AGRO & NEGÓCIO

FRANGO/CEPEA: Em meio à baixa liquidez, queda de preço supera os 10%

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Cepea, 23/12/2020 – Tradicionalmente, a demanda por carne de frango se reduz no período de festas de fim de ano. E esse movimento tem diminuído a liquidez da carne avícola e resultado em desvalorizações da maioria dos produtos acompanhados pelo Cepea. Nesse cenário, nos últimos sete dias, os preços das carnes e dos cortes registraram quedas acima de 10%. Os valores das carnes concorrentes, bovina e suína, também têm caído, e de forma ainda mais intensa, movimentação que reduz a competitividade da proteína avícola nesta reta final de 2020 e reforça a baixa liquidez. Fonte: www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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AGRO & NEGÓCIO

Grãos, café e pecuária são destaques da 1ª edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021

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Publicação da Embrapa apresenta estimativas, comparativos de produção, produtividade e preços ao longo dos anos.
 
A primeira edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021, produzido pela Embrapa, destaca as estimativas positivas para a produção de grãos e café no estado. Também ressalta o aumento das exportações de carne e soja em 2020, gerando receitas de US$ 713,3 milhões e US$ 420,8 milhões, respectivamente. Esta publicação traz ainda dados detalhados e análises sobre a produção de mandioca e banana, assim como o acompanhamento da produção, produtividade, preços de produtos agropecuários e , o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia. Esta e as demais edições do Informativo estão disponíveis no portal da Embrapa Rondônia, é possível baixar a publicação diretamente no link: bit.ly/3sp3CwY
 
Por meio desta publicação, a Embrapa Rondônia disponibiliza à sociedade o acompanhamento periódico da produção agropecuária no estado, com análises do comportamento do setor como um todo.  As edições deste periódico reúnem um conjunto de informações sobre a agropecuária do estado que está disperso em diversas fontes de dados oficiais, permitindo ao leitor acessar dados de maneira agregada e com análises. Além disso, a citação das fontes consultadas possibilita ao leitor se aprofundar no assunto, consultando-as diretamente. 
 
Os dados apresentados são obtidos de fontes secundárias, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Emater-RO, entre outros.
 
Produção de grãos – o Brasil deverá colher sua maior safra de grãos da história, com estimativa de produção de 264,8 milhões de toneladas, 3,1% maior do que a safra 2019/2020. Já em Rondônia, a produção de grãos na safra 2020/2021 está estimada em 2,4 milhões de toneladas, se mantendo estável quando comparada à safra anterior e correspondendo a 0,9% da safra nacional. Os detalhes de cada cultura estão no Informativo.
 
Café – Questões climáticas, aliadas à bienalidade negativa para a espécie arábica, influenciam nacionalmente a estimativa de queda entre 21,4% e 30,5% na safra de 2020/2021. Em Rondônia, a expectativa nesse primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que sejam colhidas entre 2,3 e 2,4 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado, indicando redução de 2% a 6% sobre o volume produzido na safra passada. A produtividade deve reduzir na mesma proporção, variando entre 36,15 e 37,6 sacas por hectare.
 
Mandioca – a produção estimada na safra 2020 é de 519,6 mil toneladas, 10,1% menor da que foi obtida na safra de 2019. A área colhida deve apresentar retração de 4,5%, com perda de produtividade de 5,9%. Porto Velho se destacou como principal município produtor de mandioca do estado em 2019, respondendo por quase 30% da produção. Jaru e Machadinho d’Oeste vieram a seguir, com 6% e 5,5% de participação, respectivamente (IBGE, 2020).
 
Banana – Tanto a produção quanto a área colhida apresentaram evolução em 2020 em relação a 2019, de 4,3% e 4,8%, respectivamente. Por outro lado, a produtividade estimada deve ser reduzida em 1,6% (IBGE, 2021). Buritis, Governador Jorge Teixeira e Porto Velho foram os principais municípios produtores de banana do estado em 2019.
 
Preços de produtos agrícolas pagos aos produtores – Foram considerados para a análise: arroz, feijão, milho, soja, café, mandioca de mesa e farinha de mandioca. Com exceção dessa última, os demais produtos apresentaram aumentos de preços reais, descontada a inflação do período, tendo sido utilizado como base de comparação a variação dos preços entre os anos de 2019 e 2020. O feijão foi o produto que apresentou a maior variação de preços no período analisado, de 58,8%, seguido pelo milho (41,7%) e pela soja (36,8%).
 
Preços de produtos da pecuária pagos aos produtores – Entre 2019 e 2020, o boi gordo à vista apresentou a maior variação positiva de preços, com evolução de 27,6%, seguido do boi gordo com prazo de pagamento de 30 dias e do leite in natura. O aumento dos preços dos bovinos (boi gordo) teve como motivo principal a maior exportação do produto, principalmente para a China, cujos preços foram favorecidos pela forte desvalorização do real no ano. No caso do leite e de ovos, demanda interna aquecida, provavelmente em virtude da pandemia do coronavírus, que manteve a pessoas mais tempo em casa, além do auxílio emergencial do Governo Federal, foi a responsável pelo aumento observado nos preços.
 
Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) – Em 2020 foi 17,3% maior do que o obtido em 2019. Os produtos agrícolas de melhor desempenho foram a soja, o milho e o café. A mandioca e a banana apresentaram resultados desfavoráveis, com redução de 33,2% e 7,6% do VBP, respectivamente. No tocante à pecuária, bovinos apresentaram acréscimo no VBP de 15,1%, enquanto o do leite teve aumento de 10,5%.
 
Exportações – Destaque para a carne bovina e a soja nas exportações em 2020, que geraram receitas de US$ 713,3 milhões e US$ 420,8 milhões, respectivamente. O desempenho positivo da carne pode ser explicado pelo maior volume exportado e pela desvalorização do Real, influenciados pela demanda maior, advinda principalmente da China. Isso dada sua maior demanda por proteína animal, em virtude dos casos de peste suína, que exerceu forte pressão nos preços internacionais, beneficiando assim o produto exportado pelo estado. Já o desempenho da soja foi influenciado também pelos preços melhores, devido principalmente à desvalorização do Real frente ao Dólar. 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Embrapa

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