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Google Fotos deixa de ser gratuito e ilimitado em junho; saiba o que fazer

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Google Fotos deixará de ser ilimitado e gratuito
Unsplash/Mitchell Luo

Google Fotos deixará de ser ilimitado e gratuito



A partir do dia 1º de junho, o Google Fotos deixará de armazenar imagens e vídeos de forma ilimitada gratuitamente. Todos os arquivos que forem adicionados ao serviço depois da data passarão a contar na cota de armazenamento da conta Google em questão (que contabiliza Drive, Gmail e Fotos).

Quem fizer backup antes da data limite não vai perder as fotos que tiver colocado na nuvem. Além disso, quem usa celulares da linha Google Pixel não sofrerá qualquer alteração. Confira abaixo tudo o que muda no Google Fotos a partir de 1º de junho.

Qual armazenamento será pago no Google Fotos?

Atualmente, o Google Fotos tem duas opções de armazenamento de imagens e vídeos no Brasil. São elas:

  • Qualidade original: o backup é feito sem alteração de qualidade, com fotos e vídeos enviados para a nuvem em resolução máxima. Todos os uploads feito nesta categoria consomem armazenamento da conta Google (por padrão, são 15 GB gratuitos, mas é possível pagar por mais espaço).
  • Alta qualidade: fotos e vídeos têm qualidade levemente reduzida – imagens são compactadas a 16 MP, por exemplo. Todos os uploads feitos nesta categoria não consomem espaço da conta Google, ou seja, o armazenamento é gratuito e ilimitado.

A partir de 1º de junho, a opção “alta qualidade” também passa a consumir espaço da conta Google . Para quem já usa a primeira opção, subindo fotos e vídeos em qualidade máxima, nada vai mudar. Para saber qual backup você utiliza, vá ao aplicativo do Google Fotos e, em seguida:

Você viu?

  • Clique no seu rosto, no canto direito superior;
  • Toque em “configurações do Google Fotos”;
  • Vá em “backup e sincronização”;
  • Clique em “tamanho do upload”.

O que acontece com as fotos e vídeos que já estão salvos na nuvem do Google Fotos?

Arquivos que já foram enviados ao Google Fotos em alta qualidade “não serão contabilizados nos 15 GB de armazenamento gratuito que cada usuário tem direito”, afirma o Google.

Por isso, se você quiser salvar várias fotos e vídeos na nuvem de forma gratuita e ilimitada, confira se seu Google Fotos está configurado na categoria “alta qualidade” e faça o backup antes de 1º de junho.

Como sei quanto espaço ainda tenho?

Depois de 1º de junho, toda vez que você estiver chegando próximo ao seu limite de armazenamento, o Google  te notificará pelo aplicativo e pelo e-mail. Além disso, uma ferramenta para liberar espaço será disponibilizada no app, informando sobre fotos borradas e vídeos muito longos que podem ser apagados, por exemplo. Para saber quanto espaço sua conta Google já consumiu, é só seguir os seguintes passos:

  • Clique no seu rosto, no canto direito superior;
  • Toque em “configurações do Google Fotos”;
  • Vá em “backup e sincronização”;
  • Confira a porcentagem de cota de armazenamento utilizada.

Por quanto tempo ainda vou poder usar o Google Fotos gratuitamente?

O Google realizou uma estimativa personalizada de cada usuário para saber quanto tempo o armazenamento gratuito de 15 GB deve durar de acordo com os padrões de consumo de cada um. Segundo a empresa, mais de 80% dos usuários devem conseguir usar o Google Fotos por mais três anos sem pagar nada. Confira a sua estimativa clicando neste link .

Meu armazenamento do Google Fotos estourou, e agora?

Se você ultrapassar os 15 GB gratuitos da sua conta Google , a empresa tem opções pagas de armazenamento por meio do Google One . Confira as opções:

  • Até 100 GB: R$ 6,99 por mês;
  • Até 200 GB: R$ 9,99 por mês;
  • Até 2 TB: R$ 34,99 por mês;
  • Até 10 TB: R$ 349,99 por mês.

