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Fotografia de viagem: confira quatro dicas para fazer belos registros

Fotógrafos experientes sugerem o que fazer para que seus posts nas redes sociais e álbuns de fotografias de viagens fiquem cada vez mais bonitos

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Fotógrafos experientes sugerem o que fazer para que seus posts nas redes sociais e álbuns de fotografias de viagens fiquem cada vez mais bonitos
Banco de imagens/Pixabay

Conseguir captar os melhores momentos e paisagem de um destino é o desejo de muitas pessoas ao viajar. Mas a falta de técnica e conhecimento sobre fotografia pode atrapalhar o resultado final dos registros.

Com alguns direcionamentos, é possível melhorar as fotos que se tira para fazer sucesso nas  redes sociais e montar um álbum de viagem de encher os olhos.

O iG Turismo conversou com os fotógrafos Marlon Diego e Ygor Marques, que apontaram algumas dicas para resolver os problemas e acertar cada vez mais nos cliques das viagens. Confira. Invista em ângulos diferentes De acordo com Ygor, é preciso calcular bem o que aparece na sua fotografia, levando em consideração o que aparece na frente, em primeiro plano e o que está no fundo.

Muitas vezes, as pessoas consideram apenas o primeiro plano, deixando de lado detalhes importantes que podem fazer a imagem ficar mais bonita ou desvalorizá-la esteticamente. “Evite posar de qualquer jeito em lugares visualmente poluídos, com muitos elementos, como diversos postes, fios expostos ou transições de paredes. É bom ficar atento para não fazer uma foto com um poste saindo por trás da cabeça ou uma placa esquisita quebrando o clima da foto. Se a foto for mais da paisagem, experimente brincar com a semiótica do lugar. Ouse bastante. Tem regra que é para ser quebrada também”, diz Marlon. Ygor concorda que inovar também pode ser uma boa estratégia quando se trata de ângulos. Você pode conseguir uma foto muita bonita que ninguém tem igual. “Invista em novos ângulos, seja abaixando, subindo num muro. Tente olhar em volta para conseguir o melhor local para sua fotografia”, diz o fotógrafo.

Banco de imagens/Pixabay

“Invista em novos ângulos, seja abaixando, subindo num muro. Tente olhar em volta para conseguir o melhor local para sua fotografia”, diz o Ygor Marques

Cuidado com a sombra Tome cuidado com as sombras, dependendo do horário. Quando o sol está a pino, a luz fica “dura”. E isso pode dar um resultado um pouco ruim a algumas fotografias. Para fotos com menos sombras, evite fotografar em locais totalmente exposto à luz dura, como a do meio dia. “Perto do meia dia é a hora em que o sol está mais alto, o que faz com que todas as sombras sejam projetadas para baixo, marcando o seu rosto e trazendo um resultado indesejado para a sua fotografia” explica Ygor. “Se posicione em lugares que facilitem sua composição. Fique atento à postura do corpo, aproveitando essas as luzes pra compor algo diferente. Experimente usar sombras fortes, criando imagens diferentes, cenas contrastadas, ou até mesmo em preto e branco”, sugere Marlon.

Banco de imagens/Pixabay

“Experimente usar sombras fortes, criando imagens diferentes, cenas contrastadas, ou até mesmo em preto e branco”, sugere Marlon Diego

Tire mais de uma foto De acordo com Marlon Diego, dá para experimentar fazer diversas fotos de um mesmo lugar, explorando ângulos diferentes e luzes. “Dá até pra mexer na composição de uma cena tirando algo do lugar, sentando mais pro lado do quadro, interagindo com o local, pra deixar mais a sua cara. Vá construindo uma narrativa de acordo com o que te deixa mais à vontade ali”, sugere Marlon. Para quem usa câmeras com mais recursos, ele diz que é possível “brincar” mais com os resultados finais. “Se estiver usando uma câmera que possibilita a mudança de lentes, dá para experimentar fechar mais o quadro da foto ou abrir e fazer uma foto com grande angular. Se estiver em um lugar movimentado, experimente brincar com a velocidade do obturador e deixar os passantes “borrados”, baixando a velocidade do disparo”, explica Marlon. “Não tenha vergonha de fazer uma sessão de fotos. Até conseguir a fotografia ideal, você vai precisar trabalhar muito para isso. Tire várias fotos, mesmo que gere centenas de imagens similares, uma delas pode ser a que você tanto procura”, diz Ygor Marques.

Uma busca rápida no Pinterest com o nome do destino para onde você vai%2C pode garantir várias ideias para repetir em suas fotografias.
Banco de imagens/Pixabay

Uma busca rápida no Pinterest com o nome do destino para onde você vai, pode garantir várias ideias para repetir em suas fotografias.

