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Freixo se distancia do PSOL ao apoiar aproximação com o centro

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 Freixo se distancia do PSOL após discurso de aproximação com o centro
Reprodução/Wikimedia Commons

Freixo se distancia do PSOL após discurso de aproximação com o centro

O posicionamento do deputado federal  Marcelo Freixo (PSOL-RJ) ao dizer que busca aproximar o campo progressista com o centro , no debate político, causou incomodo em líderes e correligionários do PSOL . As informações são da Folha de S.Paulo e do O Globo .

O parlamentar busca alavancar uma eventual corrida ao Palácio Guanabara em 2022 e citou possíveis apoios de Eduardo Paes e Rodrigo Maia , ambos do DEM . Sua sigla, porém, nega a possibilidade de que a aproximação ocorra.

“Considero que não podemos errar . Não temos o direito de correr o risco de sermos derrotados novamente. Estou priorizando a defesa da democracia . Tenho muito respeito por todos do PSOL. Construímos muita coisa juntos. Por isso, quero ouvir e aprender com todos os companheiros . Não é um debate simples , mas temos que fazer”, concluiu Freixo, eleito líder da minoria na Câmara dos Deputados , para a jornalista Camila Mattoso.


Segundo membros do PSOL , os posicionamentos destoantes indicariam uma possível saída de Marcelo Freixo do partido , que vem sendo especulado no PT e no PDT .

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Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)

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Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)
Divulgação/Ministério da Saúde

Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)

Em seu terceiro dia de depoimentos, a  CPI da Covid irá ouvir nesta quinta-feira (06) o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Após a fala do mandatário da pasta, a comissão irá ouvir o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), Antonio Barra Torres.

Ambos irão falar para comissão parlamentar de inquérito sob a condição de testemunhas. Isso significa que o depoente se compromete a dizer a verdade, sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Marcelo Queiroga chega pressionado ao depoimento. Isso porque na manhã da última quarta-feira, o ministério da Saúde confirmou em coletiva de imprensa que contratou apenas a metade do total de vacinas contra a covid-19 anunciadas. Das 560 milhões de doses anunciadas, apenas 280 milhões estão sob contrato.

A quantia não seria o suficiente para imunizar completamente toda a população brasileira. Por isso, Queiroga anunciou que negocia mais 100 milhões de doses com a farmacêutica Pfizer. A expectativa do ministério é fechar o contrato antes do depoimento à CPI da Covid.


Nos últimos depoimentos, Mandetta e Teich revelaram divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre a condução do combate à pandemia por parte do governo federal.

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