receita total no primeiro quadrimestre de 2020 foi de R$ 6,8 bilhões; já despesa total liquidada chegou a R$ 5,1 bilhões. O resultado foi um superávit na ordem de R$ 1,6 bilhões.

Logo na abertura, o secretário de Fazenda fez questão de mostrar um gráfico apontando que pela primeira vez em 10 anos, o Estado fechou suas contas com superávit. Rogério Gallo atribuiu esse desempenho positivo às políticas públicas implantadas pelo governador Mauro Mendes e sua equipe já no primeiro no de gestão.

“O Estado hoje tem um comando, através do governador Mauro Mendes, com uma disciplina, uma diretriz de se gastar menos do que se arrecada. Isso já foi demonstrado que depois de 10 anos do Estado no vermelho, gastando mais do que se arrecada, nós fechamos 2019 já gastando menos 500 milhões de reais do que se arrecadou”, ressaltou o secretário Rogério Gallo.

Gallo apontou como fatores para esse crescimento a entrada em vigor da Lei Complementar 631, que consolidou a política de benefícios fiscais, o incremento da produção do etanol de milho, o aumento expressivo das exportações e também ao Programa Nota MT, com o incremento da emissão de documentos fiscais solicitados pelos consumidores.

“O Estado teve uma boa performance na receita. Arrecadou mais que gastou nesse período. E nós tivemos condições de fazermos o enfrentamento da pandemia naquele início, quando não se tinha qualquer auxílio financeiro federal, fazendo por exemplo, a obra do Hospital Metropolitano com recursos próprios, em função dessa disciplina fiscal de gastar menos do que se arrecada”, explicou Rogério Gallo.

A audiência púbica foi coordenada pelo deputado Carlos Avallone (PSDB), presidente em exercício da CFAEO e teve a participação do deputado Ondanir Nininho Bortolini, além de representantes do Tribunal de Justiça, de Contas, do Ministério Púbico Estadual, da Defensoria Pública e do Ministério Público de Contas.  Após a apresentação do relatório, o secretário de Fazenda respondeu a perguntas formuladas pelos representantes das entidades.

A audiência atende à recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) à Assembleia Legislativa, visando aumentar a transparência nas ações do Poder Executivo no que tange às suas receitas e despesas e é uma determinação da Lei Complementar Federal nº 101, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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