Educação

Google e Centro Paula Souza oferecem capacitação em tecnologia

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Parceria entre o Google e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, o Programa Minha Chance oferece capacitação para jovens na área de tecnologia. São 6,5 mil vagas para a formação que traz temas como computação em nuvem, inteligência artificial e infraestrutura e segurança de redes.

Os inscritos farão um curso preparatório de seis horas oferecido pelo Google, com início logo ao fim das inscrições, que vão até a próxima sexta-feira (22). Entre 8 de novembro e 19 de dezembro, será oferecida a capacitação principal, com aulas ministradas por especialistas do mercado e professores do Centro Paula Souza, que coordena o sistema estadual de ensino técnico.

Processo seletivo, com um curso de 5 horas vai de 22 a 31 de outubro e o período de matrícula em primeira chamada vai de 3 a 5 de novembro.

A formação tem como objetivo aumentar a qualificação dos estudantes das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs), mas também está aberta à comunidade. Para se candidatar, é preciso ter 14 anos completos.

As inscrições pode ser feitas pela internet.

Edição: Denise Griesinger

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Pandemia fez crescer cursos de especialização no país, mostra estudo

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Durante a pandemia, profissionais optaram por aperfeiçoar conhecimentos por meio de cursos de especialização – é o que mostra o levantamento elaborado pelo Instituto Semesp, entidade que representa as mantenedoras de ensino superior do Brasil. O número de alunos em pós-graduação foi de 1,3 milhão, crescimento de 4,8% em 2021 na comparação com 2019, antes da pandemia.

“Houve um desempenho muito bom, isso porque teve muita gente que ficou desempregada ou teve contrato de trabalho suspenso. Essas pessoas foram buscar uma especialização no formato de aulas remotas, [algo] que combina bem com esse púbico de pessoas mais velhas. É uma forma de aumentar o grau de empregabilidade”, disse o economista Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp.

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Segundo Capelato, a pós-graduação se reinventou com as aulas remotas. Se por um lado os alunos sentiram falta da convivência com os colegas, por outro ficaram satisfeitos com a falta de necessidade de deslocamento até o local das aulas. “O formato híbrido ficou mais forte, tem maior apelo”, disse.

A graduação, por sua vez, recuou 5% no mesmo período. “A gente teve uma queda na graduação, isso se dá muito porque as aulas deixaram de ser presenciais. Então, houve uma queda importante, que só não foi maior porque a educação à distância continuou crescendo na pandemia. No começo de 2020, antes da pandemia, houve uma entrada boa de ingressantes”, disse.

Entre os alunos de mestrado e doutorado, apesar de ter ocorrido uma redução de 1,7% entre os anos de 2019 e 2020, houve um crescimento considerável de 18,1% em 2021, chegando a 441 mil matrículas.

De acordo com a pesquisa, a predominância é de alunos na cor branca nos cursos de especialização (716 mil alunos), o equivalente a 60% do total. Em 2021, a graduação teve participação de alunos de cor parda e preta de 48,7%, enquanto a pós-graduação lato sensu teve 38% dos estudantes.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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