POLÍTICA NACIONAL

Freixo cobra união entre a esquerda e se diz aberto sobre candidatura

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Marcelo Freixo
Foto: Câmara dos Deputados/Arquivo

Deputado federal Marcelo Freixo (PSOL)

Após a circulação de um abaixo-assinado encabeçado por artistas como Caetano Veloso, Malu Mader, Marina Lima entre outros grandes nomes da cultura brasileira, a discussão sobre a possibilidade de o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) voltar à corrida eleitoral pela prefeitura do Rio ganhou força.

Atualmente, a escolhida pelo partido para concorrer ao cargo em novembro é a deputada estadual Renata Souza. Freixo conta que ficou sabendo pela imprensa do documento, e que só depois recebeu ligações acerca do tema.

“Renata é minha candidata. Fui surpreendido com esse movimento hoje (sexta-feira). Deixo claro que é um movimento que partiu da sociedade. Sempre defendi a unidade da esquerda, tanto agora, como para 2022. Se essa unidade for possível, vamos estar sempre abertos a diálogo”, disse Marcelo Freixo, em entrevista ao Globo.

Questionado se estaria disposto a concorrer à prefeitura da cidade ainda este ano, o deputado federal deixou a possibilidade em aberto. “Qualquer decisão minha será tomada junto com a Renata e com o partido. Entendo o vazio político que tomou conta do Rio, e acho válido o movimento de diálogo. A unidade do campo progressista é muito importante, independente do nome”, limitou-se a dizer.

Após ficar em segundo lugar nas disputas de 2012, contra Eduardo Paes, e em 2016, contra Marcelo Crivella, Freixo era o nome do PSOL para as eleições deste ano. Mas, em maio, o deputado federal anunciou que não seria mais candidato ao cargo porque não conseguiu formar uma frente ampla com os demais partidos de esquerda.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto permite a alunos beneficiados por cotas disputar vagas de ampla concorrência

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Renda Básica. Dep. Felipe Rigoni(PSB - ES)
Felipe Rigoni: o ajuste se faz necessário para tornar o sistema de cotas mais justo

O Projeto de Lei 4799/20 altera a Lei de Cotas nas Universidades para autorizar alunos beneficiados com reserva de vagas no ensino superior a também disputar vagas destinadas à ampla concorrência. Segundo o texto, que tramita na Câmara dos Deputados, cotistas aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados como ocupantes de vagas reservadas.

O autor do projeto, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), explica que a alteração foi inspirada na lei de cotas dos concursos públicos federais. “No regime atual, os alunos cotistas concorrem exclusivamente dentro de suas cotas, ainda que tenham nota suficiente para disputar as vagas da ampla concorrência. O ajuste se faz necessário para tornar o sistema de cotas mais justo”, observa Rigoni.

A Lei de Cotas para o ensino superior estabelece que todas as instituições federais de ensino superior – universidades federais e instituições federais de ensino técnico de nível médio – devem reservar, no mínimo, 50% das vagas de cada curso a estudantes de escolas públicas.

Dentro dos 50%, metade das vagas deve ser destinada a estudantes de famílias com renda mensal igual ou menor que 1,5 salário mínimo per capita.

Em cada faixa de renda, entre os candidatos cotistas, são separadas vagas para autodeclarados pretos, pardos e indígenas e pessoas com deficiência, proporcionalmente ao censo do IBGE.

Reportagem – Murilo Souza 

Edição – Pierre Triboli

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