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Geografia de Acorizal

Altitude, distância da capital, extensão territorial, localização geográfica, relevo, formação geológica, solo, bacia hidrográfica, clima, distritos e limites do município.

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Mapa Acorizal

 

 

Altitude de Acorizal

170m

Distância da Capital de Mato Grosso

Rod. 58,70 km – Linha Reta 54 km

Extensão Territorial do município de Acorizal

841 km2 (IBGE) 856,97 km2 (Acorizal)

Localização Geográfica de Acorizal

Mesorregião Centro-sul mato-grossense, Microrregião – Rosário Oeste

Relevo de Acorizal

Depressão do Paraguai, relevo suave ondulado, calha do Rio Cuiabá

Formação Geológica de Acorizal

Cobert. dobradas Proterozóico, com granitóides associados. Faixa Móvel Brasiliana

Solo do município de Acorizal

Glei pouco Humico (Tb distrófico A moderado textura média)

Bacia Hidrográfica

Grande Bacia do Prata. Os principais afluentes são o Rio Cuiabá e os ribeirões Engenho, Acorizal e Baús

Clima do município de Acorizal

Tropical quente e sub-úmido, com 5 meses de seca, de maio a setembro. Precipitação anual de 1.750 mm, com intensidade máxima em dezembro, janeiro e fevereiro. Temperatura média anual: 25ºC. Maior máxima: 43ºC. Menor mínima: 0ºC.

Distrito

Sede, Baús, Aldeia

Limites

Rosário Oeste, Cuiabá, Várzea Grande, Jangada, Chapada dos Guimarães

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TCE-MT aprova Contas de Gestão do Instituto Previdenciário de Acorizal

O conselheiro interino Luiz Carlos Pereira destacou que seu parecer pela aprovação seguiu o que dispõe o artigo 193 da Resolução Normativa n.º 14/2007

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Thiago Bergamasco | TCE-MT

Conselheiro interino ouvidor-geral - Luiz Carlos Pereira

Conselheiro interino do TCE-MT, Luiz Carlos Pereira

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) julgou regulares com recomendações e determinações legais, na sessão ordinária realizada em 17 de fevereiro, as Contas de Gestão do Fundo Municipal de Previdência Social de Acorizal, referentes ao exercício de 2018.

 

ASSISTA AO JULGAMENTO

 

Em seu voto, o conselheiro interino Luiz Carlos Pereira destacou que seu parecer pela aprovação seguiu o que dispõe o artigo 193 da Resolução Normativa n.º 14/2007, segundo o qual as contas serão julgadas regulares, com recomendações, e/ou determinações legais, quando evidenciarem impropriedades ou quaisquer outras falhas que não resultem em dano ao erário ou à execução do programa, ato ou gestão.

 

“No caso dos autos, as irregularidades remanescentes não possuem o condão de macular gravemente a gestão e ensejar seu julgamento irregular, não obstante a necessidade de melhorias, diante das falhas detectadas no desempenho dos atos de gestão, no exercício de 2018”, argumentou o relator.

 

Dentre as determinações feitas por Luiz Carlos Pereira, por sua vez, está a de que a atual gestão realize a discriminação dos gastos administrativos, visando refletir a realidade das despesas efetuadas pelo fundo previdenciário, observando a limitação de despesa de até 2% do valor total das remunerações, proventos e pensões dos assegurados.

 

O relator determinou ainda que, em virtude da declaração de que não houve a realização do recenseamento nos últimos cinco anos, o atual gestor promova, no prazo de 90 dias, o censo previdenciário, o recadastramento, e/ou a prova de vida dos segurados do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

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