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Fiocruz entrega 4,5 milhões de vacinas contra a covid-19

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) completou ontem (17) 4,5 milhões de vacinas contra a covid-19 entregues ao Ministério da Saúde ao longo desta semana, com a liberação de mais 700 mil doses, que se somam às remessas de terça-feira (14) e de quinta-feira (16).

O imunizante, produzido no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), foi disponibilizado em duas etapas: uma com 20 mil doses para o estado do Rio de Janeiro e outra, com as demais doses, para o almoxarifado designado pelo Ministério da Saúde, para serem distribuídas aos demais estados. 

Com a entrega, a Fiocruz alcança a marca de 96,5 milhões de doses disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Bio-Manguinhos conta também com mais de dez milhões de doses em controle de qualidade, a serem entregues à população, por meio do ministério, tão logo ocorram as liberações.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Rússia bate novo recorde de mortes diárias por causa da pandemia de Covid-19

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Rússia bate novo recorde de mortes diárias por causa da pandemia de Covid-19
Maxim Titov/Pexels

Rússia bate novo recorde de mortes diárias por causa da pandemia de Covid-19

A Rússia bateu novamente o recorde nacional de mortes causadas pela Covid-19 ao registrar 1.015 óbitos nas últimas 24 horas, segundo informações das autoridades de saúde do país nesta terça-feira (19).

De acordo com dados oficiais, a Rússia registrou 33.740 novos casos do coronavírus Sars-CoV-2. Desde o início da pandemia, pouco mais de oito milhões de pessoas foram contaminadas pela doença no país e o número total de mortos subiu para 225.325.

Com o aumento diário da quantidade de óbitos, a Rússia ultrapassou a marca de 1000 mortes pela primeira vez no último final de semana. A situação da emergência sanitária colocou ainda mais pressão sobre o sistema de saúde do país.

A alta nos números vem sendo ocasionada por uma combinação de três fatores: a falta de regras sanitárias mais rígidas, a ausência de um maior monitoramento de surtos e a estagnação da campanha de vacinação.

Apesar das tentativas das autoridades russas de acelerar o ritmo das imunizações, somente 32% dos quase 146 milhões de habitantes do país completaram o ciclo vacinal.

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O Kremlin admitiu nesta terça que os seus esforços para convencer os russos a serem vacinados “apresentaram falhas”, mas acrescentou que a própria população precisar ser “mais responsável”.

“O Estado sabe sua parcela de responsabilidade, mas nem tudo o que precisava ser realizado em termos de campanha de informação e a importância da vacinação foi feito. Ao mesmo tempo, cada cidadão precisa ser mais responsável” comentou Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin.

Diversas regiões da Rússia tornaram obrigatória a vacinação para trabalhadores de alguns setores importantes da economia do país, como hotelaria e varejo. Em Moscou, capital da nação, há poucas restrições em vigor e o governo descartou um bloqueio nacional.

Segundo a imprensa local, a Rússia pensa em reintroduzir uma série de restrições para impedir a disseminação do vírus. O primeiro-ministro, Mikhail Mishustin, descreveu as possíveis novas medidas como “difíceis”, mas “necessárias” em função do grave momento que atravessa a nação.

Fonte: IG SAÚDE

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