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Fórum debate desafios e perspectivas da produção cultural em Mato Grosso

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Diante da pandemia de covid-19, repensar e debater o atual cenário da produção e gestão cultural é necessário e importante. Para quem trabalha na área, diversos temas sobre o setor serão discutidos, entre os dias 16 e 18 de abril, no II Fórum Mato-grossense de Produção Cultural: Desafios e Perspectivas (II ProCultura MT). O projeto foi contemplado pelo Edital MT Nascentes, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O evento é totalmente gratuito e será transmitido via Youtube. Tem como objetivo integrar a área com a finalidade de compartilhar experiências e traçar estratégias capazes de potencializar o desenvolvimento de projetos e ações culturais em Mato Grosso.

As inscrições seguem abertas até o dia 12 de abril. Para os inscritos que participarem de pelo menos 70% da programação, haverá a certificação de 20 horas como atividades complementares. Para conferir a agenda completa e se inscrever, clique aqui.

Proposto por produtores culturais de Cuiabá e contando com a parceria da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o encontro também pretende estabelecer um canal de diálogo entre os profissionais da cultura, para articular a classe em todo o Estado.

“É preciso fomentar as políticas que ajudem a alavancar novas possibilidades, por meio de ações conjuntas e articuladas. O Fórum é um espaço que poderá promover tais articulações”, argumenta o proponente Ronaldo José da Silva.

A abertura do evento, no dia 16 de abril, sexta-feira, às 18h, contará com a participação do Coral da UFMT e do secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), Alberto Machado. Em seguida, a produtora cultural Silvana Cordova media a discussão sobre o tema “Políticas da cultura no estado de Mato Grosso”.

Farão parte do debate o secretário adjunto de Cultura da Secel-MT, Paulo Traven; Eduardo Espindola, representante da Associação Mato-grossense de Produtores Culturais e o deputado estadual Alan Kardec (PDT).

No sábado (17), o assunto é economia criativa. Já no domingo (18), encerrando o evento, o debate “Espaços e perspectivas culturais: compartilhando experiências”, é mediado por Jan Moura, superintendente de Políticas Culturais da Secel-MT e pesquisador da área cultural.

A programação conta também com apresentações de artistas mato-grossenses como o ator Eduardo Butakka, a cantora Luisa Lamar e a poetisa Luciene Carvalho.

O projeto

O projeto nasce, sobretudo, com o propósito de somar forças entre os trabalhadores da área. Fazem parte do grupo de proponentes os produtores culturais: José B. Franco Junior, Ronaldo José da Silva, Bruna Tomaz, Jailco Antonio de Lima Junior e Agnaldo Rodrigues da Silva.

Serviço

II Fórum Mato-grossense de Produção Cultural

Inscrições: até 12 de abril

Evento: de 16 a 18 de abril

Local: Online, transmissão via Youtube.

Informações: Site / Instagram

E-mail: [email protected]

Fonte: GOV MT

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Ao se cadastrarem como microempreendedores individuais pelo CAE, artistas podem aproveitar os benefícios de ser MEI

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Profissionais do setor cultural como cantores e produtores musicais, assim como artesãos e artistas plásticos e cênicos podem se cadastrar como microempreendedores individuais e, com isso, obter várias facilidades na prática de suas atividades. Foi o que aconteceu com a cantora rondonopolitana Monisa Vilela, que procurou o Centro de Atendimento Empresarial (CAE) da Prefeitura de Rondonópolis em meados do ano passado, onde abriu sua microempresa individual (MEI).

Atuando no mercado artístico há sete anos, Monisa se dedica integralmente à música. Para realizar seu trabalho, seja por meio de lives ou, presencialmente, como costumava fazer antes da pandemia, por diversas vezes conta com o apoio de patrocinadores.

Ela comenta o motivo de ter optado por se formalizar: “Ao trabalhar com empresas que patrocinam minhas produções, elas costumam pedir nota fiscal e, tendo a MEI, posso fornecer a elas esse documento. Além disso, como sou cantora profissional, o registro como microempreendedora individual evidencia o profissionalismo da minha atuação e gera credibilidade”.

Jarmes Freitas, gerente do Departamento de Fomento às Micro e Pequenas Empresas e coordenador do CAE reitera o que a cantora diz. “A vantagem de se formalizar é que algumas empresas, ao contratarem um artista, pedem a nota fiscal, o que ele só pode disponibilizar se tiver a MEI”, pontua.

Mas as prerrogativas que o cadastro como microempreendedor individual gera não param por aí. Quem possui uma MEI tem acesso a benefícios previdenciários, pode contratar um funcionário e, ainda usufruir de ampla linha de crédito com bancos parceiros do CAE. Prova de como vale a pena é que, após se tornar microempreendedora individual, Monisa teve a oportunidade de produzir seu clipe e realizar várias lives durante a pandemia.

Quem quiser saber mais detalhes sobre o procedimento para formalização da MEI, basta ligar para o 9 9204-9398 do CAE.

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