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Funcionárias acusam presidente da Caixa Econômica de assédio sexual

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Funcionária acusam Pedro Guimarães de assédio sexual

Funcionárias denunciaram o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, por assédio sexual, segundo o site “Metrópoles”, que registrou depoimentos em vídeos que preservam as identidades das vítimas.

De acordo com a reportagem publicada nesta terça-feira, o caso está sendo investigado, sob sigilo, pelo Ministério Público Federal (MPF). Procurada, a Caixa não se pronunciou. O MPF do Distrito Federal afirmou que não fornece

De acordo com o “Metrópoles”, há diversas acusações contra Guimarães, com relatos de situações em que ele age de forma inapropriada diante de funcionárias do banco estatal, com toques íntimos não autorizados, convites incompatíveis com a situação de trabalho e outras formas de assédio.

Os relatos destes supostos abusos ocorreram, na maior parte das vezes, em viagens de trabalho da Caixa pelo Brasil.

Os vídeos publicados pelo Metrópoles destacam relatos de vítimas que dizem sob a condição de anonimato terem sido convidadas por Guimarães para irem à sauna ou piscina durante viagens a trabalho do banco.

Em um dos depoimentos ao site, uma das funcionárias do banco disse que, em uma das viagens que fizeram na comitiva do presidente da Caixa, foram convidadas para ir à piscina do hotel onde estavam hospedados. No local, Guimarães teriam assistido ao presidente na piscina e, na ocasião, ouviram de um dos auxiliares de Guimarães: “E se o presidente quiser transar com você?”

Em outra ocasião, também em uma viagem feita pela Caixa, Pedro Guimarães teria sugerido que em uma das viagens seguintes, para Porto Seguro, deveria ser feito um “carnaval fora de época”. A declaração aconteceu durante um jantar após os eventos na cidade sobre o programa Caixa Mais Brasil.

“Ninguém vai ser de ninguém. E vai ser com todo mundo nu”, teria dito o presidente da Caixa, segundo o relato de uma testemunha divulgado pelo Metrópoles.

As declarações do presidente foram confirmadas pelo “Metrópoles” com outros integrantes da comitiva presentes no jantar.

Uma funcionária contou ao site que o Guimarães teria se virado para ela e feito uma afirmação agressiva: “Ele me falou: ‘Vou te rasgar. Vai sangrar'”.

As denúncias divulgadas pelo Metrópoles também apontam que Guimarães “pegava” na cintura ou no pescoço de funcionárias sem consentimento.

Segundo o site, o presidente da Caixa chegava a pedir para as suas auxiliares levarem em seu quarto de hotel objetos que ele “precisava” e, ao menos uma vez, atendeu a uma delas de cueca, enquanto que, em outra, teria pedido para a mulher tomar um banho e voltar para seu quarto para “tratarem de sua carreira”.

Em nota enviada ao Metrópoles, a Caixa disse que “não tem conhecimento das denúncias apresentadas pelo veículo”.

“A Caixa esclarece que adota medidas de eliminação de condutas relacionadas a qualquer tipo de assédio. O banco possui um sólido sistema de integridade, ancorado na observância dos diversos protocolos de prevenção, ao Código de Ética e ao de Conduta, que vedam a prática de ‘qualquer tipo de assédio, mediante conduta verbal ou física de humilhação, coação ou ameaça’. A Caixa possui, ainda, canal de denúncias, por meio do qual são apuradas quaisquer supostas irregularidades atribuídas à conduta de qualquer empregado, independente da função hierárquica, que garante o anonimato, o sigilo e o correto processamento das denúncias. Ademais, todo empregado do banco participa da ação educacional sobre Ética e Conduta na Caixa, da reunião anual sobre Código de Ética na sua Unidade, bem como deve assinar o Termo de Ciência de Ética, por meio dos canais internos. A Caixa possui, ainda, a cartilha ‘Promovendo um Ambiente de Trabalho Saudável’, que visa contribuir para a prevenção do assédio de forma ampla, com conteúdo informativo sobre esse tipo de prática, auxiliando na conscientização, reflexão, prevenção e promoção de um ambiente de trabalho saudável”, afirma o banco.

Aliado de Bolsonaro Presidente da Caixa Econômica Federal desde o início do governo Bolsonaro, Pedro Guimarães é um dos aliados mais próximos do presidente Jair Bolsonaro.

Antes de entrar no governo, Guimarães era sócio do Banco Brasil Plural e foi apresentado ao então candidato à Presidência por um conhecido do mercado financeiro durante uma viagem internacional na campanha. Na ocasião, Guimarães se aproximou de Bolsonaro, atuando até como intérprete.

Já no governo, a relação entre os dois se estreitou. Bolsonaro valorizava as viagens de Guimarães, um dos seus auxiliares que coloca o “pé na estrada”. Exemplo dessa proximidade é a participação recorrente de Guimarães nas lives presidenciais, transmitidas todas as semanas nas redes socias de Bolsonaro.

Nas transmissões, Guimarães costumava falar dos programas lançados pela Caixa, que alcançou maior espaço no governo em meio aos pagamentos do Auxílio Emergencial e, mais recentemente, do Auxílio Brasil, que atinge mais famílias que o seu antecessor, o Bolsa Família, e também paga um valor mensal maior.

O perfil de Guimarães rendeu especulações sobre uma possível candidatura este ano, que não se confirmaram. Mas durante sua gestão na Caixa, ficou conhecido por viajar pelo país em eventos da Caixa. Segundo reportagem do GLOBO no ano passado, foram 97 em 28 meses, por 147 municípios. De acordo com o “Metrópoles”, eram na maioria dessas viagens que funcionárias dizem ser alvos de assédio sexual de Guimarães.

Fonte: IG ECONOMIA

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Mega-Sena sorteia R$ 3 milhões nesta quarta-feira; veja os números

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Mega-Sena sorteia R$ 7 milhões nesta quarta-feira
Felipe Moreno

Mega-Sena sorteia R$ 7 milhões nesta quarta-feira

A Caixa Econômica Federal realizou nesta quarta-feira (17) o sorteio 2.511 da Mega-Sena com prêmio estimado em R$ 3 milhões. A Caixa deve divulgar os vencedores nas próximas horas. Em caso de nenhum acerto das seis dezenas, o prêmio irá acumular e se aproximar de R$ 6 milhões no próximo sorteio.

04 – 10 – 15 – 39 – 41 – 49

Como participar do próximo sorteio? O próximo concurso da Mega-Sena acontece no sábado (20), às 20h. É possível apostar até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio , em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa do país.

Também é possível apostar pela internet. O bilhete simples da Mega-Sena, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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Como apostar online na Mega-Sena? Para aqueles que apostarem pela internet, não é possível optar pela aposta mínima, de R$ 4,50. No site da Caixa, o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja com uma única aposta ou mais de uma. Veja aqui como apostar.

Para fazer uma aposta maior, com 7 números, dando uma maior chance de ganhar, o preço sobe para R$ 31,50. Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50. Além disso, os bolões, disponíveis online, são outra opção viável.

Como funciona a Mega-Sena? O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e o vencedor pode receber milhões de reais se acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem pelo menos duas vezes por semana – geralmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, conhecidas como Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha. Esse modelo consiste na escolha automática, realizada pelo sistema, das dezenas jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, conhecida como Teimosinha.

Premiação da Mega-Sena Os prêmios costumam iniciar em, aproximadamente, R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. Dessa forma, o valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor.

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante. O prêmio total da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Deste valor:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados;
  • 19% entre os acertadores de cinco números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos terminados em zero ou cinco; e
  • 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

Fonte: IG ECONOMIA

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