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Governador de MG anuncia novas restrições: “começamos a ver cenas de horror”

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), confirmou a implantação da fase roxa de restrições em Minas Gerais. A classificação, a mais rígida até o momento, é motivada pelo aumento internações e mortes por Covid-19 no estado. De acordo com o governador, em entrevista coletiva, o estado começou “a assistir cenas de horror, pessoas clamando por atendimento e não temos vagas nas unidades de saúde”.

A nova fase ocorrerá pelos próximos 15 dias e permite o funcionamento apenas de atividades consideradas essenciais pelo governo, além da implantação de barreirassanitários e toque de recolher em todo o estado entre as 20he as 5h. O governador ainda informou que, durante as abordagens em momentos fora do permitido, os cidadãos devem justificar o motivo de estarem fora de casa.

As barreiras sanitárias também devem fiscalizar a entrada de turistas no estado, cujo ingresso é permitido apenas aos profissionais de saúde e equipes de auxílio. O serviço de turismo está proibido e os hotéis poderão receber apenas profissionais de serviços essenciais.

A onda roxa – como é chamada a classificação – também proíbe eventos públicos e privados, entre os quais reuniões presenciais. A circulação de pessoas com qualquer sintoma de gripe também é proibida, exceto para o caso de busca por acompanhamento médico. A classificação também se mostra mais rígida quanto ao uso de máscaras, que é obrigatória em qualquer ambiente de uso coletivo, seja público ou privado.

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil recebe lote de vacinas da Pfizer pelo consórcio Covax Facility

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Brasil recebe lote de vacinas da Pfizer pelo consórcio Covax Facility
Reprodução: BBC News Brasil

Brasil recebe lote de vacinas da Pfizer pelo consórcio Covax Facility

Uma remessa com 842,4 mil doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech desembarcou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), neste domingo (20), pelo consórcio Covax Facility.

Esse é o primeiro lote da farmacêutica que desembarca no país correspondente à aliança liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros parceiros.

Segundo o Ministério da Saúde, o contrato do Brasil com a Covax prevê 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 de diferentes laboratórios até o fim de 2021.

Até agora, a pasta informou que já recebeu e distribuiu mais de 5 milhões de doses adquiridas via consórcio global.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, 24.243.552 pessoas receberam a 2ª dose da vacina contra Covid-19 no Brasil, o que representa 11,45% da população.

Fonte: IG SAÚDE

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