BRASIL E MUNDO

Fortes incêndios na Argentina provocam retiradas e ameaçam casas

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Os incêndios estão intensos na província argentina de Córdoba, levando à retirada de pessoas e ameaçando destruir casas, impulsionados, em parte, pelos fortes ventos e pela falta de chuva, disseram autoridades nessa segunda-feira (24).

Pelo menos 14.321 hectares de pastagens e territórios montanhosos foram queimados até o momento, principalmente nas áreas ao norte de Punilla e Ischilín, de acordo com a mídia local, enquanto a província e o governo federal enviam aeronaves para ajudar os bombeiros na área.

O governo de Córdoba alertou sobre o risco “extremo” de incêndios em toda a província, em meio ao tempo seco e às condições de vento, e pediu aos cidadãos para relatá-los.

A Justiça local investiga a causa dos incêndios, que foram monitorados até duas fontes principais. Há suspeita de que foram causados ​​por fazendeiros ao limpar pastagens para abrir caminho a uma nova expansão, prática comum na Argentina.

As chamas já destruíram linhas de transmissão em algumas áreas de Córdoba e ameaçam bloquear as principais rotas rodoviárias, disseram as autoridades.

“Pessoas foram retiradas. Felizmente, as decisões certas foram tomadas em tempo hábil”, disse o bombeiro-chefe Eduardo Molinari ao canal de TV argentino TN. “Ninguém ficou ferido até agora, obviamente, houve danos materiais.”

Os incêndios em Córdoba coincidem com incêndios em zonas úmidas na região do Delta do Paraná, na Argentina, que ganharam força rapidamente desde julho devido a uma forte seca. Os incêndios na região do Paraná são os piores em cerca de uma década e geraram preocupação entre os cientistas com relação ao solo, rico em carbono, liberando emissões nocivas durante a queima.

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BRASIL E MUNDO

Espanha decreta novo estado de emergência em luta contra covid-19

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O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou um novo estado de emergência neste domingo (25) em um esforço para conter o aumento nas infecções pelo novo  coronavírus, impondo toques de recolher noturnos e proibindo as viagens entre as regiões do país em alguns casos.

“Estamos vivendo em uma situação extrema, é a mais grave na última metade de século”, disse ele em entrevista coletiva após uma reunião de gabinete.

A medida entra em vigor na noite deste domingo e exigirá que todas as regiões, exceto as Ilhas Canárias, imponham um toque de recolher noturno.

O estado de emergência precisará ser aprovado pelo Parlamento para durar além de um prazo de 15 dias.

Um número crescente de regiões do país tem pedido que o governo implemente a medida.

A Espanha impôs um dos lockdowns mais severos no início da pandemia e depois relaxou as medidas ao longo do verão no Hemisfério Norte.

Mas como em muitos outros países da Europa, a Espanha tem vivido uma segunda onda nas últimas semanas e agora tem os maiores números de infecções da Europa Ocidental. O total de casos subiu para 1.046.132 na sexta-feira (23), enquanto o número de mortos se aproxima de 35 mil.

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