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Forças Armadas atuam em combate a incêndios em Mato Grosso e no Pará

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Em apoio à 2ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, militares do 66º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército atuaram no combate ao incêndio florestal na parte sul do município de Cáceres (MT).  A ação ocorreu no sábado (1°), em área de fazendas próximas ao Parque Estadual Guirá. A atividade está no escopo da Operação Verde Brasil 2 e foi coordenada pelo Comando Conjunto Oeste. Foram utilizados sopradores, bomba costal, abafadores e a técnica de fogo contra fogo, para efetivo combate às chamas.

Já o Comando Conjunto Norte (CCjN) combateu, por intermédio do 52° Batalhão de Infantaria de Selva (52° BIS), novos focos de incêndio na região de Flona Carajás, em Canaã dos Carajás (PA). Também foram realizadas ações de inspeção naval em diversos rios, abrangendo várias cidades dos Estados do Amapá, Pará e Maranhão, empregando meios do 4º Distrito Naval (NPa Pampeiro, NHiB Ten Castelo e meios das capitanias/agências). No total, foram abordadas e revistadas 73 embarcações, sendo que destas, oito foram notificadas.

Distribuição de cestas básicas

Militares das Forças Armadas realizaram a entrega de 2.500 cestas básicas e 1.761 caixas de itens de higiene pessoal na região do Marajó (PA). A ação foi coordenada pelo Comando Militar do Norte, por meio da Marinha, em apoio ao Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, do Governo Federal.

Outra atividade realizada por integrantes das Forças Singulares foi a desinfecção de áreas externas, internas e do pátio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos, em Nioaque (MS). O trabalho foi executado no âmbito do Comando Conjunto do Oeste, por meio do 9º Grupo de Artilharia de Campanha, dando continuidade a ações de controle e combate à Covid-19.

 

Com informações do Ministério da Defesa

Fonte: Brasil.gov

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Principal cientista de projeto nuclear do Irã é assassinado

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O ministro das Relações Exteriores do Irã disse que há “sérias indicações do papel israelense” no ataque.

Nesta sexta-feira (27), Mohsen Fakhrizadeh foi baleado e morto em Damavand, na província de Teerã, capital iraniana. Ele trabalhou por duas décadas no programa de armas nucleares do Irã e era considerado o principal cientista por trás do projeto nuclear do país. As informações foram dadas pelo G1 .

Fakhrizadeh estava em um carro quando foi baleado . Ele chegou a ser encaminhado a um hospital, mas não resistiu.

Testemunhas dizem que ouviram o barulho de uma explosão seguido do som de rajadas de metralhadoras .

O Ministério da Defesa do Irã acusa Israel pelo ataque. O ministro das Relações Exteriores, Javad Zarif, afirmou que há “sérias indicações do papel israelense”.

“Terroristas assassinaram um eminente cientista iraniano hoje. Esta covardia — com sérias indicações do papel israelense — mostra uma guerra desesperada contra os perpetradores. O Irã apela à comunidade internacional — e especialmente à UE — para acabar com seus vergonhosos padrões duplos e condenar este ato de terror de Estado”, escreveu Zarif.

O porta-voz do gabinete de Benjamin Netanyahu , primeiro-ministro de Israel, declarou que não comentaria a morte de Fakhrizadeh.

Os serviços de inteligência dos Estados Unidos e de Israel consideravam o cientista como o principal nome dos programas secretos iranianos para projetar uma ogiva atômica.

De acordo com o jornal New York Times, Fakhrizadeh era um dos maiores alvos da Mossad, serviço de inteligência israelense.

Fonte: IG Mundo

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