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POLÍCIA FEDERAL

FICCO/RR cumpre 26 mandados contra o tráfico de drogas em Boa Vista

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Boa Vista/RR – A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Roraima (FICCO/RR) deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Just in Time, para desarticular uma associação criminosa dedicada ao tráfico de drogas. A ação prevê o cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Estadual de Roraima.

A investigação teve origem na prisão em flagrante de três pessoas, em fevereiro de 2026, quando foram apreendidos aproximadamente 38 kg de skunk, 240 gramas de cocaína, R$ 46.199 em espécie, duas pistolas, munições, veículos e celulares.

Foi identificada uma rede de distribuição de entorpecentes que abastecia diversos traficantes em Boa Vista. Também foram identificados pagamentos bancários relacionados à comercialização das drogas e a utilização de contas de terceiros para movimentar os valores.

Segundo as investigações, os entorpecentes eram transportados de Pacaraima para Boa Vista e rapidamente fracionados e distribuídos aos revendedores, reduzindo o tempo de armazenamento. Essa dinâmica motivou o nome da operação, expressão utilizada na logística para designar um sistema de abastecimento com estoques reduzidos.

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Os investigados acumulam 52 registros criminais, incluindo tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo e receptação. Na investigação atual, poderão responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, conforme suas respectivas condutas.

A FICCO/RR reúne Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Secretaria de Estado da Segurança Pública e Secretaria da Justiça e da Cidadania de Roraima.

Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima
Whatsapp: (95) 98407-9833
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos

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Curitiba/PR  – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.

A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).

Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas. 

As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.

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A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.

As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.

A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.

Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.

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As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.

Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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