Busque referências antes de viajar De acordo com Marques, exercitar o olhar é uma das melhores estratégias para fazer suas próprias boas fotografias. “Pesquise imagens dos locais para onde vai viajar, que vai conseguir encontrar bastante material para ajudar na hora da sua selfie”, afirma Marques. A sugestão de Marlon Diego é usar o “Pintrest”, que é uma plataforma que reúne vários tipos de produções artísticas, inclusive fotografias. Nela, é possível pesquisar com palavras chaves relacionadas ao que você vai fotografar. “Tem muito conteúdo bacana e até de dicas para conseguir chegar aos resultados lá expostos. Outra dica mais simples é seguir ‘tags’ do Instagram. Dá para achar contas que reúnem fotos profissionais e amadoras que servem de base para quem tá buscando algo diferenciado, e o melhor é que dá pra acessar do celular, em qualquer lugar com internet”, afirma Marlon. Uma busca rápida no Pinterest com o nome do destino para onde você vai, pode garantir várias ideias para repetir em suas fotografias.

Fonte: IG Turismo

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Ecoturismo na Mata Atlântica: veja quais são principais trilhas de Bertioga

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Reprodução/Renata Brito

A trilha d’água tem dificuldade média e tem duração de três horas

Localizada a quase  114 quilômetros da capital paulista, Bertioga é repleta de praias , cachoeiras e opções de ecoturismo em meio à Mata Atlântica. O iG Turismo reuniu as melhores trilhas de Bertioga, de acordo com grau de dificuldade e com as belezas que o visitante irá encontrar pelo caminho. Confira. 

Trilha d’Água

Localizada no bairro Mangue Seco, ela é adequada para as crianças e permite conhecer a vegetação da Mata Atlântica preservada. Com extensão de 2,7 quilômetros, ela têm grau de dificuldade médio e dura três horas de passeio, com ida e volta.

Trilha da Torre 47

Próxima ao centro, esta trilha passa pela histórica Ponte da Banana, que escoava a produção de bananas para o Porto de Santos, adentrando em uma densa vegetação de Mata Atlântica e Restinga. A extensão é de 2,4 quilômetros e tem grau de dificuldade médio. A duração do passeio ida e volta é de 4 horas. 

Trilha do Vale Verde

Com fácil acesso, esta trilha é perfeita para crianças e pessoas da maior idade. Atravessa áreas de proteção ambiental do rio Itapanhaú, chegando a um poço com uma pequena praia. A extensão é de 2,5 quilômetros e o tempo de passeio é de 4 horas, com dificuldade média. 

Trilha da Casa de Pedra do Rio Itapanhaú

Atravesse a pé ou de barco o rio Itapanhaú e encontre a Casa de Pedra, com vasta área de gramado. Ideal para camping e recreação. Com apenas 500 metros de extensão, esta trilha tem dificuldade baixa e apenas 1 hora de passeio ida e volta.

Você viu?

Trilha do Véu da Noiva

Esta trilha dá acesso à Cachoeira do Elefante, a maior da região. O percurso começa na Casa de Pedra, passa por parte do rio Itapanhaú e leva a prainhas e poços de mergulho. A extensão é de 1,75 quilômetros, a dificuldade é média. O tempo de passeio estimado é de 7 horas ida e volta. 

Trilha da Família Pinto

Com maior incidência de animais de médio e grande porte, como aves e répteis, esta trilha é perfeita para trekking, programas educacionais, fotografia da natureza e observação de pássaros. Ela tem extensão de 5 quilômetros e grau de dificuldade médio. O tempo estimado de passeio é de 6 horas.

Trilha da Garganta do Gigante

Para os mais aventureiros, esta trilha é perfeita. Ela é de alto impacto e exige preparo físico, pois passa por trechos alagados, obstáculos naturais como vales e rios. A extensão é de 18 quilômetros e com alto grau de dificuldade. O tempo de passeio é de 10 horas, ida e volta.

Trilha Ribeirão dos Monos

Esta aqui também tem alta dificuldade. Ela atravessa uma vegetação densa, com rios e lagos. Proporciona muita emoção e tem paisagens de encher os olhos. Com 4 quilômetros e 600 metros, o passeio dura até 3 horas, considerando ida e volta.

Trilha do Morro do Itaguá

Famosa pelo treinamento de aeromoças na selva, ela é ótima para o estudo do meio e de costões rochosos. Oferece linda vista do mar e das praias de Guaratuba e Boracéia. Com 8 quilômetros de extensão e grau alto de dificuldade, o tempo de passeio é de 10 horas, ida e volta. 

Trilha do Guaratuba

Mais visitada do Parque Estadual Restinga de Bertioga, ela é cercada de riachos, poços, cachoeiras e praias naturais. Ótima para corridas, passeios, ciclismo e educação ambiental. A trilha tem dificuldade média e mais de 4 quilômetros de extensão. O tempo de passeio é na média de 6 horas, ida e volta.

Trilha do Itatinga

Saída de Bertioga passando pelos rios Itapanhaú e Itatinga. Caminho plano, com muita vegetação e rios que formam piscinas naturais. O trajeto dispõe de acampamento e café colonial no fim da tarde em uma das fazendas da região. A extensão é de 3 quilômetros e o grau de dificuldade é baixo. O tempo de passeio é de 7 horas, ida e volta.

Trilha do Itaguaré

Esta você pode fazer sozinho, sem dificuldade! Composta de três trilhas, uma de acesso à praia e outras que se ramificam ao decorrer dela e com acesso à restinga, ao jundo e mangue. Ela tem extensão de mais de um quilômetro e o grau de dificuldade é médio, com 3 horas de passeio, ida e volta.

Fonte: IG Turismo

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