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Filha e genro são indiciados pela Polícia Civil por homicídio qualificado de idoso

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A Polícia Civil em Mirassol d’Oeste (300 km a oeste de Cuiabá) indiciou um casal por homicídio duplamente qualificado praticado contra o idoso Toshio Ono, 77 anos, morto após um incêndio ocorrido em junho deste ano.

A delegada Carla Lindenberg Nogueira representou pela conversão da prisão temporária em prisão preventiva da filha e do genro do idoso. A Justiça acatou a representação e ambos tiveram a prisão convertida.

“Muito embora o laudo do local de crime foi inconclusivo, a investigação não descarta a possibilidade de ter sido um incêndio provocado. Juntando outras provas, entendemos que houve crime e ambos foram indiciados por homicídio qualificado”, explicou a delegada.

A filha e o genro de Toshio Ono foram presos no dia 22 de julho em cumprimento a decisões judiciais dentro do inquérito que apurou a morte do idoso. Foram realizadas diversas diligências e oitivas de familiares e testemunhas, além das perícias realizadas na casa onde ocorreu o incêndio e exame de DNA.

Incêndio

Toshio morreu durante um incêndio em sua casa, no centro da cidade, no dia 26 de junho. O fogo consumiu toda a residência e após o incêndio ser controlado, o corpo dele foi localizado em meio aos escombros.

Durante rondas no centro da Mirassol d’Oeste, na noite de 26 de junho, uma equipe da Polícia Militar avistou uma grande nuvem de fumaça e ao checar a origem, se deparou com uma residência em chamas. No local estavam pessoas que moravam em uma residência próxima ao local do incêndio e não conseguiram sair do quintal, sendo socorridos pelos policiais que removeram o portão e retiraram as pessoas que pediam por socorro.

Os policiais solicitaram apoio da prefeitura do município e de uma usina com caminhões-pipa para conter as chamas. As testemunhas, em estado de choque, informaram que estavam dormindo em uma casa nos fundos no mesmo quintal da casa do idoso, e que quando perceberam o fogo já estava alastrado.

Inicialmente, as testemunhas disseram que não sabiam que a vítima que morreu carbonizada estava dentro da casa, pois o mesmo costumava dormir na casa de parentes.

Os policiais foram na casa de familiares onde a vítima costumava pernoitar e não o encontraram. Somente após o fogo ser controlado com uso de três caminhões-pipa, foi possível encontrar a vítima carbonizada, em meio aos escombros.

 

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Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso entram em greve pedindo 20% de reajuste

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Professores, administradores e funcionários de escolas, do governo de Mato Grosso, anunciaram paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (28/10) – Dia dos Servidores Públicos – contra o que eles chamam de “calote do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores da educação, o que resultaria num reajuste salarial de 20%.

O valor, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), membro do Fórum Sindical, foi um dos signatários do movimento dos servidores, mais de 700 escolas de Mato Grosso tiveram suas atividades suspensas nesta quarta.

O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse que o governo não paga o reajuste integral dos servidores desde 2018. Ele destaca que a inflamação registrada é superior a 10%, nos últimos 12 meses. Afirma que o governo deve fazer um reajuste no próximo ano, mas que não atingirá a totalidade da inflação.“Vai ficar pela metade, tivemos um aumento da alíquota previdenciária e o governo não sinaliza em pagar os valores defasados”, disse.

Fora a cobrança da RGA, os professores exigem o cumprimento da Lei 510 de 2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários, a convocação dos aprovados no concurso público, reforma das escolas em condições precárias e aplicação de leis que asseguram recursos para a educação.

“A lei 510 foi, inclusive, uma greve que fizemos pela exigência da parcela fixa. O governo, junto com o Ministério Público, pediu a inconstitucionalidade da lei, mas outros setores, como o Tafe e Sema, o governo fez o pagamento dos percentuais. Ou seja, pra educação a tratativa é uma, pros outros setores a tratativa é outra”, recorda.

Além disso, os profissionais aproveitam para protestar também contra a volta as aulas na pandemia, o fechamento de escolas e a falta de políticas públicas para auxiliar estudantes que foram prejudicados por conta da covid-19.

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