Saúde

Fim da pandemia pode estar cada vez mais longe, alerta OMS

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Maria Van Kerkhove
Divulgação/Christopher Black/OMS

Maria Van Kerkhove


A diretora técnica da OMS (Organização Mundial da Saúde), Maria van Kerkhove, alertou, nesta segunda-feira (19), que o mundo ainda deve se preocupar com a pandemia e que o fim dela pode estar cada vez mais longe. Kerkhove disse que, nos últimos sete dias, houve um aumento de 11,5% no número de novos casos da Covid-19 e de 1% no número de óbitos.

A América foi responsável por um dos menores índices, com 0,5% de aumento nos novos casos e queda de 5% nas mortes. Mesmo assim, não há o que comemorar, segundo a diretora da OMS. “Foram quase 1 milhão de novos casos nas Américas e 22 mil mortes. Portanto, ainda estamos longe do fim”, afirma.

Já o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, foi honesto ao dizer que ainda não se sabe quando tudo isso vai acabar. “O que sabemos é que, se fizermos as coisas certas, vamos terminar com a pandemia mais cedo”, afirmou.

Apesar de as vacinas serem uma ferramenta essencial, outras armas devem ser usadas contra o novo coronavírus. Por isso, os mesmos cuidados pregados no início de 2020 ainda ainda valem: distanciamento social, higiene das mãos, uso de máscara e ventilação dos ambientes.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Anvisa pede inclusão de eventos adversos na bula da vacina da Janssen

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) requereu à farmacêutica estadunidense Janssen e a sua representante no Brasil Cilag a inclusão na bula da vacina contra a covid-19 de informações sobre os eventos adversos ocorridos durante a imunização. As companhias têm 30 dias para cumprir a solicitação.

Eventos adversos são episódios indesejados registrados em pessoas que receberam a vacina, que devem ser comunicados à Anvisa para o monitoramento de vigilância em saúde sobre esses produtos. 

Segundo a agência, entre os eventos adversos notificados aparecem aumento do número de linfonodos (como caroços no pescoço), sensação de dormência em algumas partes do corpo, diminuição da sensibilidade da pele, zumbido no ouvido, diarreia e vômitos.

Notificação

A notificação de eventos adversos precisa ser feita à Anvisa mesmo se não houver suspeita de que o desconforto foi provocado pelo medicamento. De acordo com a Anvisa, a subnotificação pode retardar a identificação de sinais de risco e subestimar a dimensão de um problema.

A comunicação pode ser feita por meio do site da Anvisa, pelos sistemas Vigimed e Notivisa. Ali, há possibilidade de relatar problemas em diversos produtos, entre eles medicamentos e vacinas.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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