JUSTIÇA

Força Nacional apreende 1,4 tonelada de drogas no Amazonas

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A Força Nacional de Segurança Pública apreendeu cerca de 1,4 tonelada de drogas e prendeu mais de 180 pessoas em 30 dias de atuação no estado do Amazonas.

Vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Força Nacional foi acionada para combater a onda de violência ocorrida no início de junho no estado.

De acordo com balanço divulgado pelo próprio ministério, além das prisões, que incluíram foragidos da Justiça, e apreensões de drogas, foram cumpridos 72 mandados de prisão preventiva. Foram ainda a abordadas cerca de 20 mil pessoas e 10 mil veículos, entre carros, motocicletas e ônibus.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, disse que o resultado da operação foi positivo e destacou a atuação da Força Nacional em um trabalho integrado entre com as demais forças de segurança.

Composta por policiais militares, civis, bombeiros militares e peritos dos estados e do Distrito Federal,a Força Nacional de Segurança Pública atua na preservação da ordem pública, na segurança das pessoas e do patrimônio e também em calamidades.

Além do governo federal, a operação contou com o apoio logístico do governo amazonense.

Edição: Nádia Franco

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JUSTIÇA

TST libera retorno gradual de atividades da Justiça do Trabalho do Rio

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A presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi, suspendeu os efeitos da liminar que impedia a retomada gradual das atividades presenciais no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, sediado no Rio de Janeiro. Em decisão assinada ontem (23), a ministra atendeu ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender os efeitos de uma decisão favorável proferida a favor da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho. 

Na decisão, a presidente entendeu que a falta de prosseguimento do plano de retomada atinge os usuários da Justiça do trabalho. Segundo Peduzzi, o acesso à Justiça por meio eletrônicos não elimina a necessidade do retorno gradual. 

“Integra a ordem pública a plena efetividade da atuação judicial, o que passa pela crescente ampliação de acesso dos interessados. Ressalto, porém, que não se cogita de eliminação dos deveres de adoção de medidas que reduzam o risco de contaminação. Pelo contrário, devem ser mantidas as cautelas compatíveis com a situação, sem impedir prejuízo ao exercício pleno de direitos e garantias fundamentais”, decidiu a presidente. 

O TRT informou que, diante da decisão, estuda os próximos avanços no plano de retomada com base nos índices epidemiológicos do estado.

Edição: Denise Griesinger

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