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Google Chrome tem nova falha grave de segurança sendo usada por hackers

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Google Chrome tem falha grave
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Google Chrome tem falha grave

O Google lançou uma atualização para o Chrome com o objetivo de corrigir uma falha grave de segurança que estava sendo explorada ativamente por hackers. A versão 91.0.4472.101 do navegador para Windows, Mac e Linux resolve 14 vulnerabilidades, sendo uma delas do tipo zero-day, identificada como CVE-2021-30551.

A empresa não entrou em muitos detalhes sobre a brecha de segurança do Chrome, mas sabe-se que é um bug no motor V8 do browser, e permite que um hacker execute códigos de forma remota no computador dos usuários. Ele foi descoberto pelo pesquisador Sergei Glazunov, que faz parte do Project Zero.

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Segundo o Diretor do Grupo de Análise de Ameaças do Google , Shane Huntley, a falha foi explorada pelos mesmos agentes que usaram outra vulnerabilidade zero-day no Windows , corrigida na quarta-feira (9) pela Microsoft .

Novo zero-day já é o sexto do Google Chrome em 2021

Como lembra o BleepingComputer , este já é o sexto zero-day encontrado no Chrome somente em 2021. O primeiro foi registrado em fevereiro (CVE-2021-21148) e, desde então, tivemos mais dois em março e dois em abril.

Notícias recentes indicam que um grupo de hackers conhecido como Puzzlemaker está criando uma cadeia de bugs do tipo zero-day para o Chrome com o objetivo de instalar malware no Windows . Aparentemente, esse grupo está explorando a brecha CVE-2021-21224, de 20 de abril, mas segundo pesquisadores da Kaspersky, é possível que os agentes também estejam fazendo uso de outras vulnerabilidades do navegador ainda não divulgadas.

Como atualizar o Google Chrome

A atualização para a versão 91.0.4472.101 está sendo distribuída para o mundo todo e deve chegar a todos os usuários nas próximas semanas. Geralmente, é possível baixá-la automaticamente ao abrir o navegador, mas você também pode fazer a instalação manualmente. Para isso, acesse o menu representado por três pontos, na parte superior direita do browser , vá em “Ajuda” e toque na opção “Sobre o Google Chrome ”.

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Robôs ajudam a desafogar sistema de saúde na pandemia; saiba como

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Robôs ajudam durante a pandemia
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Robôs ajudam durante a pandemia

O uso de inteligência artificial por meio de robôs pode ajudar a fazer a triagem de pacientes para aliviar o sistema de saúde sobrecarregado durante a pandemia da Covid-19. Pesquisadores desenvolveram a Laura, uma assistente virtual capaz de identificar e interpretar informações de quem busca atendimento hospitalar.

O projeto é da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Instituto Laura Fressatto. O algoritmo é capaz de descrever a gravidade da doença de um paciente a partir dos sintomas informados. Isso ajuda no direcionamento dessa pessoa para um profissional adequado, evitando tempo de triagem e encaminhamento.

Caso a pessoa seja identificada com sintomas leves, ela continua sendo monitorada pelo robô, sendo coletadas informações a cada três dias de seu estado de saúde. Caso haja uma piora, um enfermeiro entra em contato por meio de chamada de vídeo, para entender o quadro.

“O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre Covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo”, disse o médico Murilo Guedes, líder do estudo, à Agência Brasil.

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Robô capaz de ajudar na saúde

A pesquisa compilou atendimentos realizados na plataforma da Laura com 24,1 mil pessoas entre julho e outubro de 2020. As tiragens foram feitas em três cidades brasileiras: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP).

44,8% dos pacientes analisados foram classificados com sintomas leves de Covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença. Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia foram publicados no jornal Frontiers in Digital Health.

O estudo segue em andamento e os próximos passos envolvem analisar a segurança do robô para fazer diagnósticos de saúde. Isso é feito medindo a precisão das avaliações médicas fornecidas pela inteligência artificial. Outros testes com a tecnologia já estão sendo aplicados.

“O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura. O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, finalizou Murilo.

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