Além disso, também é possível  escolher outro aplicativo para realizar o armazenamento das suas fotos e vídeos.

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Google enfrenta processos nos EUA por rastreamento de localização

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Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização
Murilo Tunholi

Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização

Um grupo de promotores de vários estados americanos, incluindo Texas, Indiana e Washington DC, disse nesta segunda-feira (24) que está processando o Google, da Alphabet.

Segundo eles, mesmo quando os consumidores desativam o rastreamento de localização em seus telefones, o Google continua a rastrear seus movimentos usando uma função separada chamada “atividade na Web e em aplicativos”, disseram os procuradores, citando um relatório da Associated Press de 2018 como base para a afirmação.

Além disso, disseram que a empresa removeu um aviso ao consumidor alegando que “os lugares que você frequenta não são mais armazenados”. Partes dos processos foram redigidas, e a cópia da queixa de Washington D.C. dizia ter sido arquivada sob sigilo.

“Na realidade, independentemente das configurações selecionadas, os consumidores que usam produtos do Google não têm outra opção a não ser permitir que a empresa colete, armazene e use sua localização”, de acordo com uma reclamação postada nas redes sociais por Washington D.C.

As reivindicações representam mais um desafio legal à coleta de informações do Google, que está sob intenso escrutínio de reguladores e defensores do consumidor, alegando que é mais invasivo do que os consumidores desejam ou imaginam.

A empresa já está enfrentando dúvidas sobre se continua a rastrear navegadores que acreditam que seu “modo de navegação anônima” encobre sua identidade e se os usuários podem bloquear efetivamente seus cookies de rastreamento de atividades.

Jose Castañeda, um porta-voz do Google, disse em comunicado que os processos são “baseados em alegações imprecisas e afirmações desatualizadas sobre nossas configurações. Sempre incluímos recursos de privacidade em nossos produtos e fornecemos controles robustos para dados de localização. Vamos nos defender vigorosamente e esclarecer as coisas”.

De acordo com os procuradores-gerais, a empresa também possui configurações de usuário conflitantes e confusas, tornando quase impossível para os consumidores impedirem o Google de coletar seus dados de localização.

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“Definitivamente confusas”

O processo do Distrito de Columbia citou discussões internas do Google em que funcionários disseram que suas divulgações de histórico de localização eram “definitivamente confusas” e que as configurações da conta pareciam projetadas para criar a ilusão de controle do usuário, mas eram “difíceis o suficiente para que as pessoas não percebessem. ” A denúncia não citava a fonte das informações.

Os processos dizem que as táticas duraram de 2014 a pelo menos 2019 e ocorreram por meio de dispositivos que usavam o sistema operacional Android do Google, bem como aplicativos do Google e serviços baseados na web, como pesquisa e mapas.

Um caso semelhante foi aberto contra o Google pelo estado do Arizona em 2020, segundo o qual,  “o Google torna impraticável, se não impossível, que os usuários optem por não participar da coleta de informações de localização”.

Como os casos anunciados nesta segunda-feira, o processo do Arizona diz que o Google continuou a rastrear os movimentos dos usuários por meio de “atividades na Web e de aplicativos” e outros meios, mesmo que optassem por desativar o histórico de localização.

O Google disse que introduziu uma série de novos recursos que dão aos usuários mais controle sobre seus dados, incluindo exclusão automática de dados de localização, modo de navegação anônima nos mapas do Google e divulgações mais detalhadas sobre sua política.

O Google tem sido objeto de vários processos nos últimos anos. Em julho, 36 estados e o promotor público da capital, Washington, processaram a subsidiária Alphabet por supostas práticas anticompetitivas relacionadas à sua loja de aplicativos Google Play.

Dois outros processos estão em andamento nos Estados Unidos relacionados à posição dominante do buscador Google, e um terceiro à tecnologia utilizada na publicidade.

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