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FGTS ajusta regras para população de baixa renda comprar casa própria

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FGTS ajusta regras para compra da casa própria por público de menor renda
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 13.09.2019

FGTS ajusta regras para compra da casa própria por público de menor renda

Em ano eleitoral, com o objetivo de destravar os financiamentos da população de baixa renda com os recursos do  Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) , o governo aumentou de R$ 2 mil para R$ 2,4 mil a renda das famílias para enquadramento do grupo 1 do Programa Casa Verde e Amarela.

A medida foi apresentada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e aprovada pelo conselho curador do fundo.

A decisão foi tomada em um momento em que os financiamentos para esse público têm despencado, assim, há uma preocupação do governo que, com o aumento da taxa básica de juros (Selic) e a inflação mais alta, o acesso dessas pessoas a empréstimos fique cada vez mais difícil.

De acordo com o MDR, o número de imóveis contratados com essa faixa de renda passou de 149.805 unidades em 2018 para 80.299 em 2021. Além disso, R$ 1,4 bilhão dos R$ 8,5 bilhões reservados pelo fundo em 2021 para concessão de desconto em financiamento habitacional não foi usado. Com o novo ajuste, é esperado que o orçamento separado para este setor (também de R$ 8,5 bilhões) neste ano seja completamente utilizado.

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A mudança na quantia do enquadramento da renda do grupo 1 vai fazer com que haja um aumento do subsídio na aquisição da moradia para as famílias que recebem entre R$ 2 mil e R$ 2,4 mil por mês pela redução de juros finais (0,5% para 4,75% ao ano) e no desconto no valor do imóvel, que é arcado pelo fundo.

Hoje, o patamar máximo de subsídio pode chegar a R$ 47,5 mil. Após a atualização, mais pessoas terão acesso a esse subsídio máximo do programa.

Ainda de acordo com o MDR, com os ajustes, o subsídio para uma família com renda mensal de R$ 2,2 mil vai passar de R$ 30,928 mil para R$ 42,548 mil em Natal (RN) e de R$ 31,638 mil para R$ 44,508 mil no Rio de Janeiro (RJ). Já para quem tem renda de R$ 2,4 mil, o benefício passa de R$ 27,833 mil para R$ 39,370 mil em Natal e de R$ 27,316 mil para R$ 39,945 mil no Rio de Janeiro.

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Guedes critica pagamento de bônus  aos servidores do BNDES

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou o BNDES durante uma palestra nesta quinta-feira (18) ao falar sobre o uso de recursos públicos para melhorar o país. Guedes disse que o banco deveria reduzir o bônus distribuído a seus servidores e pagar o que deve à União.

Dados do Ministério da Economia mostram que o BNDES pagou em média, em 2021, cerca de R$ 108 mil aos empregados. Foi o maior valor declarado entre as empresas públicas com Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

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Por outro lado, o banco tem uma dívida em torno de R$ 100 bilhões com o Tesouro Nacional. Segundo o ministro, a instituição convenceu o Tribunal de Contas da União (TCU) a postergar o pagamento.

“O BNDES convenceu o TCU que era um risco devolver mais dinheiro para a União e que ela melhor pagar lá na frente. Se o BNDES deu um bônus maior, tem que pagar a União”, afirmou o ministro da Economia.

Guedes disse que o Brasil está melhor do que outros países e tem todas as condições de atrair investimentos de empresas estrangeiras em áreas como petróleo e gás, alimentos e energia. Ele afirmou que, somando o resultado do leilão de aeroportos desta quinta-feira, o Brasil deverá receber em torno de R$ 900 bilhões nos próximos anos.

“As democracias liberais não confiam mais nos regimes totalitários. A Alemanha não quer mais depender da Rússia. Alemanha e França têm planos de investir no Nordeste brasileiro. Nos próximos quatro anos, vamos dobrar de 10% para 20% a oferta de energia eólica e de 5% para 10% a energia solar.”

Fonte: IG ECONOMIA

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